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Marcelo Sincic

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Monitorando Storages EqualLogic e Servidores Dell com o SCOM 2007 R2 e SCOM 2012 RC

Todos que utilizam o System Center Operations Manager 2007 sabem o quanto é importante conhecer os Management Packs para monitorar detalhes de aplicações, serviços e outros.

Porem, poucos utilizam todo o potencial que os fabricantes disponibilizam por meio dos Management Packs proprietários e hoje irei mostrar uma implementação de SCOM integrado aos equipamentos Dell, servidores e EqualLogic muito interresante.

Ressaltando que os Management Packs do SCOM 2007 são compativeis com o SCOM 2012 atualmente em Release Candidate.

Para download do Server ProPack e do EqualLogic baixe os pacotes a partir do Microsoft Pinpoint nos pacotes da Dell, evitando baixar direto do site ou guardar links, pois são atualizados com frequencia http://pinpoint.microsoft.com/en-US/PartnerDetails.aspx?PartnerId=4295881286&CurrentTab=1

Para os exemplos neste post baixei os pacotes Dell Server Suite, Dell Server Pro e Dell EqualLogic sendo que todos são gratuitos (FREE)

23-12-2011 11-35-54

O próximo passo é fazer o Discovery para encontrar os servidores e para o storage utilizando as configurações padrão do Network Discovery com o IP do portal iSCSI do EqualLogic, que já identificará o modelo bem como algumas informações básicas. A partir dai basta esperar alguns minutos até que o SCOM detecte todas as informações dos servidores e do storage:

23-12-2011 11-36-3323-12-2011 11-30-13

Primeiro é possivel ver as funcionalidades que o Dell Server/PRO permitem monitorar e note no exemplo abaixo que será alertado quando ocorrer alta temperatura do processador, problemas nas fontes redundantes, fans, voltagem e até detalhes especificos como abertura da tampa e problemas com hot spare/discos pelo Healthy Explorer dos servidores:

23-12-2011 11-31-04

Também pelo Healthy Explorer do storage EqualLogic será possivel ter uma ideia das monitorações, que não se limitam a comunicação com o storage mas chega ao nivel de grupos e discos fisicos:

23-12-2011 11-27-24

Mas o mais interessante são, sem dúvida, as views que estes Management Packs. No exemplo abaixo utilizei a Complete Diagram View e o resultado é excelente, onde temos o storage, os grupos, volumes, controladoras e detalhes adicionais:

23-12-2011 11-34-18

Note que ao clicar no disco utilizando o diagrama até o numero de série é possivel de ser visualizado, demonstrando a importância destes recursos para administração destes equipamentos:

23-12-2011 11-35-27

Claro que abordei os equipamentos que trabalho e implemento com frequencia e neste ponto a Dell tem uma parceria muito forte com o time de produtos para desenvolver monitorações eficientes.

Caso utilize produtos de outros fabricantes poderá encontrar informações similares no catálogo do Microsoft PinPoint em http://pinpoint.microsoft.com/en-US/applications/search?q=management%20packs

Adição de nós em Cluster-Problema com “Owner” da unidade CSV

SINTOMA

Ao acrescentar um novo nó em um cluster já existente enfrentei um problema no HA (High Avaliability) quando ao mover o storage ocorreu o erro “This node is not a possible owner for this resource”.

CAUSA

Em geral este erro não acontece, pois ao se acrescentar um novo nó ao cluster este já adiciona o novo host como “Possible Owner”, porem neste caso em especial o problema foi a configuração do iSCSI que estava incorreta e o novo host não conseguia acessar uma das unidades do CSV, ocasionando “Redirect Access”.

Após resolver o problema dos endereçamentos do iSCSI os discos ficaram visiveis, porem ele não era migrado para o novo host e acusa o erro indicando que o novo host não era um dos possiveis owners.

No caso de uma VM ou o Quorum basta clicar com o botão direito para acessar a lista de Possible Owners, mas isso não existe em unidades de storage.

Solução

Utilizando o PowerShell Modules execute o cmdlet abaixo e veja que uma das unidades do storage não tem o novo servidor na lista de nós:

Get-ClusterSharedVolume | Get-ClusterOwnerNode

ClusterObject                                            OwnerNodes
-------------                                               ----------
Unidade_G                                               {ServerA}
Unidade_H                                              {ServerA, ServerB}

Na sequencia utilize o comlet abaixo para definir os Owners da unidade que está incorreta:

Set-ClusterOwnerNode –Owners ServerA,ServerB -Resource "Unidade_G"

Por fim, execute o comando inicial novamente e veja que agora os Owners estão corretos:

Get-ClusterSharedVolume | Get-ClusterOwnerNode

ClusterObject                                            OwnerNodes
-------------                                               ----------
Unidade_G                                               {ServerA, ServerB}
Unidade_H                                               {ServerA, ServerB}

Nota

Antes de conseguir resolver o problema tentava utilizar o cmdlet Get-ClusterResource  | Get-ClusterOwnerNode porém unidades CSV não listados, com excessão do Quorum.

