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Skype Meeting Broadcast–Solução para Reuniões e Treinamento Online

Um dos recursos liberados para os clientes que tem Skype For Business é o Broadcast, que permite montar sessões e eventos online para até 10 mil pessoas, com acesso anônimo, restrito, moderador e outros recursos em uma interface web sem plug-ins!

Esse recurso funciona como o Webex, com painel de perguntas e respostas, áudio e vídeo. Porem, como o cliente do apresentador é o Skype For Business pode-se compartilhar desde um ppt até um desktop inteiro.

O melhor disso?   É um recurso gratuito para todos os clientes Enterprise com Office 365 E1, E3, E5 ou Skype For Business Plan 2!!!!

Importante: É necessário habilitar o recurso no seu tenant, que pode ser feito utilizando PowerShell https://support.office.com/en-us/article/Enable-Skype-Meeting-Broadcast-5299cce0-850e-42dc-b6ae-2d0ee775c4a9

 

Como Montar uma Sessão ou Evento

Acesse o site https://broadcast.skype.com com a sua conta corporativa e você terá acesso ao calendário com os eventos programados:

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Para criar um novo evento clique no botão “Nova Reunião” e insira os dados necessários:

  • Membros: São os usuários que irão ingressar com o Skype For Business e podem tanto fazer apresentação simultânea como atuarem como moderadores
  • Participantes: Quem poderá assistir, se anonimo basta repassar o link gerado. Se for seguro será necessário informar a lista e podem ser usuários externos. Se escolher Toda empresa será validado com o Azure AD
  • Gravaçao de vídeo: Ao selecionar esta opção a reunião é gravada e fica disponivel no portal acima. Porem, se escolher a opção “Disponibilizar…” os usuários poderá assistir ao evento com o link da inscrição, como um Replay

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Após criado o agendamento é possivel visualizar detalhes como o link e criar um convite para ser distribuido:

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Mas é tela “Configurações da página de participantes” onde temos alguns itens interessantes:

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  • Solução de problemas e suporte: O link aparece na reunião para os usuários clicarem se tiverem problemas. Não é interativo e sim uma página padrão da Microsoft que pode ser substituída por uma página personalizada
  • Link Personalizado: Como o link default possui códigos de sessão, é possível tanto encurtar com sites específicos como o http://aka.ms ou o http://bit.ly ou ainda digitar o link que agradar, lembrando que sempre irá levar o nome do tenant
  • Aplicativo do painel direito ou esquerdo: Podemos escolher qual aplicação irá aparecer para os usuários, como Yammer, Pulse ou o mais importante de todos, o Painel de Perguntas e Respostas!

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Iniciando e Participando da Sessão

Ao utilizar o link fornecido, seja o customizado ou default, será apresentada a tela abaixo:

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Quando clicar em “Entrar como membro da equipe do evento” será aberto o Skype For Business já que ele é onde podemos utilizar voz, vídeo e compartilhamento, além do quadro de chat que será o P&R visto pelos participantes.

Ao clicar como “Participar do evento” o usuário irá visualizar a tela ou conteúdo compartilhado pelos membros do time junto com o painel de resposta que é a configuração mais comum:

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Conclusão

Temos uma ferramenta excelente em mãos, muitos hoje utilizam serviços pagos e não sabem os planos de Office 365 que hoje disponibilizam este recurso gratuitamente!

 

Referencia: https://technet.microsoft.com/en-us/library/mt631189.aspx e https://support.office.com/en-us/article/What-is-a-Skype-Meeting-Broadcast-c472c76b-21f1-4e4b-ab58-329a6c33757d

Posted: ago 17 2016, 13:50 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Microsoft Azure Stack - Porque Necessitará de Hardware Homologado

Como já é esperado por todos os profissionais de TI MIcrosoft, o lançamento do Azure Stack é aguardado com grande expectativa. O lançamento estava sendo esperado junto com o Windows 2016, mas agora foi adiado para o meio do próximo ano.

Basicamente, o Azure Stack é a mesma estrutura do Azure, mas para ambientes on-premisse com o novo portal.

A Microsoft já teve esse produto no passado como CPS by Dell (Cloud Platform System) que era um rack de servidores já com System Center e o Windows Azure Pack configurados para fornecer soluções de cloud "dentro de casa".
https://www.microsoft.com/en-us/cloud-platform/cloud-platform-system

A evolução do produto foi evidente, o novo portal do Azure comparado ao portal anterior com seus novos recursos e features foi o que nos fez esperar tão ansiosamente o Azure Stack.

