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MVP Virtual Conference Brasil–Evento Online Gratuito em Março

Microsoft Virtual Conference

Replico o convite para o evento que foi organizado para divulgar conhecimento, como um grande evento online. Irei participar na trilha de Arquitetura e Infra com a palestra “Gerenciando Private Cloud com System Center 2012” junto com o Panissa que irá mostrar como o Service Manager aplica ITIL, o Daniel Donda com o PowerShell e o Waldemir Cambiucci com “Cenários do Mundo Real”. Veja a agenda completa das palestras em http://mvpvirtualconference.azurewebsites.net/palestras

Segue o convite oficial:

“A comunidade de Microsoft Most Valuable Professionals (MVP) convida você para participar do MVP Virtual Conference dias 26, 27 e 28 de Março de forma 100% online.

Aproveite essa oportunidade de entender e tirar suas dúvidas sobre como as tecnologias e produtos Microsoft podem te ajudar a solucionar problemas e/ou otimizar tarefas do seu dia a dia. Aprenda diretamente com MVPs, profissionais reconhecidos pela Microsoft, independentes e especialistas, além de convidados especiais da comunidade técnica brasileira e da Microsoft, como os arquitetos do Microsoft Technology Center (MTC).

Objetivo
Apresentar online capacidades e funcionalidades de produtos e tecnologias Microsoft dentro de um contexto baseado em cenários do mundo real.

Formato
O evento conta com nove diferentes trilhas, abordando tópicos relevantes a cenários do dia a dia para as empresas, profissionais de TI e desenvolvedores. Durante cada dia de evento, três trilhas serão apresentadas por completa de forma online no formato de um webcast. Cada trilha comtemplará apresentações sobre tecnologias e produtos Microsoft dentro de um especifico cenário, finalizando com uma rica sessão estilo roundtable com todos os palestrantes da trilha.
Horário das palestras: Das 08:45 às 17:00hrs com intervalo para almoço das 11:30 às 13:00hrs.

Inscrição
As inscrições são abertas a todos os interessados. Escolha o(s) tópico(s) que mais lhe interessam, clique no respectivo link para realizar a inscrição e receber uma confirmação via e-mail para adicionar ao seu calendário. Fique à vontade em convidar outras pessoas. Clique no assunto de seu interesse abaixo para realizar a inscrição. Clique aqui para ver a lista de palestras que você irá encontrar em cada um dos nove assuntos principais.

Dia 26 de Março / terça-feira

Consumerização de TI
Responsável: Alexandro Prado - MVP
Palestrantes: Jorge Barata (MVP), Paulo Sant´anna (MTAC), Marcondes Alexandre (MVP), Igor Humberto (MTAC), Rover Marinho (MVP)
Exemplo de cenário
: Para você profissional da área, entender Consumerização de TI e as tecnologias que viabilizam isso passam a ser essenciais para você alcançar e ser bem sucedido na sua empresa e acompanhar essa tendência do mercado de TI. Acompanhe esse tema e aprenda como aplicar as tecnologias Microsoft no mundo real.
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Segurança
Responsável: Rodrigo Immaginario – MVP
Palestrantes: Rodrigo Immaginario (MVP), Alberto Oliveira (MVP), Luciano Lima (MVP), Marcos Tupinambá (MVP)
Exemplo de cenário abordado: Uma empresa de consultoria, que possui diversos colaboradores trabalhando de forma remota, recentemente identificou diversas falhas de segurança em sua rede local e na proteção dos seus projetos confidenciais. Para melhorar a segurança do seu ambiente será adotado o conceito de "defesa em profundidade" mas o projeto deverá ser implementado com o mínimo de investimento e em curto espaço de tempo. Veja como as tecnologias já disponíveis nos sistemas operacionais da Microsoft (Server e Client) pode ajudar.
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Gerenciamento de Projetos e Equipes de Desenvolvimento
Responsáveis: André Dias - MVP / Carlos dos Santos – MVP
Palestrantes: Carlos dos Santos (MVP), Ramon Durães (MVP), Marcelo Azuma (MVP), Cláudio Leite (ALM Ranger), André Dias (MVP), Igor Abade (MVP), Adriano Bertucci (MVP), Marcio Sete (MVP)
Exemplo de cenário abordado: Uma empresa de médio porte está em franco crescimento, aproveitando oportunidades do mercado. Suas aplicações estão se tornando mais complexas e o time de desenvolvedores está crescendo. Nos últimos anos, a empresa tem sofrido com uma demanda crescente por suporte, devido constantes falhas no software em produção. A qualidade do software gerado pelos times é sofrível e essa percepção tem crescido no mercado. A empresa espera continuar crescendo, mas precisa corrigir e evitar novos problemas com a gestão de seu processo de desenvolvimento de software. Recentemente, a empresa ouviu falar sobre as novas tendências no desenvolvimento ágil e os benefícios da abordagem para Modern Apps.
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Dia 27 de Março / quarta-feira

