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Marcelo Sincic

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SharePoint 2010 Hot Site–Diagramas de Implementação e Componentes

O SharePoint 2010 introduziu diversos papeis que antes o MOSS era limitado, como o gerenciamento de contas, o search integrado com federação, multi tenant e outros.

No hot site do SharePoint foram desenvolvidos 5 posters bem interessantes do produto com a possibilidade de serem baixados em xps, pdf ou vsd. São 5 modelos disponíveis hoje:

  1. Deployment  - Documenta os exemplos de montagem do ambiente, resultados esperados e como testar cada um, além do resumo dos prereqs para cada modelo de implementação
  2. Topologias – Tipos de topologia possíveis, modelos, serviços por camada e uma interessante tabela de qual serviço precisa estar ativo em cada role de servidor
  3. Hosting – Mostra em detalhes como o modelo Multitenancy poderá ser implementado em uma empresa de hospedagem, achei o mais interessante dos 5 que estavam disponíveis
  4. Serviços (single server) – É muito útil porque aborda uma funcionalidade que poucos conhecem do SharePoint 2010, a implementação de várias instancias de um mesmo serviço, o que este gráfico deixa claro como funciona e pode ser implementado
  5. Serviços (cross-farm) – Similar ao anterior, mas com detalhamento para implementações com diversas empresas ou estruturas

Boa leitura e estes gráficos são um bom guia para quem está se preparando para as certificações em SharePoint 2010.

Posted: Aug 30 2010, 19:30 by msincic | Comments (0) RSS comment feed |
Filed under: Sharepoint
Microsoft Performance Guidelines

A Microsoft possui uma lista de documentos contendo interessantes dicas e customizações que podem ser realizadas para melhorar ou tirar a máxima performance dos seus sistemas operacionais.

Por exemplo, o documento Performance Tuning Guidelines for Windows Server 2008 R2 contem mais de 90 páginas com dicas e indicações de compras e tecnologias para Hyper-V, files servers, database servers, SAP, etc. Elas valem tanto para Windows 7 quanto Windows 2008 R2.

Além deste documento para quem utiliza o Windows Vista ou Windows 2008 (sem o R2) utilize o documento Performance Tuning Guidelines for Windows Server 2008 que contem mais de 80 páginas com o mesmo teor do anterior.

Para conhecer todos os documentos acesse http://www.microsoft.com/whdc/system/sysperf/default.mspx.

Visual Studio 2010 LigthSwitch–Primeiras impressões

No twitter do João Paulo Clementi (twitter.com/jpclementi) foi noticiado o Beta do LigthSwitch, uma interface de desenvolvimento para aplicações muito interessante (http://www.microsoft.com/visualstudio/en-us/lightswitch). Alguns destaques:

  • O IDE é baseado totalmente em banco de dados
  • Os formulários são criados automaticamente, bastando indicar a tabela
  • A interface para o usuário é única, estilo MDI com abas inteligentes
  • A aplicação final é disponivel em SilverLight utilizando, obviamente, WPF
  • A aplicação permite os recursos de debug do VS2010
  • As customizações de layout da aplicação podem ser feitas em runtime “on live”

Ao iniciar o IDE do VS2010 e criar a aplicação o primeiro passo é escolher a fonte de dados:

TelaInicial

No meu exemplo utilizei uma base de dados que já existe, e na sequencia utilizei o botão “New DataItem” que permite a criação dos formulários e grids, escolhendo as tabelas. Você pode escolher em formato grid, tabular ou detalhes, como a figura abaixo:

Form-Criacao

Na sequencia você define os controles para cada coluna, colunas disponiveis e pode adicionar novos botões (Add Layout Item) ou então escrever códigos nos eventos (Write Code) dos controles, como as figuras abaixo:

Construção de Tela

Após incluir as colunas é possivel indicar o tipo de visualização das colunas irá mostrar, o que é importante já que os formulários são todos editáveis e com atualização automática no banco:

Construção de Tela-2

Ao executar o projeto, notando que no meu exemplo utilizei uma tabela de linhas de onibus e municipios, notem a interface criada, onde o próprio LS criou os menus e os formulários de edições em formatos diferenciados, um em grid e outro em formato de edição comum, onde inclui um botão customizado:

Form-Pronto-1

Form-Pronto-2

Notou o botão “Customize Screen” na aplicação?   Ele permite que seja feita customização na aplicação em runtime “on live”, o que permite uma rápida adequação do layout dos diversos itens, como pode ser visto abaixo:

Form-Customizacao

É isso ai, uma excelente ferramenta para desenvolvimento que irá facilitar a criação de data forms com um layout que o cliente irá se impressionar. Este artigo foi um breve overview, instale e descubra que o que esta ferramenta pode fazer.

