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Licenças da Família System Center-Tipos e Preços

Ao falarmos de produtos da família System Center, principalmente focando sobre os 3 principais produtos que são o Configuration Manager, Operations Manager e Data Protection Manager, sempre surge a questão de preços do licenciamento.

Montei uma tabela simples abaixo baseado nos valores praticados nos Estados Unidos e Canadá, porem no Brasil os valores não são 1 por 1 nem conversão pela cotação do dia. Leve em consideração também que o volume e o tipo de contrato pode alterar para baixo os valores da tabela padrão.

Produto (valores em U$)

Licença Servidor Std

Licença Server Enterprise

Licença Server Standard

Licença Client

Configuration Manager 2007 R2

579

430

157

41

Configuration Manager 2007 R2 com SQL

1321

430

157

41

Operations Manager 2007 R2

579

431

157

32

Operations Manager 2007 R2 com SQL

1321

431

157

32

Data Protection Manager 2010

432

158

NA

32

Virtual Machine Manager

869

40

NA

NA

Suite completa System Center

1569

NA

NA

70

Levando em conta a tabela acima, veja valores para uma empresa com 10 servidores (5 virtuais) e 1000 clientes utilizando a suite. O calculo envolveria apenas um servidor de monitoração e não um farm de papeis:

Produto

Licença Servidor Std

Licenças Servidores

Licenças Clientes

Valor Total

Configuration Manager 2007 R2

579

1.570

41.000

43.149

Configuration Manager 2007 R2 com SQL

1.321

1.570

41.000

43.891

Operations Manager 2007 R2

579

1.570

32.000

34.149

Operations Manager 2007 R2 com SQL

1.321

1.570

32.000

34.891

Data Protection Manager 2010

432

1.580

32.000

34.012

Virtual Machine Manager

869

200

NA

1.069

Suite completa System Center

1.569

não se aplica

70.000

71.569

Note que na tabela acima levei em conta o custo MÁXIMO pois nem todos os clientes terão agentes do DPM e SCOM, o que reduziria muito o custo acima.

Para ter acesso a tabela com todos os produtos e detalhes do licenciamento acesse o link http://www.microsoft.com/systemcenter/en/us/pricing-licensing.aspx

Posted: dez 06 2010, 11:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: System Center

Desconto adicional para exames com Segunda Chance para Vouchers de MCTs

Em agosto foi lançado o programa de descontos em pacotes de exame incluindo segunda chance (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Segunda-Chance-(Second-Shot)-de-volta-com-desconto-por-volume-(Pack)-de-1525-a-2025.aspx)

Agora o desconto foi aumentado, porem apenas os MCTs podem emitir o voucher especial com 5% a mais no desconto concedido. Veja a tabela abaixo:

Numero de Exames Desconto / Acréscimo Voucher de MCTs Valor em U$

Pack com 2 exames+Segunda chance 15% 20% 128
Pack com 3 exames+Segunda chance 15% 20% 192
Pack com 4 exames+Segunda chance 20% 25% 240
Pack com 5 exames+Segunda chance 20% 25% 300

Além disso, o voucher emitido pelos MCTs você não precisará entrar em contato com a Prometric para cadastro e solicitação do código, já que o voucher dos MCTs já é pronto.

Se precisar de um destes, me mande e-mail pelo formulário de Contato.

Posted: dez 03 2010, 15:40 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Certificação

Documentação de Implementação do App-V 4.6

Apesar de já estar em uma versão avançada, o App-V ainda é desconhecido de muitos profissionais. Porem, trata-se de uma ferramenta para virtualização, mas ao invés de hosts virtualiza aplicações. O seu nome anterior do produto era SoftGrid que foi comprado pela Microsoft.

MODELOS DE IMPLEMENTAÇÃO

Basicamente, o App-V permite que aplicações sejam “sequenciadas” e gera-se um pacote com a aplicação, extensão osd.

alt

Note que a aplicação é instalada no papel do servidor “Sequenciador” no (item 1) que gera o pacote que é distribuído pelo System Center ou pelo próprio App-V Server (item 3) para os usuários que tem as aplicações publicadas por regras no AD administradas pelo console do App-V (item 2).

Também é possível não usar uma estrutura tão complexa como a acima e apenas um servidor que sequencia e distribui a aplicação, mas note que neste diagrama usa-se tanto estações quanto o Terminal Services ou RDS (Remote Desktop Service) do Windows 2008.

Centralized-Management

A vantagem de usar o RDS/TS para publicar a aplicação é que os usuários não precisaram ter a aplicação instalada no farm, por exemplo, criando um ambiente muito mais versátil quando utiliza-se este modelo.

