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Windows Automated Installation Kit (AIK) for Windows 7 SP1

Ontem (18/02/11) foi liberada a nova versão do Windows AIK agora adaptada para incluir o Windows 7 SP1 e Windows 2008 R2 SP1. Para baixá-lo clique aqui Windows AIK.

Muitos se perguntam: Porque é necessário um novo AIK a cada versão do Windows incluindo um Service Pack?

O motivo é que o AIK não é apenas o ImageX mas sim uma coleção de ferramentas que fazem a adaptação da imagem para rodar em distribuição centralizada. Por exemplo, o DISM permite alterar as opções de configuração da maquina ainda na imagem, e como um Service Pack altera opções, como por exemplo, o suporte a RemoteFX e assim por diante, é necessário atualizar a biblioteca de configurações das ferramentas.

O mesmo acontece com o MAK e o VAMT que não reconhecem a versão 6.1.7601 que é o Windows 7 SP1 e ocasionalmente pode não ativar copias “Windows 7 With SP1” ou “Windows 2008 R2 with SP1”.

E principalmente, agora temos um novo WinPE 3.1 (Windows Pre-Environment).

Mas surge outra pergunta: E se eu continuar usando o WAIK anterior?

O problema neste caso é que o WinPE passou da versão 3.0 para 3.1 que não dá suporte aos novos arquivos e chaves de registry adicionadas no Windows 7 SP1, mas haveriam algumas modificações que não estão no WinPE 3.0, como por exemplo, o problema que comentamos anteriormente sobre imagens lentas por causa da mudança no tamanho de cluster dos fabricantes de HD (veja mais em Tamanho de setor em HDDs novos influi em imagens e performance).

Porem, nada impede que continue a usar o WAIK anterior tanto no MDT quanto no System Center Configuration Manager 2007.

Para mais detalhes, o que inclui instalar o novo WAIK no Windows 7 ou Windows 2008 R2 sem o Service Pack 1, leia o Readme em http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd349350(WS.10).aspx

 

IMPORTANTE: O novo WAIK ainda não está homologado para rodar no SCCM 2007, então siga o blog do time de System Center e AIK da Microsoft para esta informações

Posted: fev 19 2011, 11:13 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Atualizado 26/10/2010: Hyper-V com Windows 2008 R2 Service Pack 1 Beta

Atualizado: Liberado o Release Candidate em 26/10/2010: http://www.microsoft.com/windowsserver2008/en/us/sp1.aspx

Windows 2008-SP1

Hoje consegui instalar o Service Pack Beta 1 do Windows Server 2008 R2 e achei bem interessante as mudanças no Hyper-V (Dynamic Memory), como já estava anunciado (http://technet.microsoft.com/en-us/evalcenter/ff183870.aspx).

Hyper-V SP1

Como pode ser visto na imagem acima, você pode escolher memória estática (fixa) ou dinâmica.

O interessante são as possibilidades de indicar quanto a memória irá ser incrementada baseada na prioridade da máquina em relação a outras máquinas virtuais (VM) no mesmo servidor. No slider Memory Priority você indicará como as máquinas ao ser inicializada poderão alocar memória do Hyper-V.

NOTA: É importante frisar que para a memória ser dinâmica EM EXECUÇÃO é necessário que as VMs com Windows 2008 R2 e Windows 7 estejam também com o SP1 Beta. Em outras VMs as maquinas alocarão memória conforme forem sendo iniciadas.

Posted: out 26 2010, 12:40 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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ATUALIZADO 12/07/10: Windows Server 2008 R2 SP1 e Windows 7 SP1 está disponivel em Beta 1

Link de detalhes: http://www.microsoft.com/windowsserver2008/en/us/sp1.aspx
Link para download: http://www.microsoft.com/windowsserver2008/en/us/trial-software.aspx
Post com os testes do SP1 no Hyper-V: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Hyper-V-com-Service-Pack-1-Beta.aspx

Nota: O download para o Windows 2008 R2 e do Windows 7 são o mesmo pacote.