Emulador para Tape Drive compativel com DPM (VTL)

Desde os posts que montei sobre DPM e uso de Tapes (http://bit.ly/o5IFjG http://bit.ly/mZOtsz http://bit.ly/odf897) que me perguntam como montar o ambiente em laboratório.

O que é um VTL?

É claro que na ocasião utilizei um Tape Drive real, mas é possivel emular, e muito bem. Fiz isso ontem para testes com o DPM 2012 (http://bit.ly/uW3c0D) e notem que funciona perfeitamente. Esta tecnologia é chamada de VTL (Virtual Tape Library).

image[4]

O nome do programa que uso para VTL é o FireStreamer (https://www.cristalink.com/fs/Default.aspx) podendo emular até 8 robos com 255 tapes drives e 60 mil slots!!!

Se quiser baixar o programa para testes ou demonstrações com DPM pode utilizar a trial de 30 dias disponivel no site.

Mas qual a função real de um VTL?

Sua função é permitir backups ”long term” em mídias que não sejam tapes detectáveis pelo DPM ou outros softwares.

Por exemplo, imagine que sua intenção seja criar um backup movél para Blu-Ray ou HD Externo, uma vez que o DPM não enxerga estes dispositivos como library já que midias removíveis não são válidas. Outra necessidade comum é mover o backup para outra localidade e com o backup normal “short term” do DPM não é possivel por ser formato proprietário.

Nestes casos, a solução é usar um VTL e apontar a fita para o dispositivo desejado, que nada mais é do que um caminho de disco local, como mostra a imagem abaixo.

FireStreamer

Veja que no exemplo será emulado 5 Tape Drives com 200 slots ao todo, sendo que adicionei uma fita com apontando que irá criar um arquivo “Fita.bak” no diretório “Tapes”.

É isso ai, com este ou outro software VTL está resolvido o problema de uso de HDs externos para backup!!!

Gerenciamento de Storage com o System Center Virtual Machine 2012

Seguindo a série de posts sobre recursos do SCVMM 2012 integrados com VMWare ESX e Xen Server agora abordaremos outro recurso que é o gerenciamento de storages. Post anteriores: Integração com live migration http://bit.ly/pf0v9M e Dynamic e Power Optimization http://bit.ly/pJ6KLf.

Com o VMM 2012 você poderá classificar storages pela performance, definir o storage a ser utilizado e criar as LUNs sem a necessidade de conhecer o software de cada fabricante. Ou seja, você poderá utilizar o conceito de virtualização de storage com as interfaces do VMM 2012.

API SMI-S

Uma nova funcionalidade que está sendo discutida com os fabricantes de storages é a criação de um protocolo de comunicação muito similar ao SNMP mas que permita detalhes das especificações de um storage, chamado de Storage Management Initiative Specification (SMI-S).

Este protocolo é um API baseada nos modelos CIM/WBEM, que muitos já conhecem por ser também a especificação básica do WMI presente nos sistemas operacionais Windows. Utilizar este procolo não é tão simples, e é necessário ter um CIMOM que nada mais é que um proxy para “traduzir” as APIs nativas do storage para o protocolo SMI-S.

Porem, os fabricantes de storages já tem estes padrões bem estabelecidos e com upgrades de firmware podem incluir o CIMOM, um deles é o OpenPegasus, no storage já existente.

SMI-S no VMM 2012

Agora entra em cena o VMM 2012 que possui a interface de comunicação SMI-S para se comunicar com os storages e obter informações, e com base nestas pode classificar os storages conforme a sua performance, como a tabela abaixo retirada do TechNet (referencia ao final do documento):

Storage

Automação de Storage no VMM 2012

Agora podemos colocar em prática esta funcionalidade por criar arrays de storage e vincular aos hosts.

Imagine que em sua empresa haja storages com disco SAS e SATA, onde a classificação automática é SILVER e BRONZE respectivamente e tanto o grupo de servidores quanto uma VM pode ter especificado não a LUN, mas sim a classificação.

VMM2012

Essa automação inclui a criação das LUNs, ou seja, não será mais necessário ter conhecimento do software do fabricante para criar as LUNs individualmente já que a API SMI-S implementa os comandos necessário para gerenciar.