Posted: Aug 27 2010, 13:51 by msincic | Comments (0) RSS comment feed |
Filed under: .NET | Visual Studio
Análise: Oracle e Sun-O que esperar? - Atualizado em 30/08

Desde que a Sun Microsystems comprou o MySQL que comento com meus amigos e alunos que isso parecia uma manobra comercial (http://www.mysql.com/news-and-events/sun-to-acquire-mysql.html). O motivo é que a Sun já amargava prejuízo a um bom tempo e esta compra não parecia lhe trazer benefícios. Passado um ano começamos a ver a movimentação da IBM e da Microsoft para comprar a Sun, que acabou sendo vendida para a Oracle em abril/2009 (http://info.abril.com.br/noticias/negocios/oracle-compra-sun-por-us-7-4-bilhoes-20042009-5.shl).

A Oracle não é uma empresa que tem o costume de manter produtos que compra e sim agregar os colaboradores. Tanto é que produtos como PeopleSoft, BEA e JD Edwards já tiveram seus programadores desviados e os produtos estão ficando desatualizados. Sendo assim, qual impressão tenho desde este evento, e o que está se confirmando?

Oracle começa a mostrar o que quer com a Sun

A Oracle quer ter seu próprio hardware e software. Isso pode ser notado claramente na noticia de que a Oracle deu indícios de que irá “fechar” o Open Solaris neste sábado, dia 14/8 (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/08/16/oracle-vai-abandonar-o-pacote-opensolaris/) incluindo referencias a que irá proteger seus direitos autorais com as distribuições sobre o CDDL, e note o tom sugestivo do comunicado "”…não podemos permitir que concorrentes criem recursos ligados a partir de nossas inovações, antes de nossa organização.”

A frase acima é importantíssima por vários motivos. Primeiro, demonstra que a Oracle não tem a mínima intenção de evoluir produtos que são gratuitos, o que inclui o Java e o MySQL. Segundo, a Oracle não tem interesse em compartilhar com as comunidades suas inovações, já que é uma empresa voltada ao lucro.

Outros indícios disso são o fato de que a Oracle na quinta dia 12/8 processou o Google por utilizar uma variação “não autorizada” do Java no Android (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/08/13/oracle-processa-google-pelo-uso-de-patentes-java-no-android/). A alegação é que o Java e suas VMs são baseadas em distribuição abertas, mas isso não dá direito a que se criem novas engines utilizando o que seria “…diretamente e repetidamente infringiu a propriedade intelectual ligada ao Java…”. Ou seja, usar o Java tudo bem, mas criar novas funções a partir do Java é visto como uma violação.

Mais uma reviravolta foi quando a biblioteca ODF que converte documentos feita em Java pela Sun passou a ser cobrada no começo do ano (http://www.guj.com.br/posts/list/204350.java), preocupando quem utilizava esta importante ferramenta.

E agora, o que podemos esperar?

Java – Seu futuro é incerto como o de Santo Cristo na voz do Legião Urbana. Dois problemas muito sérios existem:

  1. O Java não é GPL puro já que a JCP pode barrar qualquer coisa, com a intenção de impedir que fossem feitas “bagunças” nas classes e ficasse uma baderna. Ou seja, qualquer incremento pode ser visto como um “crime” pela Oracle, como está fazendo com o Google (http://forum.datasus.gov.br/viewtopic.php?f=32&t=163)
  2. A Oracle é um empresa monetizada, e até que ponto ela irá manter o Java gratuito (não é e nunca foi aberto), sendo que no momento da compra da Sun o Java foi indicado como o grande desejo da Oracle?   O próprio Goslin declarou nesta quarta (25/8) que já está pensando em formas de manter o Java vivo e que a conferencia JavaOne agora em setembro é o ponto crucial nesta discussão. Mas ele já coloca que para dar certo o movimento tem que começar com clientes da Oracle que fazem diferença monetariamente (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/01/22/sob-o-controle-da-oracle-futuro-do-java-e-incerto/ e http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/08/25/pai-do-java-pressao-pode-fazer-com-que-oracle-mude-postura/)
  3. Google resolveu se ausentar do JavaOne, maior evento de Java e um dos maiores e mais respeitados eventos dos apoiadores de open source. O motivo declarado pelo Google é que o “processo contra o Google e o código aberto tornou impossível para nós compartilhar livremente nossos pensamentos sobre o futuro do Java e do open source de forma geral”. Com certeza uma afirmação “dolorosa” e expressiva (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/08/27/google-cancela-presenca-no-javaone-apos-briga-com-a-oracle/)

Java para celulares – Ai reside um problemão. O MIDP e o J2ME são padrões aceitos pelo JCP, mas outros padrões utilizado em alguns celulares da Motorola, Sony Ericsson e outros são customizados como foi feito no Android. O que a Oracle vai fazer?  Se já foi brigar com o “grandão” Google vai poupar os outros?

