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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager–Software Metering (Parte IV)

Neste quarto artigo sobre como utilizar o SCCM para falar de SAM (Software Asset Management) vamos falar sobre o Asset Software Metering (métricas de software).

Para lembrar da nossa pauta e a agenda dos itens, use o link de introdução: http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Introdução do Software Metering

Quando precisamos gerir uso de software é importante controlar quem precisa e realmente usa um determinado ativo de software. Muitas vezes nos deparamos com a situação de usuários que pedem e instalam diversos softwares, ou até colocamos isso em imagens, e a empresa passa a pagar a conta por algo que nunca foi usado.

Anteriormente até a versão 2007 R3 era possível indicar quantas execuções simultâneas podiam ser executadas de um software, porem este tipo de licenciamento não existe mais. Nas regras de licenciamento atual conta-se a instalação de um software e não a execução dele. Empresas que ainda utilizam o método de execução simultânea utilizam logs no servidor ou então keylocks específicos.

Um bom exemplo da necessidade do Metering são produtos como Access, Visio e Project. Muitas instalações de Visio e Project foram feitas para uma única ocasião que o usuário precisou e lá ficou consumindo licença e consequentemente dinheiro.

O caso do Access é a diferença entre o Office Standard e o Office Professional, que em valores são muito diferentes (Professional chega a ser mais que o dobro de preço do Standard) mas em funcionalidade a principal diferença é Access e Skype For Business full. Poucos usuários realmente usam o Access, a maioria poderia usar apenas o engine de Runtime. No caso do SfB pode-se usar a versão Basic que só não funciona para VoIP ou conferencia multi-ponto, que são recursos pouco usados no dia a dia da maioria dos usuários.

Habilitando a Função

Software Metering não é uma role de servidor e sim uma feature que é controlada pelo Management Point. O funcionamento básico do Metering pode ser descrito como:

  1. Habilita-se a regra de Metering nas configurações de agentes
  2. Criamos ou habilitamos quais softwares inventariados serão medidos
  3. O agente recebe as regras de metering e passam a controlar o uso dos softwares indicados
  4. Periodicamente estes dados são enviados ao Management Point que irá consolidar

Para habilitar a regra, basta ir em Administration –> Client Settings e alterar a regra default ou criar uma especifica:

capture20160525162016091

No exemplo acima habilitei o Metering e indiquei que os agentes irão reportar a cada 7 dias. Esse tempo é importante dentro de seu cronograma de gestão de ativos, se você controla ativos mensalmente pode aumentar o período para quinzenal, mas é importante lembrar que se o período de coleta for alto poderá ter dados atrasados.

Por exemplo, se o período de coleta for de 20 dias e um determinado agente fez o report dos dados no dia 14, ele só irá reportar novamente no dia 4 do mês seguinte. Se seus relatórios são gerados no primeiro dia do mês, ele estará com dados incompletos para este agente do exemplo. Portanto, em geral escolha o período de 7 ou 5 dias.

Depois de habilitado a regra do agente podemos indicar no servidor qual o período de retenção dos dados e se desejamos que a lista de software seja copulada automaticamente:

capture20160525162851101

Note que é possível indicar que um software só apareça automaticamente na lista se estiver em mais de 10% dos computadores, para evitar que a lista fique tão grande com qualquer executável que exista nas maquinas. Também note que podemos definir um limite e após este (no exemplo 100 softwares) não irá mais ser criada a regra para novos softwares.

Definindo os Softwares que serão medidos

O Metering se aproveita do inventário de software para gerar uma lista, trazendo todos como desabilitados:

capture20160525162459512

A forma mais fácil de trabalhar o Metering é habilitando para os softwares desejados, porem isso tem como inconveniente a versão do arquivo (File Version) pois o inventário gera as regras por versão.

capture20160525162513716

Isso pode ser útil para empresas que possuem diversas licenças de softwares em edições diferentes, por exemplo o Visio 2010, 2013 e 2016. Nestes casos é possível saber quem utiliza o Visio na versão especifica.

