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Conteudo de preparação para o exame 70-680

A cerca de um ano atrás um grupo de seis profissionais foi convocado pela Microsoft para criar o que seria o “5 Estrelas” do Windows 7, exame 70-680.

Porem, neste meio tempo o programa foi descontinuado e criado um novo conceito de portal para treinamento, o que incluiria videos, artigos, demos, etc. Está disponivel em http://technet.microsoft.com/pt-br/gg263360.aspx

Este novo formato é muito mais rico e disponivel, porque no “5 Estrelas” era necessário que o visitante se autenticasse e dai para frente fizesse provas que indicavam sua habilidade, mas muitos nos diziam que gostariam de ver as funcionalidades que ficavam na quarta ou quinta estrela, por exemplo.

Este é apenas o primeiro dos portais baseados neste novo formato e já está sendo organizado o de SharePoint 2010 Administração e Desenvolvimento, System Center Configuration Manager 2007 R3 e System Center Operations Manager 2007.

Agora foi publicado o portal e eu tive o privilégio de ter realizado os 3 videos de implementação do Windows 7. Posso dizer que assistindo aos videos haverá grande chance de fazer o exame com sucesso !!!!!

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Posted: nov 18 2010, 19:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Certificação Master para SQL-Alteração

Desde que as certificações Master foram lançadas que o maior impeditivo era o fato de serem realizadas apenas em Redmond, com um custo de U$ 18.000 a U$ 25.000 dependendo do pais. No caso do Brasil não sairia por menos de U$ 20 mil levando em conta passagens aéreas.

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A noticia divulgada esta semana é que o MCM de SQL, assim como os outros aos poucos, será liberada pela Prometric. Como irá funcionar?

O candidato deve já ter completados os MCITP de administração e desenvolvimento e ter real conhecimento prático. Não se trata de um exame comum, que se faz em poucas horas escolhendo opções e recebe o resultado no momento. O exame é corrigido pela Microsoft e não por sistemas automáticos.

O exame poderá ser feito em qualquer lugar do mundo, mas por enquanto o Brasil ainda não tem nenhum centro autorizado, já que esta autorização é feita apenas nos centros com alto nivel de segurança, veja a Relação dos centros autorizados e note que já existem no Canadá, Japão, Alemanha, India e outros. Se já tem Malásia e África do Sul o Brasil terá em breve, pelo menos esperamos…

O custo do primeiro exame, o que testa conhecimento e está na imagem abaixo da Prometric é de U$ 500 e o exame baseado em laboratório virtual é de U$ 2.500 mas ainda não está disponivel.

MCM-SQL

Fonte: http://www.microsoft.com/learning/en/us/certification/master-sql-path.aspx

Posted: nov 12 2010, 20:48 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Webcast TechNet: System Center Configuration 2007 R3 e “Cliente Verde”

Realizei junto com o Arnaldo (http://www.arnaldofagnani.com.br) o webcast acima e vamos disponibilizar alguns documentos de conteudo:

Link para o EMET: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Enhanced-Mitigation-Experience-Toolkite28093Evite-ataques-de-Hackers.aspx

Link para o JouleMeter: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Medindo-consumo-de-energia-real-(JouleMeter).aspx

Agradeço muito aos que participaram, e espero encontrá-los em outros eventos.

Posted: nov 10 2010, 15:56 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Webcast TechNet: System Center e o "Cliente Verde"

Webcast TechNet: Webcast TechNet: System Center e o "Cliente Verde"

Idioma(s): Português.
Produto(s): Microsoft System Center.
Público(s): Generalista de TI.
Duração: 60 Minutos
Data de Início: quarta-feira, 10 de novembro de 2010 12:00 Brasília

Visão Geral do Evento

Com o lançamento do sistema operacional Windows 7, novos recursos, cenários de trabalho e eficiências estão surgindo. Na área do TI verde, o Windows 7 contém novos recursos que, quando combinados ao Microsoft System Center, levam à redução dos custos operacionais por meio do gerenciamento de energia controlado centralmente.    Neste webcast, descreveremos os recursos corporativos de gerenciamento de energia que foram introduzidos no recém-lançado Microsoft System Center Configuration Manager 2007 Service Pack 2 (SP2) e no Configuration Manager 2007 R3. Saiba mais sobre a integração com a tecnologia Intel vPro, o planejamento da gestão de energia, a aplicação de diretivas controladas centralmente e os formatos de relatório de padrão industrial, e entenda por que o Configuration Manager deve ser a sua escolha tecnológica para a redução dos custos relacionados à energia.
Palestrantes: Marcelo Sincic e Arnaldo Fagnani