Storage Groups

Figura 1 – Tela principal do gerenciador de storages

Storage Pool

Figura 2 – Pool default e criação de um novo pool

Storage Add

Figura 3 – Inclusão de um storage ao pool

Storage

Figura 4 – Vinculando um storage pool a um grupo de hosts hypervisors

Com este recurso o gerenciamento de um datacenter será mais fácil, e quando temos diversos storages independentemente do fabricante poderemos utilizá-lo de forma simples com as APIs SMI-S.

Referencia TechNet http://technet.microsoft.com/en-us/library/gg610600.aspx e http://blogs.technet.com/b/server-cloud/archive/2011/10/14/windows-server-8-standards-based-storage-management.aspx

Slides e Material das Minhas Apresentações no Microsoft TechEd 2011

Conforme prometido, seguem os ppts e material adicional que utilizei nas minhas apresentações:

Dia 29/09 as 14:00 - STO301 | Utilizando de forma eficiente seu storage para ter o melhor IOPS

Download: STO301.zip

Dia 29/09 as 15:30 - SRV303 | Gerenciando Recursos com o Windows System Resource Manager

Download: SRV303.zip

Dia 30/09 as 10:10 - VIR307 | Gerenciando ambientes Vmware atraves do System Center Virtual Machine Manager 2012

Download: VIR307.zip

Disco Externo eSATA Desaparece ou Lento Após Conectado

Um problema que já me aconteceu algumas vezes e já precisei resolver para alguns amigos é o uso do disco externo eSATA desaparecer após conectado, ou mesmo apresentar lentidão extrema ao ser inserido demorando muito para ser detectado como letra.

SINTOMA

Ao olhar o Event Viewer você provavelmente encontrará um dos eventos abaixo:

Evento 51: An error was detected on device \Device\Harddisk?\DR? during a paging operation.

Evento 9: The device, \Device\Ide\iaStor0, did not respond within the timeout period

O evento 9 é consequencia do evento 51 que indica erro ao criar paginação para o disco que foi inserido.

CAUSA

Diferente de um disco USB que tem acesso limitado a recursos, os discos eSATA entram no mesmo barramento do disco fixo da maquina, o que faz com que ele apareça como unidade de paginação, como mostra a figura abaixo.

Configurado em modo automático, o Windows tentará criar no disco removível um arquivo de paginação, o que gera o erro.

image

SOLUÇÃO

Altere o gerenciamento de memória virtual desligando o modo automático em TODOS OS DISCOS e deixe apenas no disco C: ou outro fixo desejado e o problema não ocorrerá mais.

image

Recuperando um disco dinâmico, convertendo para básico a força

Ao trocar o meu HD externo pelo que já possuía no note, tive o seguinte problema: “Invalid disk” tanto no Server Management quando no DiskPart.

O disco em questão era o de boot no meu antigo notebook que estava formatado como Dynamic e com 3 partições (System, SO e Dados).

Encontrei no Fórum TechNet referencia ao mesmo problema, mas não se aplicavam ou não adiantavam no meu caso e foi quando comentaram da ferramenta HxD (http://cnet.co/qe5H4H), que eu já havia utilizado mas para editar arquivos e não para editar setores de disco.

Então ai está a solução, usando o HxD edite o disco e altere o hexa 42 (dinâmico) para 07 (básico) e o disco passa a ser enxergado com todas as partições, mas com o sintoma de aparecem algumas partições “fantasmas”.

Na figura 1 veja a abertura do disco pelo menu “Extras –> Open Disk”

HxD-1

Na figura 2 encontramos a definição dos tipos de partição, que iniciam na posição 0000001C0 em diante e note o terceiro octeto com o DWORD 42 e altere para 07.

HxD-2

Na figura 3 veja que o disco foi visto como básico, as partições voltaram, inclusive a de 200MB utilizado como System e uma “fantasma” com a letra H que não tinha dono e que segundo referencias era a partição de controle do disco dinâmico.

HxD-3

Assim, após realocar os 200 MB para o disco G:, apagar o disco H: e reformatar a partição 1 que era boot fiquei com o meu disco recuperado e estou utilizando normalmente como uma única partição sem ter perdido dados que estavam na partição 2:

image

image

Importante: Não utilize este recurso em dados sem levar em conta o risco de perder partições, principalmente levando em conta que certos recursos não são suportados (Extend, Expand, RAIDs) em discos básicos. Este recurso é interessante e essencial caso deseje recuperar dados de discos que estejam nas especificações dos discos básicos, ou seja, até 4 partições sem recursos de RAID.