Win7SP1

Foi anunciado hoje pelo time de produtos que o SP1 do Windows Server 2008 R2, e consequentemente, o SP1 do Windows 7 estará em breve na fase Beta. A versão final está prevista para julho.

São destacados dois recursos novos, alem dos diversos hotfix e implementações de segurança:

  1. RemoteFX - Uma nova interface para usuário remoto que permite entregar toda a interface rica do Windows, o que inclui transparencias e efeitos de animação
    Veja mais detalhes em http://blogs.technet.com/b/virtualization/archive/2010/03/18/explaining-microsoft-remotefx.aspx
  2. Dynamic Memory - Assim como já existe memórias hotswap será possivel fazer isso em maquinas virtuais baseadas no Hyper-V. Este recursos é bem interessante se pensarmos em balancear memória "a quente" quando uma VM estiver precisando de mais memória momentaneamente.
    Veja mais detalhes em http://blogs.technet.com/b/virtualization/archive/2010/03/18/dynamic-memory-coming-to-hyper-v.aspx

Opinião pessoal: O RemoteFX permitirá ter o ambiente VDI (desktop virtual) mais próximo do que o usuário hoje tem em uma maquina standalone. Não sei se isso sinceramente seria um produto rentável, então por isso ele estar em um Service Pack e não Release. Quanto ao Dynamic Memory esse sim é fantátisco e fará diferença !!!!

Já o SP1 do Windows 7 não promete mudanças, sendo apenas um pacote com todas as correções até o momento.

Fonte: http://blogs.technet.com/b/windowsserver/archive/2010/06/07/coming-soon-windows-server-2008-r2-sp1-beta.aspx

Posted: jul 12 2010, 14:10 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Windows 2008 | Windows 7
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Microsoft Advanced Thread Analytics (ATA)

Muitos clientes que visito não fazem ideia do que é o ATA, mesmo possuindo ele no licenciamento EMS (Enterprise Mobility + Security). https://www.microsoft.com/pt-br/cloud-platform/advanced-threat-analytics

Entendendo o ATA

Para entender melhor o que é o ATA precisamos relembrar o que são produtos de segurança comportamentais (http://www.marcelosincic.com.br/post/Windows-Defender-ATP-Entenda-o-Novo-Produto.aspx).

Esse tipo de produto não se baseia em um código malicioso que é baixado a partir de um DAT com informações do código que será executado (assinatura de virus).

Nos serviços de segurança comportamental você analisa tendencias, usos comuns e atividades suspeitas, como por exemplo um usuário que nunca se logou em um servidor agora é administrador e acessa diversas maquinas.

O ATA conta com o expertise da Microsoft, empresa que criou o Active Directory, e baseia sua IA base nas informações de comportamento de bilhões de usuários ativos globalmente em seus sistemas.

Essa base de conhecimento aplicada ao ambiente corporativo é capaz de detectar tendências incomuns de usuários e proteger contra ameaças antes delas ocorrerem.

Instalando o ATA

A instalação é muito simples, pois a comunicação online é realizada diretamente com uma URL do Azure que recebe e processa com Machine Learning os dados de logs de segurança recebidos.

Para instalar basta executar o instalador que é bem simples e intuitivo. Após instalar o servidor, podemos instalar o Gateway que é o servidor Domain Controller que será analisado coletando os logs de segurança.

Uma vez instalado a administração é bem simples e é possivel avançar nas configurações informando por exemplo o SID de um usuário para servir de diagnostico de invasão, um range de IP de maquinas vulneráveis (em DMZ por exemplo) e outros recursos.

Uma vez instalado a manutenção dele é automática tanto do servidor quando dos gateways que são monitorados.

Verificando Issues de Segurança do AD

Após alguns dias já é possivel ver no painel alguns alertas, por exemplo abaixo o aviso de que alguns computadores estão usando nivel de criptografia vulnerável:

capture20170807171826449

capture20170807171926453

capture20170807171951836

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Esse outro exemplo um caso de execução remota de comandos e scripts por parte de um servidor remoto. Claro que nesse caso eu irei encerrar o aviso, uma vez que é uma atitude esperada pois tenho o projeto Honolulu na mesma maquina que executa comandos WMI:

image

capture20180226144405535

Veja que nos dois casos eu consigo saber o que aconteceu, quem foi o usuário e em que servidor/desktop a atividade suspeita ocorreu.