Interoperabilidade no Desenvolvimento e Infraestrutura
Responsáveis: André Ruschel - MVP / Rogério de Carvalho - MVP
Palestrantes: André Ruschel (MVP), Rogério Moraes de Carvalho (MVP), Rogerio Cordeiro (Microsoft)
Exemplo de cenário: Uma empresa ampliou seu ambiente de TI recentemente, após a aquisição de duas novas empresas do mercado. Os ambientes de TI das 3 unidades são heterogêneos, contemplando diferentes cenários para monitoração, segurança, bancos de dados, desenvolvimento de aplicações e integração de processos. Mesmo antes da consolidação de todas as unidades, a empresa enfrenta uma demanda crescente por aplicações consumindo informações das 3 unidades de negócio, que rodam em plataformas heterogêneas. As equipes de desenvolvimento e infraestrutura precisam decidir quais são as tecnologias e abordagens para esse cenário de interoperabilidade interna na empresa.
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Arquitetura e Gerenciamento de TI
Responsável: Marcelo Sincic - MVP
Palestrantes: Marcelo Sincic (MVP), Hélio Panissa (MVP), Waldemir Cambiucci (Microsoft), Daniel Donda (MVP)
Exemplo de cenário: Uma empresa possui um datacenter de 3ª geração, baseado em servidores blades adotados de diferentes fornecedores. Ao longo dos anos, a empresa tem usado fortemente o modelo de virtualização, mas tem enfrentado desafios no gerenciamento de sua TI. Constantemente, VM’s são perdidas, o processo de suporte e provisionamento é lento e não existe um portal de autoatendimento para os clientes de TI, o que exige horas de atendimento telefônico e atrasos constantes nas requisições. A empresa adota alguns processos de ITIL v3, mas não possui uma ferramenta unificada de gestão de processos ITIL.
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Desenvolvimento de Software e Aplicativos
Responsáveis: Renato Haddad - MVP / André Carlucci - MVP
Palestrantes: Renato Haddad (MVP), Victor Cavalcante (MVP), André Carlucci (MVP), Rodolpho Marques (MVP)
Exemplo de cenário: Uma empresa da área anúncios desenvolve aplicações para seus mais de 10 mil clientes e está em franco crescimento. O perfil de seus clientes está na classe média, consumindo cada vez mais dispositivos móveis, mas também acessando informações da empresa através de desktops em casa, no trabalho ou através de sites na Web. Como desenvolver novas aplicações atendendo a todos esses requisitos?
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Dia 28 de Março / quinta-feira

Produtividade, colaboração e comunicação unificada
Responsável: João Benito Savastano - MVP
Palestrantes: Fernando Andreazi (MVP), Sara Barbosa (MVP), André Xavier (MVP), Eduardo Freire (MVP), Fernanda Saraiva (MVP), Andrea Morais (Microsoft), João Paulo Sevegnani (Microsoft)
Exemplo de cenário: Uma empresa da área de vendas possui um número grande de vendedores em campo. A maioria de sua força de venda possui pouco tempo para retornar ao escritório ou sincronizar seus dados, acessando as informações da empresa mais de 90% do tempo externamente. Muito processos exigem a aprovação de workflows ou leitura de e-mails do pessoal em campo. Ao mesmo tempo, a empresa tem percebido um aumento crescente em seus gastos com telefonia, devido a maior capilaridade de empresa pelo Brasil.
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Computação em Nuvem
Responsáveis: Lucas Romão - MVP, Evilázaro Alves - MVP, Fabrício Sanchez - MVP
Palestrantes: Lucas Romão (MVP), Evilázaro Alves (MVP), Fabrício Sanchez (MVP), Humberto Silva (Microsoft)
Exemplo de cenário: Pequenas, médias e grandes empresas hoje avaliam sua infraestrutura, em relação aos desafios para o gerenciamento e manutenção do ambiente de TI. O mercado tem apresentado nos últimos anos alternativas para a gestão de TI, através de modelos baseados em nuvem pública ou privada. Mais recentemente, a construção de nuvens híbridas tem recebido destaque em fóruns de arquitetura e gerenciamento de infraestrutura. Uma empresa está hoje com 80% de sua TI baseada em máquinas virtuais sem gerenciamento unificado. Outros 20% estão em máquinas físicas, com aplicações legadas. Como dar o próximo passo?
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BI, Big Data e Gerenciamento de Dados
Responsáveis: Luciano Moreira - MVP, Gustavo Maia - MVP
Palestrantes: Luciano Moreira (MVP), Pericles Rocha (Microsoft), Nilton Pinheiro (MVP), Felipe Ferreira (MVP), Fabiano Amorim (MVP)
Exemplo de cenário: A análise de dados é um dos principais elementos de sucesso para o bom entendimento de diversas linhas de negócio. Sem uma análise de dados robusta, é impossível entender as tendências e comportamento de seu negócio, durante as várias fases de sua execução. Uma empresa da área financeira deseja analisar o comportamento de risco de seus milhares de clientes e investidores. Ela busca ferramentas de análise e mecanismos de integração para consumo de diferentes fontes de dados de seus vários sistemas.
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System Center 2012 SP1 Configuration Analyzer