O que é e como calcular IOPS (Exchange, SQL, SharePoint, etc)?

Esta pergunta é frequente, principalmente porque como consultor de soluções da Dell que é um fabricante de hardware temos que saber.

O que são IOPS?

É o número de operações por segundo que um disco individual consegue chegar. Por exemplo, um disco SAS de 10K consegue em média 140 IOPS.

Esta velocidade é padrão na industria com variações entre modelos, mas podemos ter uma base do que é aceitável e o fabricante do disco poderá lhe informar este número.

Porem, note que a diferença é muito grande, principalmente levando em conta os novos discos SSD. Por exemplo, o disco X25-E da Intel (Veja o pdf com as caracteristicas em http://download.intel.com/design/flash/nand/extreme/extreme-sata-ssd-datasheet.pdf) chega a números 30 vezes maiores que os discos SAS e SATA.

image

Porque o IOPS é tão importante?

Esta pergunta é óbvia, mas a explicação pode não ser tão simples. Acontece que na maioria dos casos temos a tendencia de minimizar a questão dizendo que é “performance” ou “percepção do usuário” mas na verdade pode impactar diretamente no funcionando de um aplicativo, em alguns casos até inviabilizando.

Por exemplo, um ambiente Exchange 2003 com 2 mil caixas de correio precisa de 1,5 mil IOPS e este número não é fácil de alcançar. O SQL Server para um banco de dados do SharePoint precisa de 5 mil IOPS para funcionar.

Como calcular o IOPS?

Multiplique o total de discos pelo tipo de RAID e conseguirá o seu número. Segue alguns exemplos:

image

O RAID 1, RAID 10 ou RAID 0 irá lhe proporcional o maior numero de IOPS possivel, já o RAID 5 o calculo leva em conta 1 disco a menos e no RAID 50 2 discos a menos para as paridades.

Como conseguir o maior IOPS possivel com maior capacidade?

Temos tres formas de fazer isso:

  1. Utilize discos de alta performance, como os SAS de 15K ou o SSD, porem são caros e no caso do SSD de tamanhos de apenas 32/50/64/100GB
  2. Utilize o tipo de RAID apropriado para a performance e não visando o tamanho desejado como muitos hoje fazem, o que muitas vezes implica em utilizar RAID 10 para ter a performance total ao invés de RAID 50, perderiamos em capacidade mas ganhamos em performance
  3. Compre um storage que trabalha com as LUNs virtuais, ou seja, ele aloca os dados nos discos conforme a necessidade deste dado e não necessita dizer o tipo de RAID

O que são as LUNs virtuais?

Não vamos entrar no ponto técnico já que este é bem mais complexo, porem podemos entender o que é esta nova tecnologia sem nos tornarmos especialistas em storage.

Usando os storages da Dell como exemplo, o MD3200i trabalha com LUNs da forma normal que conhecemos. Você indica que os discos X a Y formam o RAID 0, de Z a W o RAID 5 e assim por diante. Ou seja, mapeamos diretamente os discos e ficamos dependentes da capacidade de IO individual de cada um.

Já na série EqualLogic podemos definir o tamanho da LUN sem indicar os discos e o próprio storage irá alocar automaticamente os dados mais acessados nos discos mais rápidos (!!!!!!!!!!). Você deve estar achando que é brincadeira ou algo do tipo “conceito”, mas não é!!

Os novos storages vendidos pela Dell, EMC, IBM e outros são inteligentes e permitem misturar os discos. Por exemplo, posso colocar discos SSD na gaveta do storage e mais uma gaveta adicional com 24 discos de 15K SAS e não me preocupar se a LUN que criei está nos discos mais performáticos, quem fará este trabalho é o storage.

E, o mais interessante, quando o storage “perceber” que determinado dado (LUN) é mais acessado que outro ele irá realocar para os discos mais rápidos e fazer o shift dos dados sem intervenção e queda de performance, já que trabalha em background e automático !!!!

Referencias interessantes

Como calcular IOPS para Exchange 2003 http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb125019(EXCHG.65).aspx

Como calcular IOPS para Exchange 2010 http://technet.microsoft.com/en-us/library/ee832791.aspx

Como calcular IOPS para o SQL do SharePoint 2010 http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc298801.aspx

Utilitário para medir IOPS para o SQL Server (SQLIO) http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?displaylang=br&id=20163

Referencia do EqualLogic S6000 http://www.equallogic.com/products/default.aspx?id=9511

Novos Tablets no Mercado

Na semana passada foi anunciado o tão aguardando iPad 2, porem o que vimos em Seattle, WA não era o iPad fazendo tanto sucesso e sim o Kinect e o Inspiron Duo. Também havia o tablet da Asus mas o valor era bem maior que o iPad e o Duo.