OpenOffice – A Oracle não irá manter as atualizações tão constantes e deverá deixar grande parte do trabalho para a Novell e IBM, parceiras do projeto. E não duvido que não passe a cobrar versões mais sofisticadas, como acontece com o BROffice e recentemente com o plug-in ODF.

MySQL – Duvido que a Oracle irá manter um produto que compete com o que ela é de origem. Não sei o que será feito, mas o Oracle Express Edition não está ai para ser um capacho do MySQL.

OpenSolaris – Já está claro o que vai acontecer com este SO.

VirtualBox – É com dor no coração que acredito no mesmo futuro que o OpenOffice, só que mais cedo. Em pouco tempo a equipe será desmontada e o produto irá começar a definhar, a menos que decidam uma versão paga. Já penso em me preparar para outro virtualizador que faça VMs em 64 bits no Windows 7.

Quem é o maior beneficiário disto tudo?

Se alguém falasse que isso tudo está sendo feito pela Microsoft logo diriam que estariam comprando o produto só para prejudicar e depois vender o .NET, mas não é o caso.

Mesmo assim, o maior beneficiário é a Microsoft, por vários motivos. Primeiro é a incerteza do futuro do Java. Segundo que a Oracle, parceira de longa data da HP e IBM, passa a competir com estes no mercado de hardware e SO para servidores. Terceiro que do mesmo capitalismo que acusam a Microsoft a Oracle é mestre. E por fim, tantos odeiam o Larry Elisson quanto odeiam o Bill Gates.

O .Net se firma como uma plataforma confiável para o futuro, a Microsoft poderá receber incentivos para melhorar seus sistemas para competir com os storages pela Dell e IBM. A HP pode contribuir com máquinas para datacenter mais “parrudas” e embutir o Windows como padrão. O SQL Server ganha espaço com a incerteza do que irá acontecer com o MySQL e os custos bem mais altos de licenciamento do Oracle.

As possibilidades são várias, o que resta é esperar para ver o que vai acontecer e torcer para ninguém sair machucado nesta guerra que está só começando. Mas uma certeza já tenho, a Oracle não brinca em serviço e está mostrando qual é a sua intenção.

Posted: Aug 26 2010, 21:03 by msincic | Comments (3) RSS comment feed |
Filed under: Outros
Segunda chance (Second shot) para parceiros MPN–Descontos de 20% a 30% no Pack

Assim como foi lançada a versão “pública” do Pack Second Shot foi criada uma campanha similar, porem com descontos e numero de exames diferenciados para quem for vinculado a um parceiro MPN (Certifed Partner).

Os prazos são os mesmos da oferta publica (Segunda Chance (Second Shot) de volta com desconto por volume (Pack) de 15% a 20%) mas com a diferença que são packs de 3, 5 ou 8 vouchers com descontos de 20%, 25% e 30% respectivamente.

Portanto, se você for vinculado a um parceiro Microsoft faça a compra pelo MPN e ganhará 10% a mais de desconto, vale a pena !!!

IMPORTANTE: O profissional precisa estar vinculado ao perfil do parceiro e diferente do pack publico, cada voucher pode ser usado por um profissional.

Fonte: http://www.prometric.com/microsoft/partners

Exchange Server 2010 SP1–Destaque para teste de integridade e multi-tenancy

Foi disponibilizado terça-feira o Service Pack 1 do Exchange 2010, e como de costume inclui hotfix e rollups anteriores e acrescentadas algumas funções. O download está disponivel em http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=50b32685-4356-49cc-8b37-d9c9d4ea3f5b&displaylang=en.