Porem, na maioria dos casos isso é irrelevante. Não controlamos quem usa cada versão, pois a quase totalidade dos softwares não permitem edições diferentes na mesma maquina.

Sendo assim, é possível alterar os dados ou criar regras novas usando coringas como “*” para indicar que qualquer versão, idioma ou nome vale para a regra. Por exemplo, podemos alterar a regra de versão acima do VMConnect.exe para “*” ou “6.*” e assim aumentar o range de medição ao invés de criar uma regra para cada versão.

Além disso, é possível criar suas próprias regras como o exemplo abaixo:

capture20160525162739514

Neste caso estamos medindo o uso do Word em qualquer idioma e versão de Office.

Relatórios do Software Metering

Existem atualmente 13 relatórios para o Metering:

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Alguns são muito interessantes e merecem destaque.

O primeiro deles é o “Total Usage for all metered software programs” que fornece dados resumidos de todos os softwares com regra habilitada, separando por uso local ou pelo Remote Desktop:

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Como o licenciamento de TS/RDS é diferente de licenciamento local, estes dados são muito importantes para gerar um licenciamento otimizado para a empresa.

Outro relatório que parece não ter muita valia mas serve para propósitos administrativos é “Time of day usage summary for a specific metered software program" pois fornece uma visão de demanda:

capture20160525172938666

Por exemplo, essa informação pode ser útil para medir performance de rede relativa para aplicações cliente servidor como SAP, TOTVS ou outros que sofrem picos de uso durante o dia.

Outros relatórios também fornecem dados interessantes:

  • Computers that have a metered program installed but not run in time – Permite ver computadores que tem, por exemplo Project e não o usam durante o mês inteiro
  • Computers that run a specified metered software program – É o inverso do anterior, demonstrando quem utilizou o programa durante o mês
  • Total usage trend analysis for a specific metered software program – Este relatório detalha o anterior, pois mostra quantas vezes um determinado software foi usado e por quanto tempo. Este relatório permitirá identificar alguém que usou um software e ficou com ele aberto por 10 segundos, indicando que na verdade abriu por engano.

Conclusão

O Software Metering não é uma parte do SAM, pois não representa dados de licenciamento como faz o Asset Intelligence.

Porem, o Software Metering é essencial para reduzir e otimizar o licenciamento que as empresas pagam, por permitir saber quem realmente usa um determinado software para trabalho.

Posted: mai 26 2016, 15:27 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager–Asset Intelligence (Parte III)

Neste terceiro artigo sobre como utilizar o SCCM para falar de SAM (Software Asset Management) vamos falar sobre o Asset Intelligence (AI) ou Ativos Inteligentes.

A diferença entre inventário e controle/gestão de ativos é a inteligência sobre os dados coletados, o que é feito pelo Asset Intelligence no System Center Configuration Manager.

Para lembrar da nossa pauta e a agenda dos itens, use o link de introdução: http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Ativando a Role (Feature)

Para ativar o AI é necessário ativar a role em um dos servidores do Site System, neste caso utilizo o meu servidor primário:

image

A configuração da role AI é muito simples, apenas se habilita e define o agendamento:

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Configurando a Feature

A configuração da role AI é tão simples quanto foi a ativação, na prática basta usar o botão “Enable or Disable Asset Intelligence Syncronization Point”.

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Essa sincronização é necessária para montar a tabela de produtos, categorias e requisitos de produtos. Como pode ser visto no menu acima, o AI trabalha com essas informações para montar dados de inventários inteligentes indicando os computadores que estão com softwares não adequados e mesmo para montar a lista de licenciamento dos produtos Microsoft.

O resultado da sincronização é demonstrado no quadro abaixo:

capture20160516123319883

Veja que 31 dos softwares instalados no meu ambiente inventariado foram identificados, outros 51 não estão no cadastro da Microsoft, e podem ser vistos clicando-se no numero 51:

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Pode-se notar que neste caso a maioria dos softwares são Microsoft, mas não estão identificados pois como pode ser visto na primeira tela do AI, ele não sincronizou nos ultimos 6 meses  Smiley piscando

Podemos manualmente identificar os itens clicando em propriedades e inserindo os dados como categorias e familias de software. Esse dado não é essencial para licenciamento ou inventário, mas essencial para gestão de ativos uma vez que categorizar e dividir em familias é parte dos relatórios sintéticos apresentados.