O SC2012 CA é uma ferramenta baseada no MBCA (Microsoft Baseline Configuration Analyzer) que tem a função de verificar se um ou mais servidores estão configurados de forma segura e com os updates essenciais.

Com o SC2012 CA é possivel estender as funções do MBCA para aplicar também recomendações nas ferramentas da suite System Center 2012.

O primeiro passo é baixar o MBCA 2.0 em http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=16475 e o SCCA em http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36796

 

Executando o System Center 2012 Configuration Analyzer

Note que ao abrir o menu não terá uma opção para o SCCA, uma vez que ele é um plugin do MBCA, como pode ser visto abaixo:

28-02-2013 09-40-41

O passo seguinte é selecionar os computadores que serão validados. Porem, para validar alguns servidores remotos pode ser necessário fazer o registro de segurança com Setspn. Se você não sabe como utilizar, pode usar as instruções do próprio SCCA, como mostrado nos tópicos a frente:

28-02-2013 09-40-51

Os resultados são mostrados em duas abas, sendo possivel ver um resumo ou detalhamento dos dados analisados. No exemplo abaixo executei em um SCSM 2012 SP1 e o resultado inicial é que não há pendencias e permitindo exportar o relatório que pode ser revisado posteriormente depois de salvo com a opção “Open Report” no primeiro pront.

28-02-2013 09-42-38

28-02-2013 09-43-08

Utilizando a opção Collected Data é possivel ver os dados utilizados pelo SCCA para validar o SCSM:

28-02-2013 09-42-49

 

Servidores Remotos

Instalar o MBCA e o SCCA em um único servidor é uitl para evitar a instalação em uma farm de servidores ou mesmo para maquinas com acesso limitado. Porem, em alguns casos nao é possivel executar o SCCA remotamente tendo como resultado a mensagem abaixo:

28-02-2013 10-13-44

A função Credssp permite que o servidor onde o SCCA está instalado tenha acesso ao servidor que está sendo analisado, sendo simples de ser executado.

Atualizando System Center 2012 RTM/SP1 RC para SP1 RTM-Parte 2 (SCVMM, SCDPM, SCSM e AppController)

Com o lançamento da versão final do Service Pack 1 do System Center 2012 foi necessário fazer upgrade das versões dos produtos sem o Service Pack ou com o Service Pack 1 na versão Release Candidate (RC). Não irei abordar o Beta pois ele já estava defasado em relação aos testes em geral.

No meu caso, fiz as atualizações a partir das duas versões de todos os produtos e este será um resumo em duas partes, sendo o primeiro com o System Center Configuration Manager 2012, System Center Operations Manager 2012 e Orchestrator (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Atualizando-System-Center-2012-RTMSP1-RC-para-SP1-RTM-Parte-1-(SCCM-e-SCOM-Orchestrator).aspx).

Este segundo post abordarei o System Center Virtual Machine Manager, System Center Data Protection Manager, System Center Service Manager e System Center AppController.

  A partir do RTM A partir do SP1 RC Agentes
Data Protection Manager Upgrade sem intervenções Upgrade sem intervenções Exige upgrade, desabilita os jobs até que seja atualizado
Virtual Machine Manager Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Atualiza os agentes automaticamente
Service Manager Permite o upgrade, desde que esteja com o Cumulative Update 2 instalado Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database

--

AppController Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Recomendado que o VMM 2012 seja atualizado para o SP1

 

Data Protection Manager (DPM)

Dos 4 produtos que migrei nesta onda o DPM é o unico que permite a migração de forma automática. Basta colocar o instalador e o upgrade ocorrerá sem problemas:

07-01-2013 18-19-38

Porem, é importante que após a migração do servidor seja realizado o upgrade dos agentes, o que pode exigir que o servidor seja reiniciado:

07-01-2013 18-20-55

Importante: O Windows Server 2012 possui um hotfix para evitar que o CSV fique offline durante operações de backup disponivel em http://support.microsoft.com/kb/2799728

 

Virtual Machine Manager (VMM)

A migração do VMM não é permitida, exigindo que seja desinstalada a versão anterior:

07-01-2013 21-05-49

Porem, a solução de manter o mesmo banco de dados (Retain Database) resolve o problema permitindo que a estrutura anteriormente seja  configurada seja aproveitada. Para isso escolha a opção apropriada quando for detectado pelo instalador que já existe um database no SQL Server:

07-01-2013 21-07-42

Na tela posterior será possivel confirmar o banco de dados e permitir o upgrade:

07-01-2013 21-11-51

Por fim, indique que deseja utilizar o mesmo Library existente:

07-01-2013 21-12-13

Assim o ambiente fica operacional e no console será mostrado um warning nos hosts indicando que existe uma nova versão de agente, porem não impossibilita o gerenciamento.

 

Service Manager (SCSM)

O Service Manager pode ser atualizado desde que esteja o Cumulative Update 2 na versão RTM. Se for a versão SP1 Beta/RC o upgrade não é possivel.

Ao iniciar o instalador será possivel escolher a opção de upgrade que ocorre sem muitos problemas, como acontece com o DPM no tópico acima.

Quando temos um servidor com o SP1 beta ou RC a mensagem será de erro como abaixo:

07-01-2013 21-42-03

 

AppController

O AppController não permite upgrade, mas permite a reutilização da base de dados na reinstalação do produto.

O processo é desinstalar a versão existente e reinstalar a nova. Note que não é possivel mudar o banco, as informações aparecem desabilitadas pois o instalador detecta que já havia a configuração anteriormente:

07-01-2013 23-00-01

Atualizando System Center 2012 RTM/SP1 RC para SP1 RTM-Parte 1 (SCCM e SCOM, Orchestrator)

Com o lançamento da versão final do Service Pack 1 do System Center 2012 foi necessário fazer upgrade das versões dos produtos sem o Service Pack ou com o Service Pack 1 na versão Release Candidate (RC). Não irei abordar o Beta pois ele já estava defasado em relação aos testes em geral.

No meu caso, fiz as atualizações a partir das duas versões de todos os produtos e este será um resumo em duas partes, sendo este primeiro com o System Center Configuration Manager 2012, System Center Operations Manager 2012 e Orchestrator.

Segue uma tabela básica com o resultado e depois passo ao detalhamento:

  A partir do RTM A partir do SP1 RC Agentes
Configuration Manager Upgrade após desinstalar o WAIK e instalar o Windows ADK Upgrade sem intervenções Não exige o upgrade, mas relaciona os agentes no relatório das versões
Operations Manager Upgrade sem intervenções Upgrade sem intervenções Não exige o upgrade, apenas apresenta a versão correspondente em “Agent Managed”
Orchestrator Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database. Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database. Integration Packs com as novas funcionalidades do SP1 precisam ser instalados

 

System Center Configuration Manager (SCCM)

Tanto a migração do RTM como do SP1 RC foram transparentes e simples, porem é importante lembrar que o SCCM 2012 ainda utilizava o Windows AIK. O SCCM 2012 SP1 já foi atualizado para utilizar o Windows ADK que era beta na ocasião do lançamento do SCCM 2012. Porem, o processo é simplesmente desinstalar o WAIK e instalar o Windows ADK.

Em ambientes com hierarquia “Parent-Child” (onde são independentes mas fazem troca de dados) pode-se iniciar a atualização em qualquer um dos sites com o risco de ser recusado o upload de dados no Parent em versões diferentes. Por outro lado, em hierarquias “Primary-Secundary” (apenas o primário tem banco de dados) o upgrade deve ser feito de cima para baixo, ou seja, primeiro atualizamos o primário para o banco de dados ser atualizado e depois os secundários, que não irão funcionar corretamente até serem atualizados. Lembrando que neste caso a atualização pode ser feita pelo próprio console do SCCM.

Importante: Um erro no timestamp do certificado usado no agente do SCCM 2012 SP1 gera um erro “Couldn't verify 'C:\WINDOWS\ccmsetup\MicrosoftPolicyPlatformSetup.msi' authenticode signature. Return code 0x800b0101”. Baixe o hotfix em http://support.microsoft.com/kb/2801987

Ao abrir o setup já é possivel ver a opção de Upgrade disponivel, sem qualquer intervenção, como mostram os dois prints a seguir.