Na página http://technet.microsoft.com/en-us/library/ff459257.aspx é possivel ver todas as novidades, porem vou destacar as duas que mais me chamaram atenção:

  • Multi-Tenancy
    Este recurso já foi implementado no Sharepoint 2010 e permite criar ambientes isolados. Para entender bem, imagine um provedor de serviços que tem os mailbox separados por empresas. No Exchange 2007 a segurança e outras opções são multiplas e se tornava bem complicado a gerencia disso. No caso do Excahnge 2010 SP1 será possivel criar politicas de organização e de mailbox separados para cada um dos clientes do provedor.
    Este recurso tambem é util para empresas do tipo holding que centralizam serviços, podendo agora ter regras separadas para cada uma das empresas do grupo.
  • Recuperação e reparação GRANULAR
    Até o Exchange 2010 antes do SP1 uma caixa de correio corrompida não tem como ser reparada individualmente, a não ser restaurando o backup com o Recovery Group ou o System Center DPM. Com o SP1 será possivel fazer a reparação de uma unica mailbox ou pasta pública. Veja mais detalhes em Exchange 2010 SP1- Database Integrity checking.

Lembrando que o SP1 é considerado na mesma licença, portanto não será necessário comprar.

Alterando a porta de envio SMTP do Smart Host no Exchange 2007 e 2010

A porta padrão do Send Connector de um Smart Host é 25, como em todos os clientes SMTP.

Porem, alguns provedores (Mandic e Locaweb) estão alterando para a porta 587 que exige autenticação, mas no Send Connector não há a opção de mudar a porta, como pode se ver na tela abaixo:

image

A mudança da porta não tem interface gráfica, então é necessário usar um cmdlet pelo PowerShell do Exchange:

Set-SendConnector -Identity "<nome do Send Connector>" -Port 587        (Altera a porta)

Get-SendConnector | fl name,port                       (Lista os conectores e as portas)

Segunda Chance (Second Shot) de volta com desconto por volume (Pack) de 15% a 20%-Atualizado em 26/08

A Microsoft acabou de lançar a promoção Second Shot, mas com uma ótima diferença.

Agora você poderá comprar voucher com desconto progressivo conforme o numero de exames que deseja fazer ATÉ 30 DE JUNHO DE 2011, ou seja, 9 meses de prazo. Os descontos e valores aplicados ao Brasil ficariam:

Numero de Exames Desconto / Acréscimo Valor em U$
1 sem segunda chance 0% 80
1 com segunda chance Acresce 15% 92
Pack com 2 exames+Segunda chance 15% 136
Pack com 3 exames+Segunda chance 15% 204
Pack com 4 exames+Segunda chance 20% 256
Pack com 5 exames+Segunda chance 20% 320

A melhor vantagem está no pack com 2 ou então 4 exames para garantir que você aproveitará os vouchers, que obviamente SÃO INDIVIDUAIS. E se passar no primeiro pack que comprar, fazer a aquisição de um outro, e assim por diante.

Levando em conta as novas regras de Partners que irá exigir mais colaboradores certificados do que no modelo atual (Atualizado- Novas regras para Microsoft Certified Gold Partners e Learning Services) vale a pena para as empresas investirem em seus funcionários e colaboradores e garantir novas competências.

IMPORTANTE: Se você é um profissional vinculado a um parceiro leia o post http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Segunda-chance-(Second-shot)-para-parceiros-MPNe28093Descontos-de-2025-a-3025-no-Pack.aspx e ganhe um desconto maior.

Fonte: http://www.prometric.com/microsoft/certpacks

Atualizado: Novas regras para Microsoft Certified Gold Partners e Learning Services

A algum tempo que a Microsoft está anunciando mudanças nos processos que envolvem a qualificação de parceiros. E como está ocorrendo esta semana WPC que é o encontro mundial de parceiros ficou mais claro algumas mudanças.

Documento com as regras de competencias (18-10-2010): Value%20of%20Earning%20a%20Micrsosoft%20Competency%20Guide%20June[1].pdf (1,65 mb)

Certified Partner Learning Services (CPLS)

Para se ter uma idéia de como era complicado ser um CPLS, era necessário entregar a Microsoft um Business Plan e estar em uma região onde não fosse causar problemas com os CPLSs já existentes no local. Isso valia até para os CPLSs que já existiam ao querer abrir uma filial em outro local. Ou seja, era um processo complexo e com um certo toque de corporativismo ao proteger os que já existiam.

Porem, este modelo gerava uma concorrência fraca, já que apenas um ou dois na mesma cidade ou região criava mercados fechados. Acordos entre os CPLSs eram comuns criando um custo muitas vezes inacessível ao aluno pessoa física. Tanto é que muitos clientes corporativos buscavam treinamentos em SP pois era mais barato devido a forte concorrência no estado.