Alem disso, o histórico de detecções nos ajuda a entender se este é um chamado real ou apenas uma atividade especifica.

Recebendo Alertas e Relatórios

O ATA permite que configure o recebimento dos alertas e dos reports com os dados.

Posso executar reports standalone:

capture20170807172144683

Ou agendar para receber por email todos os dias, assim como os alertas:

capture20170807172207309

Como adquirir o ATA

Essa é a pergunta que muitos fazem, mas é importante lembrar que como um produto online, ele pode ser adquirido por quem tem o Microsoft 365 com Security (novo EMS, o antigo EMS ou então adquirido individual.

Lembrando que como se trata de um produto vinculado ao O365, a aquisição é por usuário, mesmo que standalone.

Posted: fev 26 2018, 18:30 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Introdução ao Azure Stack em Video aula

Segue a apresentação em video aula criada para o Business Partner, agora disponivel público:

Posted: fev 01 2018, 11:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Vamos Falar do Projeto Microsoft Honolulu?

O projeto Honolulu foi muito comentado a algum tempo atrás e linkado a uma nova interface gráfica do Windows ou funcionalidade.

Agora em 01/Dezembro saiu uma nova versão Preview e documentação do Honolulu e já está bem maduro e com arquitetura final definida.

O que é o projeto Honolulu?

É uma nova interface de GERENCIAMENTO para Windows Server.

Não se trata de uma substituição do Server Manager do Windows 2012/2016 e sim uma interface baseada em novos protocolos para acesso e facilidade de uso, alem da capilaridade no gerenciamento.

Quais as vantagens do Honolulu sobre o Server Manager?

O Server Manager é uma ferramenta muito boa, mas é baseada em protocolos locais (RPC, WinRM e outros) alem de ser baseada em uma GUI que precisa ser instalada.

O Honolulu é 100% baseado em web para acesso aos dados e utiliza WinRM, WMI e PowerShell para administração dos servidores.

Com o Honolulu é possivel fazer coisas que o Server Manager não faz, como executar scripts, Windows Update, administrar e monitorar VMs, etc.

Por outro lado, o Honolulu não administra tantos serviços como o Server Manager, como por exemplo File Server, DHCP, DNS, etc que continuam a ser administrados pelas ferramentas MMC.

Como instalar o Honolulu?

A instalação é muito simples, mas é preciso definir a arquitetura.

Basicamente podemos utilizar instalado em um unico servidor e vincular os outros na administração como nós, ou então instalar um servidor como Gateway para acessar os outros e facilitar o trafego quando temos muitos servidores em um farm:

deployment

Em geral para estas ferramentas o ideal é criar um servidor com pouca memoria e poder de processamento (na figura o segundo modelo) para não onerar servidores com outras funções, já que ele cria um serviço para o Honolulu:

capture20180108110941303

Para baixar o Honolulu, como ainda é um Preview é necessário usar a página de avaliaçoes de produtos Windows Server em https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-windows-server-honolulu

Como administrar um servidor com o Honolulu?

Vamos as telas básicas. Primeiro inserimos um servidor na lista e a partir dai é possivel por qualquer navegador ver os gráficos de uso, configurar itens, fazer conexão remota, executar comandos PowerShell, etc.