07-01-2013 12-06-15

07-01-2013 12-36-18

Os sites e configurações continuam ativas sem problemas, incluindo os agentes:

07-01-2013 14-45-31

 

System Center Operations Manager (SCOM)

Foi a migração mais simples de todas, não foi necessário qualquer atualização de componentes, nem a partir do RTM.

Em ambientes com instalação em multiplos servidores, a ordem básica se mantem como a do upgrade de versões anteriores. Iniciamos a migração pelo servidor que contem o Operational Database antes dos Management Servers e Gateway Servers.

O wizard de instalação detectou com facilidade os componentes instalados e listou o que estava sendo atualizado:

07-01-2013 15-29-13

Ao realizar a atualização foram alteradas as estruturas do banco de dados, motivo pelo qual o wizard recomenda o backup das bases antes do processo de upgrade.

07-01-2013 16-19-38

Ao final, o console abriu com todos os agentes saudáveis e o SCOM atualizado. Lembrando que o agente mostra a versão anterior mas não exige o upgrade:

07-01-2013 16-37-05

 

System Center Orchestrator (SCO)

Na ordem em que eu inicie as migrações, o Orchestrator foi o primeiro a não permitir o upgrade direto das versões anteriores. Tanto a partir do RTM quanto do SP1 RC a mensagem abaixo foi o resultado:

07-01-2013 22-41-24

Neste caso o processo consiste em desinstalar o Orchestrator e reinstalar o produto, porem utilizando a opção “Retain database” na seleção do banco de dados a ser utilizado.

07-01-2013 22-46-43

Após isso, todos os Runbooks estavam disponiveis e funcionaram corretamente, assim como os Integration Packs que continuaram disponiveis no Runbook Designer.

Porem, é importante que para tirar proveito das novas funcionalidades do SP1 é necessário baixar os Integration Packs novos (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Novos-Integration-Packs-para-Orchestrator-2012-SP1-e-Toolkit.aspx) e fazer o deploy a partir do Orchestrator Deployment Manager, que passa a mostrar a versão 7 (RTM) e as versões 7.1 (SP1):

07-01-2013 23-13-20

É importante que após a instalação dos novos Integration Packs os Runbooks continuaram funcionando normalmente, como o exemplo abaixo:

image

Posted: jan 15 2013, 11:16 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novos Integration Packs e Toolkit para Orchestrator 2012 SP1

Junto com outras novidades, como os agentes para Linux, Unix e Mac para o SCCM 2012 SP1 (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Monitorando-Macintosh-(Mac)-e-LinuxUnixSolaris-com-o-System-Center-Configuration-Manager-2012-SP1-(SCCM).aspx) no dia 03 de janeiro foram liberados os OIPs para os produtos System Center 2012 SP1 e outros.

Agora é possivel baixar todos os Integration Packs para System Center 2012 SP1 em um unico link: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=34611

Neste link é possivel baixar em um unico pacote:

  • System Center 2012 SP1 - Virtual Machine Manager
  • System Center 2012 SP1 - Operations Manager
  • System Center 2012 SP1- Data Protection Manager
  • System Center 2012 SP1- Service Manager
  • System Center 2012 SP1- Configuration Manager
  • System Center 2012 SP1 - Orchestrator Integration Pack for REST
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Exchange User
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Exchange Admin
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for FTP
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Active Directory
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Windows Azure

Os Integration Packs para System Center já abordei em outros tópicos e na palestra na PUC em dezembro http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Webcast-Integrando-Solucoes-com-System-Center-2012-e-Orchestrator.aspx e http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Gravacao-da-Palestra-Gerenciando-Private-Cloud-com-System-Center-2012-no-MVP-IT-ShowCast-na-PUC.aspx

No mesmo link está disponivel o Toolkit que é composto por uma série de aplicativos que funcionam como wizards para criar novas tarefas nos Integration Packs, sendo o Orchestrator SDK a sua ferramenta mais importante qeu se integra ao Visual Studio para permitir criar não só atividades em IPs existentes, mas também criar novos Integration Packs.

Adicionalmente foi liberado o Integration Pack para VMWare VCenter, o que é essencial em ambientes com virtualização em multiplos hypervisors: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=34604

Posted: jan 07 2013, 16:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Deduplicação do Windows Server 2012 R2 com Hyper-V

Ontem em um cliente usei o meu servidor para as Demos de System Center e ele se interessou quando disse que utilizava o recurso Deduplication (ou Dedup) do Windows Server 2012 R2. Consequentemente, a reunião migrou do System Center para otimização de discos com o Hyper-V.

