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Novos Ebooks–Windows Server 2012 R2 e SCCM 2012 Field Experience

Estes novos dois ebooks liberados pela Microsoft Press este mês são essenciais para quem quer se aprofundar nas novidades do Windows Server 2012 R2 e utiliza o System Center Configuration Manager 2012.

O primeiro dos livros trata das novidades do Windows Server 2012 R2. Com 242 páginas e escrito por Mitch Tulloch com apoio dos times de produto é muito bom em conteudo e organização:

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O segundo é um livro de dicas do SCCM 2012 com 92 páginas pelos funcionários de suporte em campo (FTE) da Microsoft e também editado por Mitch Tulloch. O livro tem a divisão por tópicos diversos e não foi criado para ser um auto-estudo, mas sim referencias especificas:

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Posted: nov 25 2013, 13:48 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novo Microsoft MVA: Novidades do Windows Server 2012 R2

Este final de semana foi liberado mais um Microsoft Virtual Academy (MVA) sobre Windows Server 2012.

Abordamos as novidades do sistema operacional na versão R2, na infraestrutura de rede (NVGRE, OMI, etc) e Hyper-V (Shared VHDX, ativação automática, etc).

Acesse em http://www.microsoftvirtualacademy.com/training-courses/novidades-do-windows-server-2012-r2

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Posted: out 21 2013, 10:49 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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E-book gratuito sobre System Center Orchestrator 2012

Este livro é muito bom, apesar de estar disponivel a alguns dias só hoje tive a oportunidade de ler o conteudo.

E posso dizer que o conteudo é excelente!!!!

http://blogs.msdn.com/b/microsoft_press/archive/2013/09/18/free-ebook-system-center-designing-orchestrator-runbooks.aspx

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  • Contents
  • Introduction xi
  • Chapter 1 Introducing System Center 2012
  • Chapter 2 System Center Orchestrator
  • Chapter 3 Orchestrator architecture and deployment
  • Chapter 4 Modular runbook design and development
  • Chapter 5 Orchestrator runbook best practices and patterns
  • Chapter 6 Modular runbook example
  • Chapter 7 Calling and executing Orchestrator runbooks
  • Appendix the Windows PowerShell source code for core component
  • Appendix B Steps to set up VMM to Service Manager integration
Posted: set 30 2013, 23:57 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Desenhando Soluções de Microsoft Lync 2013

Uma das tarefas de arquitetura é determinar posicionamento, carga, roles e configurações de um produto.

Em muitos produtos a Microsoft fornece aplicativos que permitem fazer o desenho  da topologia com informações detalhadas, e um destes é o Microsoft Lync Server 2013 Planning Tool disponivel em http://www.microsoft.com/en-us/download/confirmation.aspx?id=36823

A ferramenta é simples de instalar, mas muito útil e fornece informações que serviram de base para o desenho final. É importante lembrar que ferramentas de design de topologia servem de referência, mas cabe ao arquiteto utilizar estas informações para fazer o desenho final da solução desejada.

Irei neste artigo detalhar a ferramenta e a cada dado especificado tentar colocar o que será afetado na topologia conforme a opção escolhida.

 

Utilizando o Lync Planning Tool – Definição de Roles

Ao abrir a ferramenta podemos ver diversos detalhes e iniciar o processo. Do lado esquerdo temos uma série de links para entender a ferramenta, a barra de ferramentas com as funcionalidade de geração das planilhas Excel (XML) e desenho em Visio. No centro temos como ler um design salvo (File…Open…botão Display) ou criar um novo desenho em Design Sites:

09-09-2013 07-29-38

Ao iniciar o desenho de uma nova topologia será necessário inserir os dados de como o cliente irá utilizar o Lync. O primeiro destes dados é sobre Audio/Video conferencia que influirá diretamente no número de Frontend Servers necessários, apesar de ser ponto a ponto (peer-to-peer) quando utilizado o Lync Client:

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Dial-In é o recurso do Lync de permitir que um usuário entre na conferencia diretamente por um telefone comum utilizando um número criado para cada meeting. É importante lembrar que este recurso depende da integração entre o Lync e o PBX VoIP:

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Web Conferencing são as reuniões (meetings) entre usuários de Lync Client e usuário externos na internet. Diferente da primeira opção (Audio/Video), aqui estamos identificando que o cliente irá fazer reuniões com usuários não locais, o que é bem diferente e irá impactar em Edge Server e Frontend Servers:

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Enterprise Voice é o recurso da integração do Lync Server com o PBX VoIP, que alem da integração entre o cliente do Lync e o telefone também faz o encaminhamento de mensagens para o Exchange, o Voice Admissions para conferencias (Dial-in Conference) e outros recursos. Essencial lembrar que para isso é necessário ter a licença Lync Enterprise para o cliente e o servidor. Habilitar esta configuração impacta no numero de Frontend, Mediation e Gateway Server (se o PBX não é diretamente compatível com o Lync):

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Quando se implementa o recurso acima (Enterprise Voice) é possivel criar a integração entre o Lync Server e o Exchange Server. Por exemplo, ao receber uma mensagem na caixa postal do ramal esta mensagem é transformada em texto pelo reconhecimento de voz do Lync Server e enviada para o email do usuário em forma de texto e arquivo de som anexado. Esta configuração exige o Exchange Server 2010 e preferencialmente o Exchange 2013, alem de impactar no número de Frontend Servers:

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O CAC(Call Admission Control) é um recurso do Lync quando integrado ao PBX para trazer qualidade as ligações. Com ele o Lync controla a banda de VoIP fazendo o roteamento para linhas comuns (PSTN) quando a internet WAN utilizada para ligações IP estiver com tráfego alto.  É essencial para garantir qualidade nas ligações em sistemas integrados:

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A monitoração irá gerar dados detalhados da qualidade e utilização do Lync para estatisticas e geração de relatórios, o que permitirá ao administrador verificar a demanda e priorizar os investimentos na topologia quando precisar de expansões. Esta função é uma role separada de outras, apesar de ser possível ser compartilhada em um mesmo servidor físico Frontend:

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O Archive é o recurso que no Outlook cria uma pasta “Conversation History” ou um botão de histórico no Lync Client. Ele pode ser configurado para utilizar o SQL Server ou o Exchange 2013. O ideal é sempre utilizar o Exchange, assim a integração com o Outlook é garantida, porem apenas com o Exchange 2013 ela é possível. Utilizar o SQL Server irá criar uma base de dados pequena, uma vez que no IM (Instant Messenger) não costumamos utilizar imagens ou sons. É uma role separada, podendo ser compartilhada com outras roles assim como as outras:

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O Chat Persistente é um recurso utilizado para habilitar uma tab no cliente Lync 2013 onde é possivel criar conversações que ficam arquivadas e disponiveis para leitura posterior pública ou limitada a uma lista de usuários especificadas pelo criador da conversação. Impacta no número de Frontend Servers e no espaço utilizado no banco de dados do Lync:

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É a role que suporta o acesso para dispositivos móveis, lembrando que o Lync 2013 já possui clientes para iOS, Android e Windows Phone, permitindo inclusive chamadas de voz. Impacta no número de servidores Frontend e principalmente Edge Servers:

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O recurso de federação permite que os clientes do Lync internos se conectem com clientes MSN e outros. Com este recurso é possivel que os usuários corporativos usem o Lync para conversar com usuários Microsoft Live e impacta no número de Edge Servers necessários, e está disponivel gratuitamente no Lync 2013 para a licença Enterprise:

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Alta disponibilidade irá definir a necessidade de cluster do SQL Server e pools de Frontend e Edges Servers:

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Obviamente, serve apenas como informativo para os relatórios de ranges de IPs necessários no projeto final:

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Utilizando o Lync Planning Tool – Definição de Sites

No próximo passo é necessário definir quantos sites o cliente possui, o que será utilizado em cada site e para quantos usuários.