Link para inscrição: https://msevents.microsoft.com/CUI/WebCastEventDetails.aspx?EventID=1032469780&EventCategory=4&culture=pt-BR&CountryCode=BR

Posted: nov 08 2010, 11:22 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Medindo consumo de energia real (JouleMeter)

Tabelas de teóricas de consumo de um microcomputador, notebook ou servidores são amplos na internet. Em geral se utilizam 4 formas de cálculos:

  1. Determinístico Arbitrário – Usa-se capacidade total da fonte menos um percentual arbitrário de uso concorrente. Por exemplo, se a fonte do seu computador é 200W e você não utiliza todas as saidas de energia, arbitra-se o valor de 60%, portanto 120W.
    Este método não é confiável porque não tem qualquer base real para o percentual.
  2. Deterministico Acumulado – Soma-se o consumo da CPU, memória, discos, placa mãe e adicionais levando em conta as especificações técnicas do fabricante de cada componente.
    Este método é exato no cálculo mas pode aumentar o consumo real, pois leva-se em conta o valor de consumo máximo de cada componente, sendo que o processador varia o consumo conforme a demanda, o disco pode desligar em ociosidade, alem de não levar em conta dispositivos USB como teclado, mouse e pendrive.
  3. Consumo Real – Este método é o mais exato e traz o consumo a partir da energia “puxada” pelo equipamento a partir do cabo de força principal com a ajuda de um alicate amperímetro, como a imagem abaixo. Este alicate traz a amperagem, voltagem e consumo pelo arco elétrico gerado no cabo de força ao ser coloca na pinça de leitura.
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    Porem, este método também tem a desvantagem de exigir que a medição seja humana e não manter registros das oscilações conforme o uso dos componentes se ajustam a demanda de processamento.
  4. Consumo Real (heurístico) – Este método é automatizado, inteligente e real. Por meio de fórmulas heurísticas de consumo é possivel saber o total medindo o consumo da CPU, memória e outros componentes a partir de dados dos sensores do computador ou pelos dados de cada componente atualizado. Este cálculo é feito por um software que acumula os dados trazendo a média de consumo, INCLUINDO CO2 !!!
    Para isso baixe a ferramenta JouleMeter criada pela Microsoft Research e gratuito em http://research.microsoft.com/en-us/projects/joulemeter/default.aspx
    image
    O consumo de CPU e memória do programa é infimo e não afetará o ambiente, sendo permitida até a instalação em VMs baseadas em processadores com Intel-VT ou AMD-V.

É isso ai, agora você poderá fazer tabelas reais de consumo dos servidores, estações e outros da sua rede. Em breve farei um post comparando o consumo de servidores visualizando o cenário de virtualização.

Posted: nov 06 2010, 12:50 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'APP-V'
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Exame 70-669–Microsoft Desktop Virtualization

Hoje passei no exame 70-669 que abrange as tecnologias de virtualização de desktops da Microsoft. Ele é o segundo de três exames necessários para o MCITP em Virtualização.

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Vou detalhar as 4 principais tecnologias que são abordadas e alguns exemplos de perguntas. Obviamente que meu exame teve uma parte das perguntas possiveis e não vou passar exatamente os cenários nem as opções.

Seguem materiais de estudos obrigatórios para este exame:

APP-V (Application Virtualization)

Este é a tecnologia que a Microsoft adquiriu a alguns anos e se chamava SoftGrid. O conceito deste tipo de tecnologia é muito interessante, mas apesar de levar o nome de virtualização é bem diferente dos modelos que conhecemos no Hyper-V e MED-V. É formado pelo App-V Manager e o App-V Sequencer.

O trabalho começa ao “sequenciar” uma aplicação e criar um pacote. Este processo nada mais é do que um monitor que ao ser iniciado passa a copiar tudo o que acontecer em um desktop. Após iniciá-lo fazemos a instalação de um software e ao final temos o pacote (package) pronto com todos os arquivos, chaves de registro e atalhos.

Exemplos de perguntas sobre o App-V:

  • Um pacote ficou corrompido, qual a melhor forma de resolver?
  • Como você faria para distribuir um pacote sem ter o App-V Manager no ambiente?
  • Qual a ferramenta para garantir atualizações no pacote sem redistribui-lo?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/appvirtualization/bb508934 e http://technet.microsoft.com/en-us/appvirtualization/cc843994

MED-D (Enterprise Desktop Virtualization)

O MED-V nada mais é do que um automatizador e gerenciador de imagens para o Windows Virtual PC do Windows 7, e é formado pelo gerenciador e pelo MED-V Workspace que fica no desktop.