Note tambem que temos a possibilidade de usar Label 1-3 para customizar relatórios desejados com produtos ou outra informação que seja importante na sua organização.

Por fim no menu temos a opção Hardware Requeriments que obviamente identifica os requisitos que um software precisa. Também é util quando desejamos executar relatórios para gestão de ativos de hardware, priorizando computadores que estão aquem da necessidade dos softwares nele instalados:

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Por fim, no menu Catalog podemos incluir as categorias, familias e labels customizados. É importante manter essa tabela alinhada com suas necessidades de relatórios, mas não é essencial ao funcionamento ou a prática de gestão de ativos:

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Importação de Licenças

A importação de licenças é feita para criar os relatórios de gestão e licenciamento. Para isso clique no botão Import Software Licenses:

image

Onde esse arquivo pode ser encontrado ou criado?

Para clientes corporativos é possivel usar o site VLSC que lista todas as compras de softwares realizadas, e tem a opção de importar para XML. Basta pegar o arquivo gerado e importar para dentro do SCCM.

Se for montar este arquivo manualmente, pode-se utilizar o modelo disponivel em https://technet.microsoft.com/en-us/library/hh427341.aspx. Basicamente criamos uma planilha em Excel e exportamos para CSV.

A dificuldade neste caso é criar o arquivo com os nomes exatos de softwares, fabricantes e informações de versão e edição. Mas uma vez criado o arquivo, a manutenção é muito simples.

Relatórios de Hardware

Os relatórios do AI ficam na categoria própria e podem ser visualizados pelo Filter como demonstrado na lista de relatórios abaixo:

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Os primeiros relatórios são os de Hardware onde o AI utiliza dados coletados para gerar relatórios com diferenças significativas dos relatórios de inventário normal.

Destaque para alguns relatórios:

  • 03A Primary computer users – O AI identifica qual o principal computador de cada usuário, isso é baseado em quem utiliza o computador por mais de 66% do tempo
  • 04A Computers with multiple users – Em computadores onde não existem um usuário que fica logado por mais de 66%, isso é indicação de um computador compartilhado por vários usuários
  • 10A Computers in … have changed memory – Lista de computadores que tiveram alterações de memória, que é a comparação entre diferentes inventários de hardware e identifica a mudança
  • 10B Changes on a specified computer… – Lista o que foi alterado em um determinado periodo de tempo em um computador selecionado, o que é util para identificar mudanças em um computador de referencia ou estratégico

Importante: Para funcionarem os relatórios 03A e 04A é importante que o Log de segurança do Windows esteja habilitado: https://technet.microsoft.com/en-us/library/gg712322.aspx#BKMK_EnableSuccessLogonEvents

Relatórios de Software

A segunda parte dos relatórios são os de software:

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Alguns relatórios são mais importantes de software, apesar de todos serem especialmente necessários:

  • 04A/B/C Autorun – São relatórios que permitem ao administrador visualizar os softwares que estão em auto-execução nos computadores, o que é importante em um grande ambiente
  • 07A/B/C Recently used executable by Computers – São relatórios interessantes para a gestão de ativos, mas normalmente usamos os relatórios de Software Metering, que é um requisito para funcionarem
  • 08A/B/C Recently used executable by Users – São relatórios como os da série 07, mas baseado no numero de usuários
  • 09A/B Infrequently used software – Esse relatório é o mais importante desta categoria, pois dele é que decidimos onde desinstalar um software com licenças insuficientes ou decidir a compra de um software. Por exemplo Viso, Project e principalmente Visual Studio tem alto custo e saber onde não são usados é uma economia significativa

Importante: Para os relatórios de software do AI funcionarem é necessário que esteja habilitado o Software Metering https://technet.microsoft.com/en-us/library/gg712306.aspx

Relatórios de Licenciamento

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Estes relatórios são os que importam nessa série.