Note que as perguntas anteriores servem para indicar os recursos que serão considerados nesta fase. Ou seja, é possivel alterar as opções anteriores por clicar nos checkboxes em cada site. Conferir com cuidado o que cada site utilizará de recursos é importante neste ponto, já que em geral cada site tem diferentes necessidades:

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Esta opção serve apenas como informativo para o numero de certificados e o desenho final gerado, com os sites existentes no clientes:

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As próximas duas telas definem métricas de reuniões e voz que serão consumidas. Estes dados são baseados em experiência e histórico que podem ser obtidas com o pessoal de telecomunicações do cliente:

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Para integração com o PBX é possivel utilizar gateways (equipamentos dedicados a fazer o roteamento entre o PABX tradicional e o Lync), SIP Truking (integração direta com o PBX VoIP e o Lync) ou conexão já existente. Estas definições são realizadas pelo pessoal de telecomunicações previamente ao design do Lync:

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Neste ponto definimos o percentual de usuários que tem ramais integrados para Unified Messaging. Na maioria das empresas não são todos os funcionários que possuem ramal próprio ou que precisem deste recurso, por exemplo para mesas de atendimento rotativo. Este dado é definido pelo cliente em questionários prévios:

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Defina quantos usuários irão fazer acesso externo, o que implica em mais servidores Edge do Lync:

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Defina quantos usuários utilizaram o recurso de Chat Persistente. Este dado é díficil de ser levantado, já que dificilmente a empresa terá isso antes do projeto. Porem, pode-se usar o percentual padrão de 20% que são aqueles que utilizam recursos assim, já que a grande maioria usa apenas o IM, sem criar salas de discussão. Um bom parametro para saber se este recurso é muito utilizado é por verificar a utilização de Pastas Públicas do Exchange:

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Defina o percentual de usuários que utilizarão os clientes Android, iOS e Windows Phone:

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Mediation Server é a role que faz integração entre o PBX e o Lync. Defina se irá utilizar um servidor único ou compartilhado para esta função. Obviamente que impacta no número de servidores e depende do número de ramais existentes no PBX:

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Por último defina sites que se conectam a sua estrutura. Neste caso são locais que conectam nos servidores localizados no site que foi definido e não locais onde haverá estrutura separada de servidores, o que e considerado outro site:

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Terminado de definir os dados do site, pode-se repetir a operação várias vezes para outros sites, lembrando que entende-se como "Central Site” aqueles locais onde haverá servidores Lync:

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Utilizando o Lync Planning Tool – Visualizando Resultados

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Ao clicar no botão Draw no final dos questionários podemos ver a topologia básica necessária, com os sites definidos.

Note que na lateral direita temos a configuração total de servidores necessários, onde temos a necessidade de servidores fisicos e roles:

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Clicando em cada site é possivel ver a estrutura sugerida, como o exemplo abaixo. Veja que na lateral direita em Ações é possivel retornar ao desenho global e ter acesso aos documentos online da Microsoft para as tarefas de planejamento, bem como a documentação de construção do ambiente:

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Ainda em cada site é possivel ver detalhes (3 abas seguintes), como a topologia IP para os servidores Edge com os ranges necessários, bem como as URLs. Importante que os ranges de IP e os nomes são apenas sugestões e precisam ser alterados para se adequar ao ambiente do cliente:

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Utilizando o Lync Planning Tool – Exportando os Dados

Utilizando a barra de ferramentas do Planning Tool vemos a possibilidade de criar um arquivo Visio com todos os diagramas gráficos mostrados nas imagens anteriores ou criar uma planilha Excel com os relatórios:

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O Visio exportado concentra todos os desenhos de topologia global e de sites separados em abas, podendo ser útil para apresentar ao cliente visualmente o design, uma vez que é possivel alterar os desenhos já que são baseados em stencils e não gráficos:

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A planilha Excel traz os relatórios de dados detalhados em abas, incluindo informações adicionais como o hardware necessário para cada servidor, o posicionamento e as configurações de firewall e certificados. Esta planilha é essencial na seção de requisitos a ser entregue ao cliente para preparação da implementação do ambiente Lync 2013:

09-09-2013 07-44-39

 

CONCLUSÃO

A ferramente Lync Server 2013, Planning Tool é um recurso inestimável para quem faz arquitetura de soluções tanto para pequenas quanto grandes empresas. Seus relatórios de necessidades de certificado, firewall e configurações ajudam mesmo quando estamos falando de um único servidor para todas as funções.