O que mudou agora?

Assim como no CPS, o Azure Stack irá integrar updates de software e hardware e capacidades avançadas de biling, monitoração e balanceamento de recursos.

Adicionalmente, os potenciais usuários desse tipo de produto são empresas que precisam de modelos cloud e Datacenters comerciais.

Sendo assim, não é possível rodar o Azure Stack em qualquer hardware e garantir a criticidade do ambiente com SLA de 99,95% que é o desejado para este tipo de ambiente.

Uma vantagem do Azure Stack sobre o CPS é que o CPS era um produto Microsoft By Dell e o Azure Stack permitirá que qualquer fabricante homologue o hardware!

Essa não é uma mudança de rumo

Apesar do Azure Stack ter sido publicamente liberado, sempre se soube que ele exigiria um hardware mais "pesado" e que este tipo de solução necessita o uso de hardwares homologados.

Todos que já trabalham com soluções de Datacenter sabem que modelos como o CPS da Microsoft e o VCE da VMWare+Citrix+EMS são essenciais para garantir que todos os recursos de servidores, storages e networking interajam entre si sem queda de performance, perda de recurso ou incompatibilidades.

 

Enfim, o Azure Stack será um grande lançamento e uma enorme evolução no modelo de nuvem privada da Microsoft, mas não espere executá-lo naquele servidor que você tem em casa  ;-)

http://www.computerworld.com/article/3106743/cloud-computing/heres-why-azure-stack-will-only-run-on-certain-hardware.html
http://windowsitpro.com/hybrid-cloud/microsoft-s-azure-pack-delayed-allow-partners-time-certify-hardware

Windows Defender ATP–Entenda o Novo Produto

Parte dos novos recursos do Windows 10 é a capacidade de detalhamento na segurança e integração com recursos do Microsoft DCU (Digital Crime Unit), que é a unidade da Microsoft que trabalha com o departamento de defesa para gerar e identificar ataques ao redor do mundo (https://blogs.windows.com/windowsexperience/2016/03/01/announcing-windows-defender-advanced-threat-protection/).

Tipos de Proteção Disponiveis

Em geral os antivírus são baseados em DAT que são arquivos com assinaturas de vírus e conseguem identificar programas que tenham atividades ou parte destes códigos considerados perigosos. Nessa categoria estão todos os antivírus atuais, o que inclui o Windows Defender.

Já os sistemas de proteção avançados contem com análise comportamental interna e externa, ou seja, eles identificam potenciais ameaças por comportamentos como fazem alguns produtos da Symantec e McAfee, que identifica maquinas enviando pacotes para outras maquinas, logins com força bruta, etc.

Já os sistemas de proteção comportamental com análise externa são produtos bem diferentes. Eles analisam comportamentos de maquinas no ambiente e comunicações externas. Com isso é possível identificar:

  • Um grupo de maquinas recebendo pacotes de uma determinada maquina com conteúdo suspeito
  • Pacotes oriundos de países onde o ataque de phishing e similares são comuns
  • Pacotes oriundos de maquinas já identificadas como “zumbi”

Ou seja, com base na análise do próprio ambiente e de comportamento de hackers, é possível identificar que determinado hacker está tentando invadir uma empresa ao analisas que este hacker está enviando pacotes para a rede da empresa alvo.

 

O que é o ATA e o ATP

Nos produtos Microsoft esse produto é o ATA (Advanced Thread Analisys) que trabalha no Active Directory e logins, e o ATP (Advanced Thread Protection) que trabalha com Machine Learning (análise de dados) sobre os logs das maquinas individuais.

Na prática o Windows Defender ATP trabalha com o mesmo log que o Windows Defender, mas online e com base nas análises e dados do DCU. Com isso é possível identificar ameaças que não são encontradas nos tradicionais DAT ou com base apenas em uma única maquina que é a forma como os antivírus tradicionais trabalham.

O ATA é parte do EMS (Enterprise Mobility Suite), mas pode ser adquirido a parte: https://www.microsoft.com/pt-br/server-cloud/products/advanced-threat-analytics/overview.aspx

O ATP ainda está em preview com acesso por solicitação: https://www.microsoft.com/en-us/WindowsForBusiness/windows-atp

 

Overview do ATP

Como já possuo acesso ao ATP, vamos ver como ele funciona. Para pedir esse acesso, entre na página acima e complete com seus dados. É possível incluir maquinas de seu ambiente, mas o sistema gera algumas maquinas com vírus e problemas para testes automaticamente. Note nas telas abaixo que o usuário utilizado é gerado pela Microsoft para os testes.