Podemos destacar os mais importantes:

  • 01A/B/C/D Microsoft VL ledger – São relatórios que nos permite visualizar o resumo do licenciamento que foi importado, principalmente quando o arquivo foi importado do VLSC estes relatório nos darão a visão do licenciamento total
  • 02A/B/C Nearing expiration – São relatórios uteis quando os softwares tem data de expiração, o que pode acontecer com Office 365 e outros produtos comprados em contrato EAS que anualmente precisam ser renovados
  • 06A/B Per-Processos licensed – Estes relatórios são essenciais para o licenciamento de SQL Server e Windows Server que possuem o licenciamento por processador (Windows) ou Core (SQL Server). No caso do SQL o licenciamento também pode ser no modelo Server+CAL e isso só pode ser controlado manualmente
  • 14B – List of MS SW…not found – Util para validar produtos que não estão em uso e podem ser substitutos de outros que estão com licenciamento estourado, por exemplo trocar a versão do Office Professional pelo Standard
  • 14A e 15A Reconciliation – São os mais importantes, os que resumem o licenciamento

Abaixo estão os mais importantes. O primeiro identificando as compras e o canal (a legenda fica na ultima página), lista dos produtos inventariados que precisam de licença que é util para criar o arquivo de licenças manual junto com o terceiro onde vemos os produtos que não foram encontrados no arquivo de licenças:

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Por fim, o mais importante deles é o relatório de conciliação. Como pode ser visto, boa parte do trabalho manual já é realizada pelo SCCM:

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Posted: mai 18 2016, 03:26 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager–Além do Inventário (Parte II)

Neste segundo artigo sobre como utilizar o SCCM para falar de SAM (Software Asset Management) vamos falar sobre como ir alem do padrão (default) nos inventários de Software do SCCM.

Para lembrar da nossa pauta e a agenda dos itens, use o link de introdução: http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-com-System-Center-Configuration-Manager.aspx

Regras de Agentes

No SCCM das versões 2012 e posteriores é possível criar regras para grupos de computadores diferenciados. Essas regras diferenciadas são criadas apenas com os itens que se deseja alterar do default e depois se aplica (Deploy) ao grupo de computadores desejado:

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Criando uma Regra para Expandir o Inventário para o SAM

A regra para expandir o inventário além do padrão é incluir na regra customizada a parte de Software e Hardware Inventory.

Na configuração de SW Inventory é importante incluir as extensões que deverão ser parte do inventário. Em geral escolhemos apeans o que for “*.exe”, mas é importante para um SAM alem de produtos Microsoft incluir o que for “*.com”. O motivo é que alguns softwares ainda se baseiam em aplicativos de comando e com os detalhes destes executáveis é possivel ir alem de aplicativos Windows.

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Alem da inclusão das extensões para exatidão é importante incluir os detalhes (Inventory reporting detail: Full details) que irão permitir saber a data de instalação de um software e alguns outros dados. Por exemplo, softwares não MSI (Microsoft Installer) os detalhes precisam ser capturados diretamente no binário, uma vez que não gera dados no Adicionar e Remover Programas do Painel de Controle.

Agora vamos falar do inventário de Hardware, onde se encontra as principais configurações adicionais que envolvem o Adicionar e Remover Programas presente no Painel de Controle.

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No inventário de Hardware temos configurações que não são incluídas no padrão que podem ser acessadas pelo botão Set Classes… Para acessa-las filtre pela palavra ou categoria Software. É importante não deixar de notar que são informações tratadas pelo Asset Intelligence que iremos tratar em outro artigo.

A primeira categoria é a de Softwares instalados que retorna dados importantíssimos envolvendo o tipo de instalação, a data, localização e fonte. Essas informações podem ajudar a definir a data em que determinado produto precisa ser pago em caso de regularização que incluia cobrança reversa. Alem disso, softwares que executam em determinada origem podem ter algum tipo de licenciamento a parte, por exemplo software que são assinados e executados a partir de um servidor dedicado.