Posted: set 09 2013, 09:57 by msincic | Comentários (4) RSS comment feed |
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Integrando Visualizações do Operations Manager 2012 no SharePoint 2013 com o Visio Services

Uma necessidade que muitos clientes solicitam é a possibilidade de integrar visualizações dinâmicas do System Center Operations Manager 2012 em TVs ou disponibilizar dados publicamente pelo SharePoint ao invés de utilizar o console.

Introdução

Este recurso é possivel por utilizar o Visio Services do SharePoint Enterprise 2013 integrado com o serviço de publicação de dados do SCOM, proporcionando uma visualização como abaixo com o site completo com 3 webparts, ou mesmo usando os Dashboards:

SNAG-0000

Nota: Apenas a primeira das webparts é dinâmica e online. As duas webparts de diagrama são apenas representações estáticas de um arquivo Visio gerado no console do SCOM.

Abaixo detalhes de uma webpart ampliada, onde temos os servidores desejados para a monitoração em tempo real:

SNAG-0001

Como este recurso é interativo, ao clicar com CTRL em um dos servidores, automaticamente será aberto o Operations Manager Web Console com o Healthy Check do servidor:

SNAG-0002

Mostrado o recurso e a sua integração em tempo real, vamos considerar como montar.

Configurando a Integração do Visio com o SCOM

O primeiro passo é baixar o pacote Microsoft Visio 2010 and SharePoint 2010 Extensions for System Center 2012 em http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=29268

No diretório Client será possivel instalar o conector no Visio que o permite ler dados do SCOM e gerar os Shapes no diagrama, estando disponivel em versão 32 e 64 bits:

SNAG-0015

Ao abrir um novo documento no Visio agora será possivel na barra de ferramentas ver a opção Operations Manager e clicando no botão Configure temos as opções para indicar o servidor Operations Manager

SNAG-0006

O primeiro dos itens que pode ser utilizado é o Add Status que inclui uma pequena tabela para indicar quando os dados foram atualizados, o que é muito util dentro do SharePoint:

SNAG-0007

Na sequencia podemos acrescentar os shapes desejados com o botão Insert Shapes, bastando selecionar a classe desejada e o objeto que será monitorado, como o exemplo abaixo:

SNAG-0009

Em alguns casos podemos utilizar shapes já existentes no Visio, por exemplo shapes de maquinas reais ou outros tipos de objeto da biblioteca existente. Isso é possivel utilizando o botão Link Shape e definir o objeto do SCOM que aquele shape representa:

SNAG-0010

Este processo também pode ser usado quando exportamos um Dashboard para Visio e depois vinculamos os objetos reais aos shapes no arquivo. Para isso pode ser usado o botão Reconcile Shapes onde o wizard listará todos os objetos e será mais rápido que o exemplo acima:

Reconciliate1

Selecione o tipo de atributo existente no desenho que será usado para mapear com os objetos do SCOM:

Reconciliate2

Por fim, o wizard irá mostrar os objetos que não foram encontrados correspondência e permitirá a ligação manual:

Reconciliate3

A partir deste momento já é possivel testar a integração do Visio com o SCOM clicando com o botão nos shapes e verificando o Healthy Explorer ou na lista External Data que aparece a cada objeto adicionado:

SNAG-0014

Configurando a Integração entre o SharePoint e o Visio

No mesmo pacote temos o diretório com o aplicativo que deve ser executado no SharePoint para integrar a webpart de Visio com o SCOM:

SNAG-0016

Após executar o setup abra o SharePoint Administration Portal e em Applications Management –> Manage Service Applications –> Visio Graphics Service –> Trusted Data Provider verifique se no Visio Service foi incluido o SCOM como fonte de dados:

SNAG-0017

SNAG-0018

SNAG-0019

SNAG-0020

Se a conexão acima não aparecer automaticamente, será necessário criar a entrada manual, por clicar em Add e digitando a linha acima de identificação do Assembly de conexão. Este passo está descrito no PDF do pacote de integração para intalação manual dos componentes de integração.