Esta ferramenta irá permitir que as imagens de Windows XP criadas com aplicativos sejam distribuidas entre os usuarios. Por exemplo, imagine que duas determinadas aplicações não executem no Windows 7 e seja necessário usar o XP Mode. O MED-V ajudará a distribuir, atualizar e controlar estas VMs.

Exemplos de perguntas sobre o MED-V:

  • Como fazer para converter o MED-V já existente para Cluster?
  • Como otimizar a distribuição de imagens do MED-V pela rede?
  • Como evitar que o MED-V consuma muito espaço em disco no servidor?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/windows/bb899442 e http://technet.microsoft.com/pt-br/windows/gg276319.aspx

RDS (Remote Desktop Services)

O RDS é o Terminal Services do Windows 2008 e dispensa grandes explicações. Porem, é importante lembrar que ele é formado por vários componentes: RD Gateway para garantir acesso pela internet, RD Web Access para criar o portal de aplicações pelo browser, RD Broker para distribuir e gerenciar afinidade entre o farm, RD Session para manter os perfis dos usuários.

É importante lembrar muito bem os papeis e como cada um deles se relaciona com outro e qual a melhor forma de trabalhar com estes papeis em uma empresa.

Exemplos de perguntas sobre RDS:

  • Dado um quadro de servidores com várias funções, qual deles seria colocado no Conexão da Area de Trabalho?
  • Como garantir que uma impressora do usuário não seja redirecionada para a sessão remota?
  • Como impedir que um pendrive seja mapeado na sessão remota?
  • Quais portas e serviços adicionais precisam estar habilitados entre os papeis do RDS?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc770412.aspx e http://technet.microsoft.com/en-us/edge/ff945046

VDI (Virtual Desktop Infrastructure)

Esta tecnologia pode ser facilmente explicada como uma junção do RDS com o Hyper-V para criar ambientes virtuais de desktop. Você pode criar várias VMs de Windows 7 no Hyper-V e pelo AD Users and Computers vincular os usuários as VMs quando eles acessarem pelo RDS.

Esta foi a parte do exame que teve menos perguntas, já que o processo de VDI da Microsoft é extremamente simples de ser criado e configurado. Também não é facil encontrar documentação sobre isso, porem no Edge existem muitos vídeos.

Exemplos de perguntas sobre VDI:

  • Como fazer o licenciamento “per-user” e “per-device”, revogar de um ou outro e implementar?
  • Qual a melhor forma de transferir dados de uma VM para outra?
  • Como fazer com que um atalho apareça para todos os usuários?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/edge/ff945049

É isso ai, bom exame e me conte se passou!!!

Posted: out 21 2011, 19:50 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Documentação de Implementação do App-V 4.6

Apesar de já estar em uma versão avançada, o App-V ainda é desconhecido de muitos profissionais. Porem, trata-se de uma ferramenta para virtualização, mas ao invés de hosts virtualiza aplicações. O seu nome anterior do produto era SoftGrid que foi comprado pela Microsoft.

MODELOS DE IMPLEMENTAÇÃO

Basicamente, o App-V permite que aplicações sejam “sequenciadas” e gera-se um pacote com a aplicação, extensão osd.

alt

Note que a aplicação é instalada no papel do servidor “Sequenciador” no (item 1) que gera o pacote que é distribuído pelo System Center ou pelo próprio App-V Server (item 3) para os usuários que tem as aplicações publicadas por regras no AD administradas pelo console do App-V (item 2).

Também é possível não usar uma estrutura tão complexa como a acima e apenas um servidor que sequencia e distribui a aplicação, mas note que neste diagrama usa-se tanto estações quanto o Terminal Services ou RDS (Remote Desktop Service) do Windows 2008.

Centralized-Management

A vantagem de usar o RDS/TS para publicar a aplicação é que os usuários não precisaram ter a aplicação instalada no farm, por exemplo, criando um ambiente muito mais versátil quando utiliza-se este modelo.

A aplicação pode ser enviada para o cliente tanto pelo protocolo proprietário (RTPS/S) como HTTP. Veja no final a referencia para utilizar HTTP no processo de publicação e distribuição dos pacotes.

VANTAGENS E FUNCIONAMENTO

As vantagens do App-V começam no fato de não ter a instalação individual do pacote nas maquinas. Com isso não precisamos publicar um msi no AD ou no SCCM. A aplicação é copiada na maquina do usuário pelo cliente do App-V na primeira execução e extraído dinamicamente quando da execução.

