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Deduplicação do Windows Server 2012 R2 com Hyper-V

Ontem em um cliente usei o meu servidor para as Demos de System Center e ele se interessou quando disse que utilizava o recurso Deduplication (ou Dedup) do Windows Server 2012 R2. Consequentemente, a reunião migrou do System Center para otimização de discos com o Hyper-V.

Afinal de contas, o ganho com Dedup em VHDs é impressionante, chegando no meu caso a quase 80% de espaço adicional:

image

Importante: Primeiro ponto nessa conversa é deixar claro que a Microsoft não suporta Dedup para Hyper-V em hosts de Hyper-V para VMs em produção. O motivo é explicado no TechNet http://technet.microsoft.com/en-us/library/hh831700.aspx, e basicamente é porque Dedup em ambiente onde os arquivos estão abertos pode gerar diversos erros:

“Deduplication of open files has not been fully validated for general virtualization or other applications, and additional issues may be encountered.”

Porem, surgem sempre duas perguntas neste caso:

Pergunta 1: Mas o Dedup do Windows 2012 R2 pelo PowerShell tem o modo “Files” e o modo “Hyper-V”, como não é suportado?

Resposta: Para Hyper-V só é suportado para ambiente VDI, onde as maquinas são de usuário com SO cliente. Como em geral ambientes de VDI utilizam o modo de pool e uma única VM é duplicada a cada nova seção, se 100 usuário estão online teríamos 100 VHDs sendo criados dinamicamente com dados duplicados.
Neste caso fica evidente que o uso do Dedup será suportado, uma vez que os VHDs são dinamicos e não estão o tempo todo em uso. Alem disso em geral são utilizados discos diferenciais, mantendo o disco parent imutável.

Pergunta 2: Se não é suportado, porque eu estou usando?  ;-)

Resposta: Não é suportado, mas no meu caso não é ambiente de produção e utilizo Dedup manual:

image

Não mantenho meu servidor 24 horas por dia ligado, então quando todas as VMs estão paradas, normalmente faço isso semanalmente, inicio o Job do Dedup com o comando:

Start-DedupJob -Type Optimization -Volume X:

Depois basta monitorar se o Job já terminou com Get-DedupJob:

Capturar2

Assim, meus arquivos VHD não correm o risco de serem manipulados enquanto estão em uso e garanto que periodicamente está sendo atualizado o Dedup.

Porem, é sempre bom lembrar que para não ter problemas o ideal é ter um disco ou volume separado para os VHDs, pois na configuração do Dedup este volume estará configurado como VDI (ou Hyper-V no PowerShell):

image

Posted: jan 09 2015, 18:20 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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Microsoft e Dell Lançam Solução para Private Cloud

Ontem a Microsoft anunciou oficialmente a disponibilização do produto CPS (Cloud Platform System) que são racks de servidores, storage e rede prontas com Windows Server 2012 R2, System Center e Windows Azure Pack: http://news.microsoft.com/2014/10/20/CloudDayPR/

Para detalhes técnicos de como a solução funciona, este post http://blogs.technet.com/b/windowsserver/archive/2014/10/20/unveiling-the-microsoft-cloud-platform-system-powered-by-dell.aspx?amp traz informações interessantes.

Basicamente é um rack empacotado com a solução pronta para ser utilizada, podendo chegar a 4 racks:

CPS is a pre-integrated, pre-deployed, Microsoft validated solution built on Dell hardware, Windows Server 2012 R2, System Center 2012 R2 and Windows Azure Pack. It combines the efficiency and agility of cloud computing, along with the increased control and customization achieved in virtualized, multi-tenant environments. CPS scales from a single rack to up to four racks and is optimized for Infrastructure-as-a-Service (IaaS for Windows and Linux) and Platform-as-a-Service (PaaS) style deployments.

Let’s take a closer look at CPS

At the hardware layer, a customer can deploy CPS in increments from one to four racks. Each rack has

  • 512 cores across 32 servers (each with a dual socket Intel Ivy Bridge, E5-2650v2 CPU)
  • 8 TB of RAM with 256 GB per server
  • 282 TB of usable storage
  • 1360 Gb/s of internal rack connectivity
  • 560 Gb/s of inter-rack connectivity
  • Up to 60 Gb/s connectivity to the external world

A single rack can support up to 2000 VM’s (2 vCPU, 1.75 GB RAM, and 50 GB disk). You can scale up to 8000 VM’s using a full stamp with four of these racks. Of course customers have the flexibility of choosing their VM dimensions, as we have seen with the private preview deployments with CPS.