O passo seguinte é criar uma Document Library para colocar os arquivos Visio criados anteriormente. Esta pasta não necessita de qualquer dado ou configuração adicional, apenas fazendo o upload dos arquivos, como o exemplo abaixo:

SNAG-0005

Na sequencia edite umá página qualquer existente no SharePoint e adicione uma nova webpart Visio Web Access e defina nas propriedades qual será o arquivo mostrado na página. Veja também que é possivel configurar o tempo de atualização, o tamanho da webpart, aparência geral e outros:

SNAG-0004

Integrando o SharePoint com o SCOM

Os Dashboards do SCOM podem ser utilizado livremente no SharePoint, após instalar os componentes usando o DVD do SCOM. O primeiro passo é copiar a pasta Setup\xamd4\SharePoint do DVD do SCOM para o SharePoint:

ComponentSCOM

Abra o SharePoint Management Shell e execute primeiro o comando para permitir a execução do script e o script para instalação dos Assemblies:

Set-ExecutionPolicy Unrestricted

.\install-OperationsManager-DashboardViewer.ps1 solutionPath  “<<Local onde os arquivos foram copiados>>”

Quando perguntar o site, deixando em branco será instalado para todos os existentes.

Após a instalação entre em um site onde deseja utilizar a webpart e verifique em Site Settings –> Site Collection Features se o componente Operations Manager Dashboard Web Part está ativado, como o exemplo abaixo:

SharePointfeature

Agora já está disponivel, edite uma página do SharePoint e acrescente a webpart Operations Manager Dashboard:

SahrepointView1

Na sequencia defina o Dashboard que será mostrado utilizando o link do Operations Manager Web Console, como o exemplo abaixo:

SahrepointView2

Conclusão

Utilizando o pacote de integração podemos criar páginas no SharePoint dinâmicas permitindo a qualquer usuário com permissão em um site ou página acompanhar dados de monitoração do ambiente.

Posted: ago 14 2013, 19:15 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Relação Completa de Portas e Serviços do Windows 2008 R2

Uma dúvida que temos com frequencia é quais são as portas que o Windows utiliza em determinado serviço. Por exemplo, ao configurar um firewall ou DMZ fazer a comunicação entre as pontas era complicado sem uma lista confiável de portas. Estas listas normalmente eram fragmentadas em serviços.

Eu possuia um documento que listava estas portas do Windows 2003, mas com os novos serviços muitas informações se tornaram obsoletas. Agora a Microsoft atualizou a lista para o Windows 2008 R2 no link http://support.microsoft.com/kb/832017

O melhor nesta lista é que ao final constam as referencias a outros serviços e produtos Microsoft.

Bom proveito, imprima ou copie esta relação e guarde-a !!!!

Posted: abr 21 2011, 15:45 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center Advisor (Projeto Atlanta)

Nos ultimos dias, por ocasião do MVP Summit e do MMC, a Microsoft demonstrou que está agressiva em sua migração de serviços para a nuvem com o lançamento do System Center Advisor Beta e do Intune (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Familia-System-Center-Crescendo-Novidades-!!!.aspx)

O Atlanta é um produto que agrega o que o MBSA e outros BPAs (Best Practices Analyser) para fornecer um ambiente de monitoração em tempo real e atualizado.

O que o Atlanta herda do MBSA/BPAs são as features de best practices, análise de ambiente, lista de updates e outros. O que o diferencia é o fato de ser ativo e não passivo como o MBSA/BPAs.

Do SCOM o Atlanta herda as funcionalidades de alertas ativos do ambiente, com a vantagem de conter os KBs da Microsoft online, o que facilita em muito a resolução do de problemas. Por outro lado, o SCA não permite criar novos eventos e coletores como fazemos com o SCOM para monitorar aplicações in house.

Por enquanto o Atlanta apenas monitora os servidores com SQL Server e Windows Server mas está aberta a possibilidade de outros servidores serem agregados.

O cliente é baixado e instalado localmente nos servidores a serem monitorados e trabalha com um deles designado como proxy para fazer o papel de envio e recebimento de dados.

Seguem algumas telas para exemplo:

Atlanta1
Tela de configuração

Atlanta2
Tela de alertas inicial

Atlanta3
Tela com alertas de exemplo

Por enquanto o SCA está em beta gratuito basta entrar no site http://www.microsoft.com/systemcenter/en/us/Advisor.aspx para detalhes do produto e se cadastrar.

Posted: abr 05 2011, 14:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Familia System Center Crescendo... Novidades !!!