Primeiro, vamos adicionar novos servidores, clusters ou até Windows 10 Client:

capture20180108103235350

Na sequencia basta indicar o usuário e escolher o servidor/cluster que deseja visualizar:

capture20180108103532804

O nivel de detalhes aborda desde os itens de HW até gráficos detalhados para cada um dos itens vituais do servidor/cliente que está sendo monitorado:

capture20180108104007877

Mesmo alguns itens como discos fisicos, volumes e Storage Space já podem ser administrados no Honolulu:

capture20180108104156585

Uma feature interessante é poder administrar o Windows Update remotamente:

capture20180108104311080

O gerenciamento de VMs em um Hyper-V tambem é um dos destaques pelo nivel de detalhamento e a interface intuitiva:

capture20180108104402669

capture20180108104503812

Finalizando, segue o link da documentação técnica do Honolulu: https://docs.microsoft.com/en-us/windows-server/manage/honolulu/honolulu

Posted: jan 08 2018, 18:49 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Azure Stack 1-Entenda a solução

Agora já disponivel na maior parte dos paises do mundo onde a Microsoft possui Datacenters, o Azure Stack passou a ser um tema constante.

Mas primeiro é preciso entender o foco e composição da solução.

Como é composto?

O Azure Stack é um rack de servidores com tamanhos e configuraçoes pre-determinados, hoje disponivel pela Dell, HP, Lenovo e Cisco.

image

O HW de cada fabricante foi homologado e padronizado, o que garante updates diretamente do Azure Stack tanto para o software quanto para hardware.

Isso quer dizer que não posso utilizar minhas próprias configurações?  Exatamente, para garantir que o sistema fique atualizado e a hiperconvergencia funcione os drivers tem que ser homologados e testados.

É importante entender que todo o Azure Stack é baseado no modelo de hiperconvergencia, ou seja são utilizadas as tecnologias de SDN (Software Defined Network) e SDS (Software Defined Storage) ou SDx em geral como são chamadas.

Ou seja, não existe um storage dedicado. Cada servidor possui uma parte de discos SAS de 15k e discos SSD, com o Storage Space Direct (S2D) habilitado. Isso permite que os servidores tenham seus armazenamentos somados ao compartilhar os volumes entre sí.

A garantia de dados com o S2D é garantida pela distribuição de dados entre os servidores, como já faz o vSAM da VMWare ou o Nutanix.

Para quem se destina?

Diferente do que muitos pensam, o Azure Stack não visa o cliente que acha o Microsoft Azure caro e sim os que tem limitações em relação a nuvens públicas.

Por exemplo, alguns cases no Ignite foram da Swisscom e a KPMG da Suécia.

A KPMG o cenário foi a legislação e a exigencia de alguns clientes que não queriam seus dados de auditoria disponiveis em nuvem pública por mais que tente se justificar a segurança do dado. A solução foi o Azure Stack onde a KPMG teria os mesmos serviços utilizados por outras filiais no mundo, mas on-premisse.

Já o case da Swisscom foi o de ser um Datacenter local, já que o Azure não tem um DC no pais. Assim, aqueles clientes que querem utilizar serviços de nuvem pública podem utilizar a nuvem privada do Azure Stack para hospedar seus serviços localmente.

Ou seja, os principais clientes são, entre outros:

  • Paises onde existem restrições legais quanto a armazenar dados em outros paises
  • Datacenters interessados em fornecer serviços a seu usuário a mesma interface do Azure, mas localmente, por exemplo no Brasil só temos um DC Microsoft Azure e um provedor tradicional poderia usar o Azure Stack como ponto de Avaliability Group
  • Empresas com alto uso de recursos computacionais baseados em IaaS e que possuem Datacenter próprios
  • Empresas com tradição on-premisse que não querem ver seus dados fora do ambiente, mas desejam utilizar o modelo de Cloud Publica “in-loco” com facil manutenção e suporte de alto nivel

E aquele cliente que acha o Azure caro, vale a pena usar o Stack?   Na ponta do lapis não, pois precisamos lembrar que é um rack e precisa de refrigeração, energia, piso elevado e todos os outros custos envolvidos em um DC fisico.

Quanto custa o Azure Stack?

Primeiro é necessário ver o custo do Hardware que pode ser vendido diferente por cada um dos atuais 4 fabricantes.

Por exemplo no caso da Dell as configuraçoes começam em 4 servidores de 20 CORE e 4.1TB, podendo chegar a doze servidores por rack, sendo a capacidade máxima de 4 Racks com 12 servidores cada um.