Afinal de contas, o ganho com Dedup em VHDs é impressionante, chegando no meu caso a quase 80% de espaço adicional:

image

Importante: Primeiro ponto nessa conversa é deixar claro que a Microsoft não suporta Dedup para Hyper-V em hosts de Hyper-V para VMs em produção. O motivo é explicado no TechNet http://technet.microsoft.com/en-us/library/hh831700.aspx, e basicamente é porque Dedup em ambiente onde os arquivos estão abertos pode gerar diversos erros:

“Deduplication of open files has not been fully validated for general virtualization or other applications, and additional issues may be encountered.”

Porem, surgem sempre duas perguntas neste caso:

Pergunta 1: Mas o Dedup do Windows 2012 R2 pelo PowerShell tem o modo “Files” e o modo “Hyper-V”, como não é suportado?

Resposta: Para Hyper-V só é suportado para ambiente VDI, onde as maquinas são de usuário com SO cliente. Como em geral ambientes de VDI utilizam o modo de pool e uma única VM é duplicada a cada nova seção, se 100 usuário estão online teríamos 100 VHDs sendo criados dinamicamente com dados duplicados.
Neste caso fica evidente que o uso do Dedup será suportado, uma vez que os VHDs são dinamicos e não estão o tempo todo em uso. Alem disso em geral são utilizados discos diferenciais, mantendo o disco parent imutável.

Pergunta 2: Se não é suportado, porque eu estou usando?  ;-)

Resposta: Não é suportado, mas no meu caso não é ambiente de produção e utilizo Dedup manual:

image

Não mantenho meu servidor 24 horas por dia ligado, então quando todas as VMs estão paradas, normalmente faço isso semanalmente, inicio o Job do Dedup com o comando:

Start-DedupJob -Type Optimization -Volume X:

Depois basta monitorar se o Job já terminou com Get-DedupJob:

Capturar2

Assim, meus arquivos VHD não correm o risco de serem manipulados enquanto estão em uso e garanto que periodicamente está sendo atualizado o Dedup.

Porem, é sempre bom lembrar que para não ter problemas o ideal é ter um disco ou volume separado para os VHDs, pois na configuração do Dedup este volume estará configurado como VDI (ou Hyper-V no PowerShell):

image

Posted: jan 09 2015, 18:20 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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Microsoft Azure RemoteApp

Recentemente a Microsoft anunciou o lançamento deste serviço, chamado de RemoteApp.

Introdução ao RemoteApp

O RemoteApp é um serviço para permitir a execução de aplicações instaladas no Azure sejam executadas em máquinas Windows, Mac, iPad, iPhone e Android.

É a mesma coisa que o Remote Desktop Services (RDS) do Windows Server 2012?

Basicamente sim na utilização pelo usuário final, mas difere no funcionamento comparado ao Remote Desktop Services disponivel no Windows Server 2012.

No RDS publicamos as aplicações nos servidores Windows e definimos os atalhos destas aplicações baseadas no farm de servidores RDS que foram criados. É baseado nas aplicações que rodam no servidor, criando instâncias das aplicações. Só é possivel publicar aplicações que estejam instaladas em todo o farm.

No Azure RemoteApp fazemos o upload de uma maquina virtual criada no Hyper-V para o Azure e o sistema apresenta as aplicações disponiveis nesta VM para serem oferecidas ao cliente. As instâncias que o usuário funcionam no modelo de auto-provisionamento, onde a VM é criada conforme a necessidade de novas execuções. Alem disso, cada VM pode conter diferentes aplicações e o Azure é o responsável por iniciar a VM correspondente aquela aplicação solicitada pelo usuário.

Criando Serviço RemoteApp

Como o RemoteApp ainda é Preview, é necessário solicitar acesso a ele pelo portal do Azure, que pode demorar até uma semana para ser concedido. Após receber o email liberando o uso, podemos ver o serviço no painel.

Importante lembrar que no periodo de Preview o uso é gratuito, mas após a disponibilização pública ou GA (Global Availability) passa a ter um custo utilizar este serviço.

No painel do Microsoft Azure será possivel ver o RemoteApp e criar serviços:

RemoteApp (1)

Para criar o serviço, basta utilizar o botão “New” do Azure e criar uma instância. No meu exemplo utilizei a VM já padronizada com Office 2013 que o Azure dispõe como padrão, mas veja que no menu do serviço acima temos a opção “Template Images” onde podemos colocar as nossas aplicações customizadas, bastando utilizar o Windows Server 2012 R2 com SysPrep.