Os produtos da linha System Center estão mostrando as suas novas versões, antes chamadas de vNext e agora alguns como 2012 e outros com nomes oficiais. Diversas novidades vimos no MVP Summit em fevereiro, mas eram NDA até o lançamento das novas versões esta semana no MMC 2011.

O primeiro e o mais aguardado é o System Center Virtual Machine Manager 2012 (VMM 2012) BETA. Este produto reserva muitas alterações e implementações, principalmente levando em conta que sua ultima versão oficiai é VMM 2008 R2.

Uma das novas funções é o Fabric que permite criar ambientes com funções pré-programadas como por exemplo, Hyper-V, SQL, File Server, NAP e assim por diante. Imagine a situação de um datacenter onde eu ofereço ao cliente um pacote de funcionalidades do Windows Server. O Fabric permite que estas funcionalidades sejam mostradas como se fossem opções no momento da criação da VM sobre o template existe. Com isso eu uso o template do Windows Server 2008 R2 e seleciono os papéis que desejo e a VM é criada e por PowerShell o próprio VMM configura e habilita as features desejadas. Outra funcionalidade do Fabric é gerenciar os storages e produtos de terceiros.

Outra funcionalidade interessante é que o PRO Tips agora será integrado com as métricas do System Center Operations Manager (SCOM) e irá gerar os alertas de forma centralizada, permitindo muito mais interação entre o produto de monitoração e o VMM.

Este é um resumo dos itens que achei mais interessante, para ver mais detalhes e instalar o VMM 2012 veja este link:http://bit.ly/h0TGnT

O segundo produto mais aguardado da familia é o System Center Configuration Manager 2012 (SCCM) BETA 2. A interface foi finalmente remodelada deixando de lado os treeviews que vinham desde o SMS 2. Já discuti em outros posts as mudanças que este produto traz ainda com o nome de vNext.

Uma das mais interessantes funcionalidades que o SCCM 2012 tem é permitir que os agentes sejam configurados por coleção e não por site como acontece na versão atual (http://bit.ly/e5s4SE).

Para baixar o SCCM 2012 Beta 2 acesse o link http://bit.ly/f72TZw e aprenda desde já mais sobre este produto, que se aprimorou muito e deixou de lado o legado do SMS 2, como por exemplo, a versão 32 bits.

O terceiro produto que estava em beta e agora se tornou versão final é o Windows Intune, produto para gerenciamento de ambiente baseado em cloud. Muitas vezes simplificamos que o Intume é o SCCM cloud, porem ele tem uma visão diferente disso.

O Intune permite distribuição de software, inventário e outras opções que existem no SCCM, mas ele não tem contem algumas e acrescenta novas. Por exemplo, o Intune permite distribuir regras para as maquinas monitoras

Para utilizar o Intune por 30 dias ou licenciar para sua empresa acesse o link http://bit.ly/eR5uYb

O quarto produto lançado é o Windows Advisor BETA (PROJETO ATLANTA) que permite monitorar servidores Windows Server 2008 e SQL Server 2008 online. Não é o mesmo que o Intune já que este se destina a produtos especificos e servidores.

O interessante do Advisor (Atlanta) é que ele mescla funções do MBSA e BPA’s (Best Practices Analyser) com o monitoramento do SCOM. Ele não é um SCOM Cloud já que não tem tem todas as funcionalidades de customização, mas faz bem o trabalho.

Para o Advisor vou montar um laboratório e postarei detalhes em breve, mas o testdrive pode ser feito pelo link http://bit.ly/e2knwl

Por fim, o ultimo produto lançado da lista que eu achei importante é o Projeto CONCERO que ainda está em Beta fechado mas promete ser um ótimo produto.

O Concero resolve uma lacuna quando se inicia um processo de convivencia com cloud. Por exemplo, como gerenciar um grupo de servidores onde tres são on-premise e os outros dois estão no Windows Azure? Esta é a função do Concero, gerenciar ambientes mistos entre nuvem e on-premise de forma unificada.

Quando o produto se tornar aberto ao publico, com certeza postarei novidades. Dados sobre o produto podem ser visto em http://bit.ly/gl97BU

Alem destes ainda esperamos maiores detalhes do System Center Operations Manager 2012 (SCOM) e o System Center Data Protection Manager 2012 (DPM) todos nas suas versões vNext.