Windows 2003 EOL (End Of Live) – Parte 1: Primeiros Passos e Usando o Simulador Microsoft

Em 14 de Julho de 2015, menos de um ano da data de hoje, o suporte ao Windows 2003 acaba e muitas empresas ainda não estão tomando os passos necessários.

image

A Microsoft disponibilizou um site onde podemos baixar os datasheets e utilizar um assistente para gerar relatórios: http://www.microsoft.com/en-us/server-cloud/products/windows-server-2003/

Quais os Riscos e Problemas

  • Fim das Atualizações (Updates) – Apenas os sistemas operacionais Windows Server 2008 e superiores receberão atualizações
  • No Compliance – Operadoras de cartão de crédito e sistemas bancários internacionais (SOX, Basiléia, etc) não permitiram transações a partir desta versão
  • Segurança Afetada – Todos os novos métodos de invasão, falhas de protocolo ou problemas de SO não receberão correção, significando maior investimento em ferramentas adicionais ou inviabilização de métodos e aplicações
  • Alto Custo de Manutenção – Os novos servidores e hypervisors não irão mais fornecer drivers para o Windows 2003, impossibilitando refresh de hardware e atualização de versão do hypervisor/VM tools

Como Começar a Partir de Agora

O primeiro passo é realizar um Assessment no ambiente para descobrir todas as aplicações, para isso podemos utilizar o MAP (Microsoft Assessment and Planning) que gera relatórios muito bons para migração. Ele até mesmo gera os dados de compliance de hardware e indicações para virtualização.

Para utilizar o MAP foi criado um MVA no ano passado, o foco era migração de Windows XP, mas o funcionamento da ferramenta e geração de dados é similar: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/MVA-sobre-MAP-%28Microsoft-Assessment-Planning-and-Toolkit%29.aspx

O segundo passo é analisar compatibilidade das aplicações existentes, o que inclui a versão do web server e dos componentes de aplicações que estejam nestes servidores, versões de banco de dados, etc.

É aqui que está o grande risco, muitos dos profissionais de TI que converso e empresas estão focando em migrar AD, File Server e outros papeis do Windows, que a Microsoft preparou métodos fáceis de migração já que são Roles do sistema operacional. O problemas são as aplicações desenvolvidas internamente ou não.

Por exemplo, o SQL Server 2005 executado no Windows 2003 precisará ser migrado para SQL Server 2008 R2, aplicações escritas em .NET 1.x-2.x executando no IIS do Windows 2003 precisarão ser avaliadas muito criteriosamente, SharePoint 2003 e 2007 precisarão ser migrados para SharePoint 2010 ou 2013…

Estes exemplos deixam claro que o trabalho da migração vai muito além de apenas virtualizar!

Para isso existem muitos softwares que fazem o papel de analisador, como por exemplo, o Dell ChangeBase e o AppZero. O primeiro analisa todas as aplicações instaladas (similar ao Microsoft ACT) e testa automaticamente os métodos padrão e nativos de compatibilização. O segundo possui diversos métodos adicionais de compatibilização e faz um tracking de uma aplicação, gerando um pacote MSI, o que é extremamente útil em cenários onde não temos um instalador e não sabemos as dependências de uma aplicação.

O terceiro passo é analisar as opções, onde podemos avaliar um P2V (migração de máquina física para virtual) on-premisse, migração de sites ou banco de dados para o Microsoft Azure, criação de VMs em ambiente cloud com transferência de serviços e dados, etc.

Esta fase é onde precisamos criar planos bem definidos de migração para cada uma das aplicações e funções que hoje estão no Windows 2003. É a fase onde devemos nos concentrar em parada de serviços, seqüencia das operações, processos de migração, etc.

Conclusão

Deixar para depois a migração dos servidores é muito mais sério do que a migração de estações. Até hoje muitas empresas ainda possuem XP e sentem as dificuldades e custos de manter um sistema operacional sem suporte. Comece desde já a se preparar e será muito mais fácil.

Em um próximo artigo irei falar mais sobre o MAP e outras ferramentas para o Assessment.

Treinamento sobre SDN (Software Defined Network) com Windows e System Center

Este evento que será apresentado no MVA em 19/Março das 12:00 as 17:00 no horário brasileiro responde a uma pergunta importante: O que é SDN?

Aproveite!!!!

 

Software-Defined Networking with Windows Server and System Center Jump Start

Free online event with live Q&A with the networking team: http://aka.ms/SftDnet

Wednesday, March 19th from 8am – 1pm PST

Are you exploring new networking strategies for your datacenter? Want to simplify the process? Software-defined networking (SDN) can streamline datacenter implementation through self-service provisioning, take the complexity out of network management, and help increase security with fully isolated environments. Intrigued? Bring specific questions, and get answers from the team who built this popular solution!
Windows Server 2012 R2 and System Center 2012 R2 are being used with SDN implementations in some of the largest datacenters in the world, and this Jump Start can help you apply lessons learned from those networks to your own environment. From overall best practices to deep technical guidance, this demo-rich session gives you what you need to get started, plus in-depth Q&A with top experts who have real-world SDN experience. Don't miss it!