Alem disso, temos os servidores Low, Mid e High profille, onde um rack com os 12 servidores High Profile a capacidade é 336 Core, 6.1TB RAM, 138TB cache, 1.2PB de disco!!!!

Agora vamos falar do custo de Software. É importante lembrar que o Azure Stack não tem custo de software, ou seja ele é bilhetado como um serviço, que inclui:

  • Atualizações do Software Stack
  • Atualizaçoes de Drivers e componentes lógicos
  • Disponibilização e pré-configuração dos componentes e templates
  • Suporte Microsoft do Azure é o mesmo que atende Azure Stack

Ou seja, o Azure Stack tem um custo pelo consumo, não com licenciamento, na modalidade “Pay-As-You-Use”, baseado na tabela abaixo:

image

Referencia: https://azure.microsoft.com/pt-br/overview/azure-stack/how-to-buy/

Baseado nisso, temos como exemplo uma VM A2 que custa U$ 130/mês no Microsoft Azure, no Azure Stack sai por U$ 40/mês.

Claro que deve-se incluir no TCO a infra do Datacenter, garantia e suporte do HW, administração e energia elétrica que no Microsoft Azure não temos.

Mesmo assim, grandes ambientes que já contam com Datacenter a opção passa a ser vantajosa por já incluir muitos destes custos embutidos.

E se o cliente não quiser pagar por consumo?

Tambem é possivel adquirir o custo por CORE, mas pessoalmente não vejo vantagem pois o custo aumenta pelos seguintes motivos:

  • No modelo variável “Pay-As-You-Use” a escalabilidade tambem reflete no preço quando diminuir a carga
  • No modelo desconectado é necessário pagar em separado o licenciamento de Windows e SQL que no modelo “Pay-As-You-Use” está embutido
  • No modelo desconectado o pagamento é anual e upfront

Img2

Todos os Serviços do Azure Estão Disponiveis no Azure Stack?

Ainda não. Como pode-se ver na tabela de preços os mais importantes sim.

Por exemplo, alguns tipos de VMs como G não poderiam rodar no Stack e o mesmo com alguns serviços de alta capacidade como Machine Learning e Cognitive Services.

É possivel criar planos e juntar diferentes soluções para criar workloads complexos, como documentado em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/azure-stack-offer-services-overview

Conclusão

Azure se tornou o principal produto da Microsoft e com o Stack a integração entre as nuvens pública e privada realmente se torna uma experiencia unica!

Acesse o link da documentação e saiba detalhes do produto: https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/

Disponivel para Compra o Azure Reserved Instance

Em um post no inicio do mês comentamos sobre o Azure Reserved Instance em http://www.marcelosincic.com.br/post/Reducao-de-Custos-com-Azure-Reserved-Instance.aspx

Agora já está disponivel para compra e tambem na calculadora do Azure (Azure Pricing Calculator) para estimar a economia tanto apenas a VM quanto com o AHUB.

Para relembrar, o AHUB é o recurso que permite economia por utilizar as licenças já adquiridas que tenha Software Assurance http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-Convertendo-Licenciamento-para-Azure.aspx

Utilizando a Calculadora

Acesse a calculadora de custos do Azure e ao acrescentar uma VM verá a opção de incluir o AHUB e tambem o RI de 1 ou 3 anos.

Abaixo seguem as imagens demonstrando como escolher e a redução possivel onde de $102 para uma VM normal, caimos para $58 em uma VM RI de 3 anos e juntando o AHUB para U$ 24!!!!!

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E por ultimo com a opção de AHUB:

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Comprando Reserved Instance no Portal do Azure

A compra do RI pelo portal exige que primeiro seja ativada a oferta na assinatura.

É importante que assinaturas de beneficio MSDN ou EA Dev/test não possuem o RI pois já tem um custo de 40 a 60% menor nas VMs.

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capture20171120111131190

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Resumindo: Agora podemos ter uma VM com mais de 80% de desconto juntando as ofertas de RI e AHUB!!!

Posted: nov 20 2017, 13:21 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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