Agora qualquer parceiro poderá ser um CPLS se tiver os MCTs (Microsoft Certified Trainer). Também ficou flexível a nível nacional, já que agora um CPLS pode ter filial onde ele quiser, não importando se na cidade ou região já existem outros. Isso irá possibilitar que novos parceiros surjam e que os atuais expandam o modelo de negócio para outros locais.

Certified Partner Gold

Estes estão passando por um momento delicado. Hoje um parceiro precisa ter, por exemplo, 4 MCPs (Microsoft Certified Professional) em uma tecnologia para ser qualificado como Gold. Essa regra não irá mudar.

Porem, muitos são certificados em mais do que uma tecnologia. Por exemplo, um mesmo profissional pode ser certificado em .NET e Sharepoint, ou Windows 2008 e SQL Server. Com isso contando com apenas 4 MCPs um parceiro conseguia ser Gold em duas ou mais competências.

Com a nova regra UM MCP só pode ser qualificado para UMA COMPETENCIA, ou seja, para o exemplo acima se manter o parceiro precisaria ter 8 profissionais, 4 para cada competência desejada. Por que essa mudança?

Conforme a explicação de Redmond os cliente contratavam um parceiro esperando que ele tenha um tipo especializado em determinada competência e na verdade o parceiro tem apenas 3 ou 4 profissionais que são a base de todas as competências ao mesmo tempo. Com a nova regra os parceiros irão possuir 3 ou 4 profissionais EM CADA COMPETENCIA, o que garante uma qualidade e especialização muito maior na solução do problema do cliente.

Fonte: http://borntolearn.mslearn.net/btl/b/weblog/archive/2010/07/14/about-those-new-partner-requirements.aspx

Uma breve estória de virtualização, mesmo em ambiente que parece não apropriado

Atendo a um cliente que utiliza máquinas desktop como servidores e vimos a necessidade de resolver o problema do ponto de falha que estas máquinas antigas representavam. Como não havia máquinas iguais e o hardware já estava ficando obsoleto fizemos uma proposta.

O ambiente atual do cliente eram máquinas Core 2 Duo sem suporte a VT, algumas com 4 GB e outras com 2 GB. Haviam 6 servidores: Exchange 2007, DC e serviços de rede, Dynamics CRM com SQL, Servidor de arquivos e TS, DPM e ISA Server.

Nossa proposta foi manter os servidores DPM e ISA Server já que esses são fáceis de serem refeitos e não eram os LOBs da empresa podendo ser facilmente substituídos. Os outros quatro servidores seriam consolidados em 2 máquinas Core i3 com 8 GB de RAM com discos de 500 GB. Isso reduziria a quase zero um problema físico no hardware fazer um serviço da rede parar por horas, o que com certeza aconteceria com os hardwares antigos que já estavam travando e lentos. Com a virtualização, mesmo que não haja uma máquina igual a atual, qualquer uma poderá ser utilizada bastando instalar o Windows 2008 R2 com o Hyper-V, mesmo que na proporção de 1-para-1.

Fizemos todo o trabalho em uma noite e os resultados foram muito bons, as máquinas novas, apesar de também serem desktops, deram conta do recado e cada uma segura 2 VMs com o Hyper-V 2.0 do Windows 2008 R2. Não tínhamos a necessidade nem hardware suficiente para roda o VMM então optamos pelo Disk2VHD da SysInternals (Ferramenta para converter HD físico (em uso) para VHD)

O interessante de uso do Disk2VHD é que os servidores não precisam ser parados, assim como também pode ser feito pelo Hyper-V com o VMM. O utilitário gera os VHDs exatamente do mesmo modo que os discos físicos estão, incluindo partições, espelhamentos e outros recursos, permitindo fazer a imagem já no servidor destino utilizando pasta compartilhada. O processo de criação do VHD é rápido, um disco de 320GB foi convertido em 45 minutos.

O passo seguinte foi criar a VM no Hyper-V apontando para o VHD criado pelo Disk2VHD, para melhor performance utilizamos discos fisicos diferentes para cada uma das VMs hospedadas.. Após subir a VM, automaticamente o Windows 2008 reconheceu que foi virtualizado e atualizou os drivers pedindo para ser reiniciado após alguns minutos. Se o servidor fosse um Windows 2003 precisaríamos fazer a instalação dos additions e reiniciar, mas não foi o caso já que todos eram Windows 2008. O ultimo passo foi reativar o Windows já que após os drivers atualizados é necessária ativação, mas sem a necessidade de chaves adicionais ou fazer por telefone.