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O segundo grupo de configurações ajuda a identificar softwares de avaliação e principalmente OEM. Em muitos clientes encontramos máquinas compradas em OEM mas que utilizam imagens e com isso invalidam as chaves. Coletando esses dados é possível levantar mais claramente o que for OEM:

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O terceiro grupo de configurações serve para identificar softwares ativados com chave de volume, chamada de VL. Em geral usamos o servidor KMS (Key Management System) para ativar automaticamente Windows e Office de forma automática sem precisar de internet. Como softwares VL precisam de licenciamentos por contrato, é importante identificar esta informação.

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Relatórios Úteis com Base Apenas nos Inventários

Com base no inventário de arquivos .EXE e .COM é possivel usar uma série de relatórios listados na tela abaixo. Porem, sempre destaco o relatório de comparação de softwares entre computadores. Por exemplo, pode-se utilizar uma maquina de um usuário para comparar se ele está de acordo com maquinas de outras pessoas. Isso ajuda nos casos em que empresas permitem que usuários instalem softwares, mas ainda deseja controlar ou ter um modelo por departamento ou outra variação:

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Na lista abaixo vemos os relatórios que são gerados com base no inventário de Hardware. São relatórios simples como uma lista de softwares com detalhes como versão e instancias totalizadas. Em geral utilizamos esses relatórios para ter os detalhes de um determinado produto. Por exemplo, o produto de licenciamento não-servidor mais caro é o Visual Studio em qualquer uma de suas versões e saber onde ele está instalado é importantíssimo.

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Assinando Relatórios

Todos os relatórios podem ser assinados, o que permite recebe-los em sua caixa de email ou em uma pasta compartilhada em rede. Isso é interessante para acompanhar determinados softwares que precisam ser controlados, por exemplo Visio, Project e Visual Studio que tem custo elevado.

Neste artigo estamos falando de relatórios para SAM Microsoft, mas a assinatura de relatórios está disponível para todos eles e é um recurso que precisa ser usado para controle efetivo de licenças.

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Posted: mai 11 2016, 04:07 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Software Asset Management (SAM) com System Center Configuration Manager

Na área de software de terceiros da Dell sempre lidamos com a necessidade do gerenciamento de ativos, chamado tecnicamente de SAM, Software Asset Management ou Gerenciamento de Ativos de Software.

Antes de falarmos sobre como utilizar o SAM é importante entender a diferença de um SAM para um inventário, funcionalidade mais comum e simples do System Center Configuration Manager.

Enquanto o inventário é apenas um levantamento do software instalado nas maquinas (desktops e servidores), o SAM envolve um trabalho intensivo com os dados do inventário. Em termos simples, o SAM é a análise dos dados coletados por alguém que conhece de licenciamento para indicar as melhores práticas visando redução de custos.

Como exemplo de um SAM eficiente podemos citar consolidação de banco de dados, virtualização e transformação de produtos on-premisse para cloud.

Detalhes de ferramentas, exemplos de SAM consultivos baseado em Use Case podem ser visto no link principal da Microsoft https://www.microsoft.com/sam

Na maioria dos casos utilizamos o MAP (Microsoft Assessment Planning and Toolkit) para fazer o inventário, mas quando o cliente tem o System Center Configuration Manager (SCCM) instalado o processo é muito mais simples, pois os dados já estão prontos.

A maior vantagem do SCCM sobre o MAP é o fato do MAP ser uma ferramenta passiva baseada em on-shoot, além de fazer a pesquisa por protocolos de rede. O SCCM tem o agente ativo e gera dados muito mais completos como o Software Metering e Asset Intelligence com relatórios importantíssimos sobre uso de software.

Durante as próximas semanas irei montar uma série de artigos com dicas de uso e regras de SAM com o SCCM, com os tópicos:

Vamos falar de licenciamento e SAM!