A aplicação pode ser enviada para o cliente tanto pelo protocolo proprietário (RTPS/S) como HTTP. Veja no final a referencia para utilizar HTTP no processo de publicação e distribuição dos pacotes.

VANTAGENS E FUNCIONAMENTO

As vantagens do App-V começam no fato de não ter a instalação individual do pacote nas maquinas. Com isso não precisamos publicar um msi no AD ou no SCCM. A aplicação é copiada na maquina do usuário pelo cliente do App-V na primeira execução e extraído dinamicamente quando da execução.

Como a aplicação sequenciada nada mais é do que um cliente witness que monitora uma instalação e copia no osd todas as alterações criadas pelo instalador, o papel do cliente do App-V é fazer as cópias virtuais dos arquivos (dll, exe, bin, etc.) para os diretórios virtuais correspondentes e também as chaves de registry de forma virtual no registro do Windows.

Um exemplo prático seria a instalação de 3 diferentes versões do Office (2003, 2007 e 2010) na MESMA MAQUINA:

  1. No servidor de sequenciamento do App-V instalamos as 3 versões separadamente criando os 3 pacotes de arquivos, contendo os binários, chaves de registry e outros arquivos da aplicação
  2. Utilizando o console do App-V designamos as 3 versões do Office para um usuário
  3. O cliente do App-V baixa os 3 pacotes individualmente (osd e arquivos auxiliares) para um diretório de conteúdo temporário
  4. O cliente App-V cria os 3 atalhos na estação para as versões individuais, sem que a aplicação esteja fisicamente instalada
  5. Ao clicar no ícone de cada versão o cliente do App-V explode o osd e cria as chaves de registry e copia os arquivos da aplicação, porem em uma camada virtual
  6. A aplicação é executada e ao final esta camada virtual é destruída

Este modelo de uso permitirá que ao executar uma aplicação o usuário não tenha “restos” de seus binários no sistema operacional, permitindo compatibilizar aplicações mais novas com as mais antigas.

Outra vantagem indiscutível é a atualização, já que ao sequenciar um service pack ou hotfix o cliente não irá baixar o pacote inteiro, mas sim apenas as atualizações. Além, claro, que ao atualizar no servidor os clientes automaticamente estarão atualizado.

QUEM TEM DIREITO AO App-V

O App-V não é vendido separadamente em formato FPP (caixinha) como outros produtos. Na versão anterior que se chama SoftGrid fazia parte do pacote MDOP que era composto por outros aplicativos.

Agora o App-V é vendido como parte do pacote Microsoft Desktop Optimization Pack, como ferramenta Microsoft Application Virtualization for Terminal Services ou para assinantes do MSDN.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Hot site do produto: http://www.microsoft.com/systemcenter/appv/default.mspx

Documento de implementação com RDS/TS: App-V Remote Desktop Services.docx (119,87 kb)

Publicando e distribuindo por HTTP: http://blogs.technet.com/b/appv/archive/2010/12/02/guide-to-configuring-microsoft-app-v-to-both-publish-and-stream-via-http.aspx

Posted: dez 02 2010, 14:39 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Centro de Compatibilidade do Windows

A algumas semanas eu recebi pelo twitter a dica deste centro de compatibilidade mas ainda não havia usado definitivamente.

O Arnaldo Fagnani postou sobre isso e notei como esta informação é pertinente(http://www.arnaldofagnani.com.br/Blogs/post/Compatibilidade-Windows-7.aspx).

O Centro de Compatibilidade não se limita a software mas também traz se a versão é compativel com 64 bits, o que facilita muito no momento da compra de um novo hardware ou avaliação de software. Lembrando que hardware e software compativel com Windows 7 também é compativel com Windows Server 2008 R2.

image

Acesse: http://www.microsoft.com/windows/compatibility/windows-7/pt-br/default.aspx

Posted: nov 30 2010, 17:31 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Hardware | Windows 7

Desenvolvedor Web–Tenha todos os pacotes de desenvolvimento GRATUITAMENTE

A maior reclamação dos programadores individuais é o custo do MSDN que vai de U$ 2 mil a U$ 12 mil.

Porem, poucos conhecem o programa WebsiteSpark que permite aos desenvolvedores terem por tres anos licenças gratuitas de:

  • Visual Studio Professional (3 licenças)
  • Expression Studio (1 usuário) e Expression Web (até 2 usuários)
  • Windows Web Server 2008 R2 (1 licença para até 4 processadores)
  • SQL Server 2008 Web Edition (1 licença para até 4 processadores)

Alem das licenças o assinante também poderá abrir chamados (incidentes) na Microsoft e outros beneficios. Para todos os detalhes clique em “Saiba Mais”.