Forçando a Reinstalação do Cliente do SCCM 2007

Em certos casos a reinstalação do cliente do SCCM 2007 pode ficar comprometida, principalmente quando houve uma clonagem ou o computador foi renomeado e não reporta mais corretamente. Nestes casos o cliente não se instala e é necessário seguir alguns passos.

SINTOMA

Após renomear ou clonar uma maquina o SCCM não reporta a nova maquina ou duplica na lista de sistemas.

É bom lembrar que para saber se realmente temos um problema precisamos esperar o periodo completo de DDR executado pelo Heartbeat Discovery. Este periodo é onde o cliente envia um status completo DDR (Discovery Data Record).

Nestes casos tentamos desinstalar o cliente e reinstalar, porem o processo “ccmsetup” trava e não executa nenhuma tarefa, estacionado pelo Task Manager sem qualquer atividade.

CAUSA

O SCCM identifica um cliente não pelo seu nome mas sim pelo seu ID (coluna Record ID no banco de dados). Nestes casos vários clientes estão com o Resource ID causando este comportamento anomalo.

Ao desinstalar um cliente que no passado já esteve operacional e reportou inventários, os dados continuam na maquina local para execução rápida (delta) nos inventários seguintes. Desta forma, algumas configurações passadas ainda estão presentes e o instalador acaba por ficar inativo.

SOLUÇÃO

Siga uma sequencia de passos para limpar dados anteriores e fazer uma nova instalação:

  1. Vá no Task Manager e derrube o processo CCMSETUP.EXE que está em execução
  2. Abra o Explorer e apague os diretórios CCM e CCMSETUP que estão no Windows\System32. É possivel que ocorra um erro ao deletar os diretório acusando que estão em uso, reinicie a maquina e delete o diretório
  3. Delete o arquivo SMSCFG.ini no diretório Windows, bem como o conteudo do diretório Windows\MS\SMS
  4. No console do SCCM delete as maquinas que estão com problema
  5. Execute as tarefas de discovery manualmente e aguarde que as maquinas apareçam no console novamente
  6. Quando as maquinas reaparecerem basta instalar o cliente manual ou mesmo em modo Push

Em alguns casos nem isso resolverá. Se continuar reportando em maquinas erradas compare os arquivos Windows\SMSCFG.ini das maquina e verifique se o SID do AD é o mesmo nas duas. Se este for o caso, o unico jeito é reinstalar. Isto acontece porque foi feito uma clonagem da maquina sem executar antes o SYSPREP ocasionando duplicata de SIDs o que geram para o SMS um mesmo GUID.

Posted: mar 18 2011, 15:06 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Console do SCCM 2007 não conecta ao banco de dados

Este erro acontece com frequencia em clientes, então achei por bem definir o motivo e a solução.

SINTOMA

Ao tentar abrir o console do SCCM você recebe a mensagem abaixo.

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CAUSA

Normalmente isso acontece porque o usuário atual não é o mesmo que fez a instalação do SCCM. As permissões no SCCM são granulares e não integradas ao AD, portanto ser um Domain Admin não irá dar permissões ao SCCM.

SOLUÇÃO

Entre com o usuário original que efetuou a instalação do SCCM, vá no menu “Security Rights” –> “Users” e crie um novo usuário nas permissões pedindo para copiar as permissões do atual administrador, como a imagem abaixo.

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Voilá !!!!!   Agora seu usuário conseguirá acessar normalmente.

Posted: mar 15 2011, 17:00 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts by msincic
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Microsoft Sentinel–Automações não são executadas

Um erro muito comum quando vejo as implementações de Sentinel em clientes é não executar as automações.

Para entender o problema, é interessante interligar com aplicações Power Platform como o Power Apps, onde o usuário precisa autorizar a conta do Office 365 para que o app execute. Isso é feito na primeira execução e o Power Apps ou Power Automate irá guardar o usuário da conexão.

O mesmo acontece com as automações do Sentinel, elas não estão necessariamente interligadas a uma Automation Account e com isso é necessário autenticar todas as conexões!

Como saber se tenho automações não autenticadas?

Abra o Sentinel e clique em Automações.