Ao receber o acesso, o primeiro passo é indicar tempo de retenção e perfil da empresa que serve para elaborar threads por tipo de segmento:

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Na sequencia geramos o pacote ou o script para distribuição das configurações. Note que é possível criar os pacotes para distribuição por GPO, SCCM, Intune ou Local que é o que utilizarei nos meus testes:

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O passo seguinte é baixar o pacote, no meu caso o Local Script:

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O script contem um arquivo CMD para ser executado manualmente nas maquinas que desejo que o log do Defender seja enviado para o ATP. Esse script cria uma chave no registro para indicar o meu tenant e ativar o ATP:

Capturar

A partir de agora as suas maquinas passarão a enviar dados para o ATP em algumas horas.

No caso do meu teste, posso utilizar os dados da maquina que a Microsoft gera com testes e ver os alertas e o dashboard. A primeira tela é o Dashboard que indica o comportamento geral no ambiente monitorado:

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Neste caso não tenho alertas gerados nos últimos 30 dias, mas tenho os de criação do tenant para demonstrar como utilizar o gerenciamento de alertas:

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Cada alerta pode ser ignorado, marcado como resolvido ou suprimido em todo o tenant ou apenas para esta maquina específica:

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Conclusão

Este tipo de análise dos dados é essencial para a segurança da corporação. Em breve disponível como serviço no Azure, o ATP é uma nova forma de analisar e garantir seu ambiente.

Utilizando o Azure Log Analytics (OMS) e o SCOM na Mesma Maquina

Para utilizar o Log Analytics, antigo Operational Insights, junto com o System Center Operations Manager é possível fazer isso pelo console do próprio SCOM.

Essa forma de integração já em Março/2014: http://www.marcelosincic.com.br/post/Integrando-o-SCOM-ao-System-Center-Advisor.aspx

Apesar de ter alterado o nome de System Center Advisor, depois para Operational Insights e agora Log Analytics, o processo de integração com o SCOM se manteve o mesmo.

Porem a uma limitação no processo de integração do SCOM, pois ele só permite uma conta de OMS/Log Analytics por organização. Em muitos casos é necessário usar mais de uma conta, por exemplo:

  • Provedores de serviço e CSC em que cada cliente tem uma conta diferente no Azure
  • Quando utilizamos múltiplas assinaturas para monitorar um mesmo ambiente físico
  • Quando uma das contas é beneficio de Visual Studio com créditos limitados e desejamos separar os servidores em contas diferentes

Nestes casos podemos utilizar os dois métodos os mesmo tempo, instalar o agente do SCOM e não vincular a uma conta do Log Analytics e fazer o processo apenas nas maquinas desejadas.

Para isso, o primeiro passo é abrir o Log Analytics e copiar o Workspace ID e o Primary Key. Veja no exemplo abaixo que já tenho meu SCOM integrado ao Log Analytics.

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O passo seguinte é ir até a maquina que deseja monitorar e abrir o agente de monitoração do SCOM (Microsoft Monitoring Agent):

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Ao abrir as configurações do agente note a aba Azure Operational Insigths (nome anterior a Log Analytics). Veja nesse print que já tenho a maquina sendo reportada ao SCOM:

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Insira os dados da sua conta do Log Analytics e pronto, agora é possível ter a monitoração com várias contas ou individual:

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Agora os meus dados de Active Directory que antes não estavam sendo populados passam a estar devidamente preenchidos e monitorados:

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Instalando o System Center Service Manager Authoring

Na versão Technical Preview ou 2012 R2 do Service Manager Authoring é comum não conseguir passar do ponto abaixo da verificação de pre-requisitos:

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Mesmo clicando e deixando o instalador rodar o Visual Studio Shell 2008, a mensagem de que ele não está presente continua.

Para resolver isso é importante entender o motivo. O Shell do Visual Studio não é apenas um componente, mas sim um conjunto. O que acontece é que o Check do Service Manager Authoring não faz a instalação de todos os componentes, apenas o Shell que precisa de outros requisitos.

Para resolver baixe o Shell, execute e vá até o diretório criado pelo instalador e execute o aplicativo VS_Shell_Isolated.enu

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Veja que vários componentes serão instalados e atualizados e por isso que o instalador Service Manager Authoring não completa o processo de pré-requisitos:

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Após a execução do Shell, execute novamente o instalador do Service Manager Authoring e agora passara pela verificação com sucesso!

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Posted: jun 29 2016, 03:22 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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