Register here: http://aka.ms/SftDnet

Utilizando o Hyper-V Replica Parte I–Vantagens e Primeira Réplica

O segundo artigo sobre Hyper-V Replica abordando RPO e RTO esta disponivel em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-Hyper-V-Replica-Boas-Praticas-para-RTO-e-RPO.aspx

Apesar de muito noticiado como novidade no Windows Server 2012, o Hyper-V Replica não está sendo tão utilizado pelos profissionais de TI como esperado. Muito provavelmente temos o desconhecimento e a restrição a ser uma nova tecnologia, o que é natural.

Porem, uma das formas hoje usadas para réplica de VMs e que no Hyper-V criam diversos problemas é a réplica de storage, ou seja, a replicação que ocorre entre os storages em casos de datacenter de redundância (DR).

A tabela abaixo mostra alguns motivos pelo qual Hyper-V Replica é melhor opção a réplica de storage:

Storage

Hyper-V Replica

Performance da Réplica

Performance da cópia usa algoritmos dedicados de compressão

Boa performance, só replica alterações no VHDX, Windows 2012 R2 oferece compressão
Consistência Assegura consistência na réplica

Replica baseada em NTFS, permitindo ativo/passivo e Live Migration

RPO

Permite a réplica em agendamentos regulares ou contínuos Permite agendar a primeira réplica, as atualizações são a cada 5 minutos no Windows 2012 RTM e 30 segundos, 5 minutos ou 15 minutos no Windows 2012 R2

RTO

Necessita que os discos sejam ativados e os hosts Hyper-V inicializados Imediatamente os hosts ativam as VMs no DR
Replica de Novas VMs É necessário criar manualmente no site DR Replica qualquer alteração no XML da VM

Admin Tools

Storage console

Console do Cluster/Hyper-V

Nivel de Especialização Conceitos de Storage geral e do fabricante

Hyper-V e Microsoft Cluster

Cancelamento da Réplica Permite cancelar réplica de uma LUN Permite cancelar a réplica apenas de uma VM ou até mesmo um VHDX
Inversão Necessário reconfigurar a réplica Permite a inversão em modo gráfico

Cluster Mode

Ativo/Passivo Ativo/Ativo
Ação de Recover Recriar/Reiniciar os algoritmos de réplica Menu de contexto para reiniciar ou inverter

O maior problema da réplica de storage para Hyper-V é que a LUN replicada no site DR está offline. Sendo assim, não dá para alterar ou mesmo ver no Hyper-V as VMs no site DR, uma vez que a LUN não está acessivel e só pode ficar no momento de uma virada de operação.

Já o Hyper-V Replica permite inverter as VMs sem qualquer passo adicional, incluindo a reversão (inverter primário com secundário). Porem, iremos falar disso em outro post. Vamos focar no momento da primeira réplica.

Existem duas formas de a primeira réplica ser realizada sem utilizar o link entre os sites do exemplo abaixo:

image

A primeira forma é fazer local a configuração do Hyper-V Replica e esperar o secundário ter todas as VMs prontas.

Este método tem a desvantagem da montagem do storage e servidores em dois momentos, o que pode encarecer o serviço e em muitos casos não haver espaço ou recursos de energia elétrica suficientes.

A outra forma é fazer isso por usar o próprio wizard do Hyper-V Replica escolhendo exportar a VM.

Para isso, ao configurar a réplica de uma VM escolha a opção "Send initial copy using external media” e defina um local para exportar os arquivos como abaixo:

image

O passo seguinte é importar a VM no host onde ela foi criada. Note que a VM é criada no final do wizard acima no host destino, mas sem os arquivos e sem ativar a réplica:

Imagem1

Escolha a localização criada pelo wizard e aguarde a importação:

Imagem3

Completado este item no servidor destino o status estará Warning e no servidor de origem Normal indicando que está ok.

Imagem4

O próximo passo é clicar no servidor de origem na VM e usar a opção Resume Replica para que ele inicie a cópia de sincronização.

Uma dica importante é que o Hyper-V Replica funciona criando um snapshot e enviando o arquivo de snapshot da origem para o destino, portanto não demore muito tempo para fazer a sincronização inicial pois poderá ter problemas de espaço e performance por conta do uso de um disco diferencial do snapshot.

Nos próximos posts iremos abordar melhores configurações e como montar um ambiente de Hyper-V Replica.

Posted: jan 18 2014, 11:39 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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