Clique em http://www.microsoft.com/web/websitespark/default.aspx e entre no programa !!!

Obs: Para pequenas empresas (Startups) há o programa BizStart com beneficios similares em http://www.bizspark.com/Pages/home.aspx

image

Posted: nov 19 2010, 16:32 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'eol'
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Windows 2003 EOL (End Of Live) – Parte 1: Primeiros Passos e Usando o Simulador Microsoft

Em 14 de Julho de 2015, menos de um ano da data de hoje, o suporte ao Windows 2003 acaba e muitas empresas ainda não estão tomando os passos necessários.

image

A Microsoft disponibilizou um site onde podemos baixar os datasheets e utilizar um assistente para gerar relatórios: http://www.microsoft.com/en-us/server-cloud/products/windows-server-2003/

Quais os Riscos e Problemas

  • Fim das Atualizações (Updates) – Apenas os sistemas operacionais Windows Server 2008 e superiores receberão atualizações
  • No Compliance – Operadoras de cartão de crédito e sistemas bancários internacionais (SOX, Basiléia, etc) não permitiram transações a partir desta versão
  • Segurança Afetada – Todos os novos métodos de invasão, falhas de protocolo ou problemas de SO não receberão correção, significando maior investimento em ferramentas adicionais ou inviabilização de métodos e aplicações
  • Alto Custo de Manutenção – Os novos servidores e hypervisors não irão mais fornecer drivers para o Windows 2003, impossibilitando refresh de hardware e atualização de versão do hypervisor/VM tools

Como Começar a Partir de Agora

O primeiro passo é realizar um Assessment no ambiente para descobrir todas as aplicações, para isso podemos utilizar o MAP (Microsoft Assessment and Planning) que gera relatórios muito bons para migração. Ele até mesmo gera os dados de compliance de hardware e indicações para virtualização.

Para utilizar o MAP foi criado um MVA no ano passado, o foco era migração de Windows XP, mas o funcionamento da ferramenta e geração de dados é similar: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/MVA-sobre-MAP-%28Microsoft-Assessment-Planning-and-Toolkit%29.aspx

O segundo passo é analisar compatibilidade das aplicações existentes, o que inclui a versão do web server e dos componentes de aplicações que estejam nestes servidores, versões de banco de dados, etc.

É aqui que está o grande risco, muitos dos profissionais de TI que converso e empresas estão focando em migrar AD, File Server e outros papeis do Windows, que a Microsoft preparou métodos fáceis de migração já que são Roles do sistema operacional. O problemas são as aplicações desenvolvidas internamente ou não.

Por exemplo, o SQL Server 2005 executado no Windows 2003 precisará ser migrado para SQL Server 2008 R2, aplicações escritas em .NET 1.x-2.x executando no IIS do Windows 2003 precisarão ser avaliadas muito criteriosamente, SharePoint 2003 e 2007 precisarão ser migrados para SharePoint 2010 ou 2013…

Estes exemplos deixam claro que o trabalho da migração vai muito além de apenas virtualizar!

Para isso existem muitos softwares que fazem o papel de analisador, como por exemplo, o Dell ChangeBase e o AppZero. O primeiro analisa todas as aplicações instaladas (similar ao Microsoft ACT) e testa automaticamente os métodos padrão e nativos de compatibilização. O segundo possui diversos métodos adicionais de compatibilização e faz um tracking de uma aplicação, gerando um pacote MSI, o que é extremamente útil em cenários onde não temos um instalador e não sabemos as dependências de uma aplicação.

O terceiro passo é analisar as opções, onde podemos avaliar um P2V (migração de máquina física para virtual) on-premisse, migração de sites ou banco de dados para o Microsoft Azure, criação de VMs em ambiente cloud com transferência de serviços e dados, etc.

Esta fase é onde precisamos criar planos bem definidos de migração para cada uma das aplicações e funções que hoje estão no Windows 2003. É a fase onde devemos nos concentrar em parada de serviços, seqüencia das operações, processos de migração, etc.

Conclusão

Deixar para depois a migração dos servidores é muito mais sério do que a migração de estações. Até hoje muitas empresas ainda possuem XP e sentem as dificuldades e custos de manter um sistema operacional sem suporte. Comece desde já a se preparar e será muito mais fácil.

Em um próximo artigo irei falar mais sobre o MAP e outras ferramentas para o Assessment.

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