Como a aplicação sequenciada nada mais é do que um cliente witness que monitora uma instalação e copia no osd todas as alterações criadas pelo instalador, o papel do cliente do App-V é fazer as cópias virtuais dos arquivos (dll, exe, bin, etc.) para os diretórios virtuais correspondentes e também as chaves de registry de forma virtual no registro do Windows.

Um exemplo prático seria a instalação de 3 diferentes versões do Office (2003, 2007 e 2010) na MESMA MAQUINA:

  1. No servidor de sequenciamento do App-V instalamos as 3 versões separadamente criando os 3 pacotes de arquivos, contendo os binários, chaves de registry e outros arquivos da aplicação
  2. Utilizando o console do App-V designamos as 3 versões do Office para um usuário
  3. O cliente do App-V baixa os 3 pacotes individualmente (osd e arquivos auxiliares) para um diretório de conteúdo temporário
  4. O cliente App-V cria os 3 atalhos na estação para as versões individuais, sem que a aplicação esteja fisicamente instalada
  5. Ao clicar no ícone de cada versão o cliente do App-V explode o osd e cria as chaves de registry e copia os arquivos da aplicação, porem em uma camada virtual
  6. A aplicação é executada e ao final esta camada virtual é destruída

Este modelo de uso permitirá que ao executar uma aplicação o usuário não tenha “restos” de seus binários no sistema operacional, permitindo compatibilizar aplicações mais novas com as mais antigas.

Outra vantagem indiscutível é a atualização, já que ao sequenciar um service pack ou hotfix o cliente não irá baixar o pacote inteiro, mas sim apenas as atualizações. Além, claro, que ao atualizar no servidor os clientes automaticamente estarão atualizado.

QUEM TEM DIREITO AO App-V

O App-V não é vendido separadamente em formato FPP (caixinha) como outros produtos. Na versão anterior que se chama SoftGrid fazia parte do pacote MDOP que era composto por outros aplicativos.

Agora o App-V é vendido como parte do pacote Microsoft Desktop Optimization Pack, como ferramenta Microsoft Application Virtualization for Terminal Services ou para assinantes do MSDN.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Hot site do produto: http://www.microsoft.com/systemcenter/appv/default.mspx

Documento de implementação com RDS/TS: App-V Remote Desktop Services.docx (119,87 kb)

Publicando e distribuindo por HTTP: http://blogs.technet.com/b/appv/archive/2010/12/02/guide-to-configuring-microsoft-app-v-to-both-publish-and-stream-via-http.aspx

Posted: dez 02 2010, 14:39 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Lançamento do MDOP 2010: Novidades

Hoje foi anunciado o lançamento do MDOP 2010. Para quem não conhece o pacote MDOP (Microsoft Desktop Optimization Pack) é uma série de produtos para quem tem contrato SELECT, ENTERPRISE AGREEMENT e outros de licenciamento, pago conforme o numero de licenças do Windows client e acrescentado ao contrato.

Alguns dos produtos que mais se destacam no MDOP:

MED-V: É como o "XP Mode" do Windows 7, porem centralizado. Imagine poder distribuir as VMs do XP Mode utilizando regras da empresa ao invés de instalar em maquina por maquina. Alem disso o MED-V permite que as regras de software que precisam de emulação sejam definidas e distribuidas em ambiente centralizado. Para mais detalhes veja o post http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/MED-V-e-XP-Mode-do-Windows-7.aspx

SCDM (System Center Desktop Monitoring): Este é excelente. Fornece para desktops controles como o SCOM faz para servidores. Os gráficos que o SCDM gera são muito bons e agora na versão nova o dashboard ficou excepcional.

APP-V 4.6: Esta ai outra boa noticia, o APP-V 4.6 agora tem versão 64 bits !!!!! Isso era um problemaço, mas para entender, primeiro é necessário saber o que é o APP-V. Trata-se de um produto que virtualiza software em um servidor para os clientes. Imagine ter no servidor o Office XP, 2003 e 2007 sequenciado (instalado) e este software ser distribuido aos clientes por demanda quando clicam em um link, se a cópia em cache do cliente estiver desatualizada atualiza automaticamente. Isso é o APP-V. Mas o problema é que não havia versão para x64 e isso limitava em muito quando o cliente adotava ambientes de clientes em 64 bits, o que no ultimo ano se tornou comum. Agora você já sabe porque o APP-4.6 é um grande anuncio.

Segue o link do lançamento: http://blogs.technet.com/virtualization/archive/2010/02/23/MDOP-2010-Launches_2C00_-with-64_2D00_bit-version-of-App_2D00_V-4.6.aspx

Posted: fev 23 2010, 15:36 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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