Após criar a instância do serviço, o passo seguinte é definirmos os acessos. Se o seu ambiente possui o Azure AD poderá utilizar os usuários do Dominio, se não houver a integração podemos usar diretamente as Microsoft Accounts como o exemplo abaixo:

RemoteApp (2)

Após definir o acesso e criar o serviço definimos quais aplicações serão disponibilizadas. Esse processo pode ser feito apresentando as aplicações pelo caminho na VM ou pelo Menu Iniciar, como o exemplo abaixo:

RemoteApp (3)

RemoteApp (4)

Terminado isso, as aplicações estão publicadas e já é possivel abrir com o cliente RDP especifico do Azure RemoteApp.

Utilizando as Aplicações no Windows

Entre no site https://www.remoteapp.windowsazure.com e instalar o cliente RDP da Microsoft, como pode ser visto abaixo:

RemoteApp (5)

Ao instalar o cliente já podemos ver as aplicações publicadas e utilizá-las, o que é muito fácil e rápido uma vez que está vinculado ao seu usuário no RemoteApp:

RemoteApp (6)

RemoteApp (7)

Veja no exemplo acima que o Excel tem o ícone com o simbolo do RDS, indicando que se trata de uma aplicação remota. Mas para o usuário, nada muda e toda a execução é transparente.

Utilizando o Azure RemoteApp no iPad

O passo seguinte é abrir em um dispositivo não-Windows. Utilizei neste caso o iPad.

Para iniciar bastou entrar no site e pedir para instalar o cliente RDP que automaticamente abriu a Apple Store:

iPad (1)iPad (2)

Ao abrir o cliente Microsoft RDP no iPad utilize o “Add Microsoft RemoteApp” que já está disponivel nesta versão do cliente para incluir o Microsoft Account vinculado no RemoteApp, digitar os dados de acesso e aceitar o invite apresentado:

iPad (3)iPad (4)

Automaticamente as aplicações publicadas já estão disponiveis para uso, de forma muito prática:

iPad (5)

Ao clicar na aplicação desejada o cliente RDP irá fazer o login no Azure e instanciar a aplicação selecionada de forma dinâmica:

iPad (6)

E a mágica acontece! O Excel está aberto na tela do iPad com recursos completos e possibilitando trabalho remoto:

iPad (7)

Dúvidas Adicionais

É possivel usar o RemoteApp para abrir aplicações na minha estação local ou device (iOS e Android)?

Não, o RemoteApp não tem acesso aos recursos locais da maquina ou device. Porem, ele utliza como padrão para salvamento o OneDrive que permite a troca do arquivo com a sincronização padrão e possui cliente para os devices suportados.

Posso administrar remotamente as sessões como no RDS?

Sim, no console do Microsoft Azure é possivel enviar uma mensagem para o usuário, encerrar a sessão ou desconectar todos ou um unico usuário selecionado:

RemoteApp (8)

É complexo o processo para publicar as minhas próprias aplicações?

Não, é bem simples. Crie uma VM no Windows Server 2012 R2 (utilizando Gen1 com VHD, o Azure não suporte VHDX), instale as aplicações e execute o SysPrep. Depois disso na opção do console do RemoteApp utilize a opção “Template Images” para fazer o upload do VHD.

É possivel integrar o RemoteApp em um farm RDS ou no meu ambiente de rede local?

Sim, porem este processo é complexo e necessita que seja criado um gateway virtual que aponta o RemoteApp para o seu ambiente com IP Público. Para fazer este processo consulte a documentação disponivel no site do Microsoft Azure, que por se tratar de um Preview ainda não é extensa e simples de ser consultado passo-a-passo.

Utilizando o Hyper-V Replica Parte II - Boas Práticas para RTO e RPO

No primeiro post sobre Hyper-V Replica abordamos as vantagens sobre réplica de storage e como iniciar a configuração e réplica http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-Hyper-V-Replica-Parte-1e28093Vantagens-e-Primeira-Replica.aspx

Neste segundo post vamos abordar como o RTO e RPO são importantes e como o Hyper-V Replica se encaixa nestes conceitos.

Recovery Time Objective e Recovery Point Objective

Basicamente os termos RTO e RPO indicam os objetivos que uma solução de desastre deve cumprir:

  • RTO – Tempo máximo para se recolocar o serviço em produção
  • RPO – Tempo máximo de dados que podem ser “perdidos” entre o evento de desastre e o ambiente restaurado

Um bom exemplo de como estes valores se relacionam e o que significam pode ser explicado no gráfico abaixo:

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No exemplo acima conseguimos “enxergar” claramente o RTO e o RPO:

  • RTO foi de 5 horas e 3 minutos, entre as 05:15 e as 10:18
  • RPO foi de 3 horas e 15 minutos, entre as 02:00 e as 05:15, uma vez que o backup foi realizado as 2 da manhã

Como determinar o RTO e RPO

Estes valores são determinados por um plano que é chamado de DRP (Disaster Recovery Plan) que é orquestrado por consultorias especializadas neste tipo de processo. Geralmente é realizado quando uma organização está atualizando seu datacenter e, consequentemente revendo suas políticas de recuperação dos dados ou montagem do datacenter redundante.