 

O que foi possivel ver é que os tablets entraram forte agora no mercado e os notebooks estão se transformando. Ver o Ballmer andar de um lado pro outro no palco no Keynote com um destes tablets e depois falar e demonstrar o equipamento (era um Asus) deixou bem claro as escolhas do mercado profissional.

Como trabalho na Dell, posso falar sobre o lançamento da empresa nesta linha, o Inspiron Duo. O equipamento é fantástico !!!  Veja o video

Executando Windows 7 Home Premium e com a nova geraçao de processadores Intel Atom Dual Core, acompanha 2 GB de memória e um disco de 250 GB (note que de 7.200 RPM).

Equipamento Processador SO Memoria Vantagens Desvantagens Preço
Inspiron Duo Intel Atom Duo N520 Windows 7 Home Premium 2 GB RAM / 250 GB de disco (7200 RPM) É um note, com teclado e todos os recursos normais para trabalho A bateria é de 27W e pesa 1,5Kg.
Não possui 3G mas pode conectar com modem USB

R$ 1.899

U$ 549 (EUA)

iPad 2 ARM Apple A5 iPhone OS 4.3 16 a 64 GB Leve, bateria de aprox. 10 hr e 3G Não permite conexão com equipamentos de mercado, não tem teclado nem apoio para uso como estação de trabalho

R$ 1.599 (iPad 1)

U$ 499 (EUA)

E ai, ainda tem dúvidas de qual vai comprar?    No meu caso, com certeza escolheia o Duo, e posso dizer que não é tendenciosa !!!!

Ah, e o melhor. O Inspiron Duo já está a venda no Brasil http://www.dell.com.br/InspironDuo

Intel vPro Segunda Geração

Em um webcast já havia comentado os recursos que o vPro agrega (clique aqui) mas agora temos novos recursos agregados a partir dos próximos processadores.

image    image

Vamos recapitular algumas informações. Como comentado no post anterior, alguns dos recursos do vPro são já velhos conhecidos como o Turbo Boost, Hyper-Threading e Intel VT para virtualização. Na primeira versão foram incluidos os recursos de KVM que permitem captura remota de tela, o AMT que permite manipular o BIOS da maquina a distancia e outros recursos.

A adição da segunda geração de recursos vPro estão nos processadores para Core i5 (Especificações) e Core i7 (Especificações). Segue um resumo destes novos recursos:

  • Intel® AES-NI (http://software.intel.com/en-us/articles/intel-advanced-encryption-standard-instructions-aes-ni/)
    Recurso que acelera processos de criptografia de dados, principalmente o BitLocker do Windows 7 e Windows 2008 R2.
    É um recurso transparente para o usuário, pois é realizado por softwares como o McAfee, Windows BitLocker e outros.
  • Intel® AT (http://antitheft.intel.com/welcome.aspx)
    Sigla de “Anti-Theft Technology” faz um mapeamento da localização fisica do computador, permitindo que se enviei uma instrução pela internet travando totalmente o computador. Isso inutiliza o equipamento, protegendo os dados sensiveis.
    Porem, é importante notar que será necessário ter um software especifico que tenha suporte a esta tecnologia. Veja no link do AT quais são os monitores e os modelos de computadores que possuem a tecnologia.
  • Intel® InTru™ 3D e Quick Sync Video (http://www.intel.com/technology/visualtechnology/index.htm)
    Novas tecnologias na placa de video onboard destes processadores com suporte a 3D embutido, alem de um acelerador gráfico potente que dispensaria o uso de placas offboard para realização de videos e trabalhos visuais.
    Não se trata de um recurso novo por sí só, mas acelera as funções da placa Intel HD embutida nesta geração de processadores.

Caso queira procurar em detalhes os processadores e os recursos disponiveis veja o link http://www.intel.com/products/core_vpro/index.htm com o resumo tanto das features que já existiam como as novas com muitos links detalhados.

Resumo: Com estes novos recursos a Intel consegue criar um processador quase que monolitico em termos de segurança e usabilidade. A placa de video onboard agora tem resolução e capacidade para manipulação de ambientes gráficos complexos. Os novos recursos são imagináveis apenas para softwares que podiam ser utilizados, porem em caso de formatação de nada adiantaria e agora estamos falando de travar o processador fisicamente inutilizando o equipamento, alem de permitir localizá-lo se integrado com o GPS do computador (quando disponivel).

Posted: mar 07 2011, 15:44 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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