O processo de levantamento destes dados se baseia em entrevistas e dados do ambiente de TI e, entre outras coisas, coleta:

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Porque o Hyper-V Replica é uma ótima opção

O processo de backup é uma das formas que o RPO e RTO podem ser cumpridos, porem as práticas normais de restore muitas vezes são impeditivas levando em conta o tempo que é perdido entre o ultimo backup e a falha (RPO) e o tempo necessário para se restaurar um servidor a partir de backups (RTO).

Com o Hyper-V Replica o tempo de RTO é minimo, uma vez que as réplicas mantem a maquina virtual (VM) no ambiente de redundância integra.

E o RPO?

Em um ambiente de backup o RPO é facilmente calculado e mantido. Por exemplo, se o RPO da aplicação CRM tem perda máxima calculada em 30 minutos, podemos fazer o backup incremental a cada 15 ou 30 minutos.

No caso do Hyper-V Replica este tempo não é determinado de forma simples, uma vez que o tempo de replicação (Replication Frequency) de cada VM indica o intervalo e não o periodo desejado de proteção. Seria muito bom ter uma opção onde pudesse ser indicado qual o tempo máximo em que uma réplica pode estar desatualizada…

Um segundo item importante é levar em conta o grupo de uma aplicação, por exemplo mais de um servidor que forma a mesma aplicação e precisa estar com a réplica sincronizada por igual. Como o Hyper-V Replica não tem o conceito de grupo de serviço, não temos como garantir a integridade do conjunto da aplicação.

Outra dificuldade no Hyper-V Replica é o baixo número de opções de intervalo da réplica (Windows 2012 a cada 5 minutos, Windows 2012 R2 a cada 30 segundos, 5 minutos ou 15 minutos):

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Imagine um cluster com 80 VMs, sendo que cada VM tem impacto diferente no negócio ou requisitos técnicos particulares. Destas 80 VMs algumas são servidores web que podem ser replicadas uma vez por dia, outras são servidores de aplicação que só precisam ser replicados quando sofrem algum tipo de atualização e, por fim temos os servidores que precisam ser replicados continuamente.

Como configurar diferentes RPO?

Uma prática que pode ser adotada de forma simples, é colocar as máquinas em grupos de criticidade e configurar utilizando as 3 janelas de réplica do Windows 2012 R2 (30 segundos, 5 minutos e 15 minutos).

O problema é que se a VM que será replicada a cada 30 segundos for, por exemplo um banco de dados e o ambiente de redundância for por WAN, o consumo do link será muito alto e as outras VMs entrarão em intervalo de réplica e com isso todas as réplicas ocorrerão simultaneamente. Com isso, o RPO ficará prejudicado para todas as VMs críticas e muito baixo para as maquinas não criticas.

Uma boa prática neste caso é configurar as VMs com RPO maior que 2 horas para serem replicadas manualmente por meio de PowerShell abaixo:

Resume-VMReplication MaquinaVirtual –Resynchronize –ResynchronizeStartTime “8/1/2012 05:00 AM”

Este comando pode ser executado pelo Task Scheduler ou utilizando o Orchestrator com schedule embutindo o comando.

No exemplo citado anteriormente, as VMs de banco de dados ou informações como File Server ficariam com a configuração do próprio Hyper-V a cada 5 ou 15 minutos. As VMs estáticas poderiam ser configuradas com replicação manual, e com tarefas ou runbook agendados e recorrentes replicar pontualmente conforme o grupo de criticidade.

Conclusão

Este segundo post abordamos como alcançar o RTO e RPO.

O próximo post irei abordar os comandos e a sequencia de comandos PowerShell que podem ser executados como script ou com Runbook no Orchestrator.

Novo Microsoft MVA: Novidades do Windows Server 2012 R2

Este final de semana foi liberado mais um Microsoft Virtual Academy (MVA) sobre Windows Server 2012.

Abordamos as novidades do sistema operacional na versão R2, na infraestrutura de rede (NVGRE, OMI, etc) e Hyper-V (Shared VHDX, ativação automática, etc).

Acesse em http://www.microsoftvirtualacademy.com/training-courses/novidades-do-windows-server-2012-r2

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Posted: out 21 2013, 10:49 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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