Posted: mai 04 2016, 02:43 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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Atualizações Automáticas no System Center Operations Manager 2016 (TP4)

Nas versões novas do System Center as atualizações passam a ser inteligentes. Por exemplo no SCCM todos os updates de produto e feature são automatizadas (http://www.marcelosincic.com.br/post/Nova-Feature-do-System-Center-Configuration-Manager-1511-Atualizacoes-e-Updates.aspx).

No caso do System Center Operations Manager um dos problemas era que as atualizações de Management Packs tinham que ser manuais por meio de acompanhamento dos blogs de produto.

A nova feature de Updates and Recommendations lista os Management Packs que tiveram atualização e permite com o botão Get All MPs  baixar as atualizaçoes automaticamente:

Capturar

Uma boa novidade para os administratores de SCOM!!!

Posted: mar 24 2016, 20:58 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place

Como conhecido, o System Center saiu em sua nova versão, agora seguindo o mesmo conceito de Branch (Current Branch) do Windows. De agora em diante veremos as versões seguindo o numero que indica a edição:

image

A versão 2019 da suite não teve alterações em layouts ou funcionalidades principais, mas acrescenta diversos recursos novos.

Atualmente temos disponivel a nova versão 1801, que se aproxima muito do que será a versão 2019 que terá como build 1901 com data de lançamento previsto em Março.

Estes recursos podem ser visualizados no link: https://thesystemcenterblog.com/2018/09/25/whats-new-in-system-center-2019/

Upgrade do System Center Configuration Manager

O SCCM já desde a versão 2016 tem o upgrade como uma funcionalidade nativa e automática. Sempre foi muito estável e fácil de ser realizada, ficando disponivel em Administration –> Updates and Services:

Upgrade SC (10)

Após iniciado, pode-se ir pelo menu da barra superior e acompanhar toda a instalação passo a passo:

Upgrade SC (1)

Lembrando que não é possivel interagir com o upgrade após iniciado, mas em caso de se escolher deixar as features desabilitadas no menu mostrado na primeira imagem, escolha a opção Features para incluir uma das novas.

Pessoalmente sempre prefiro fazer a instalação dos upgrades sem selecionar features e depois incluir as que desejo, assim posso estudar o impacto e real necessidade de mais componentes sendo executados no servidor.

Upgrade do System Center Service Manager

Tambem simples de ser realizado, insira a midia do SCSM e ele já entrará no modo de upgrade onde você irá selecionar qual dos servidores locais está sendo atualizado. Lembrando que é importante saber a estrutura para escolher a função correta do servidor que está sendo atualizado, no meu caso o Management Server:

Upgrade SC (2)

Upgrade SC (6)

A atualização é bem tranquila, e ao final já está executando. O novo portal de auto-serviço agora oferece a experiencia HTML5 sem necessidade de componentes adicionais:

Upgrade SC (9)

Upgrade do System Center Operations Manager

A Microsoft realmente aprendeu a fazer upgrades de versão com o System Center transparentes, rapidas e eficientes. O mesmo vale para o SCOM.

Similar ao SCSM, basta incluir a midia e executar o modo de upgrade:

Upgrade SC (3)

Upgrade SC (8)

A mensagem de Warning na tela acima existe desde as versões anteriores. Como os instaladores do System Center não pedem chave, em alguns é necessário fazer a inserção da chave posteriormente.

Para inserir a chave, execute o PowerShell do SCOM e utilize o comando, lembrando que agora a chave de instalação do System Center é a mesma para toda a suite desde a versão 2012:

Set-SCOMLicense -ProductId 'xxxxx’

Upgrade do System Center Orchestrator e Virtual Machine Manager

Para fazer o upgrade do SCO tive que primeiro desinstalar o servidor. O motivo no meu caso foi a instalação de um update no meio do ano que era beta e com isso o upgrade automático não é possivel.

Nesses casos, faça a desinstalação do servidor com a opção Retain Database ativada, mesmo sendo a do SCVMM a do Orchestrator é similar:

Upgrade SC (7)

Depois de desinstalar a versão anterior, ou mesmo para um refresh, refaça a instalação com a opção de utilizar um banco de dados já existente:

Upgrade SC (4)

Upgrade SC (5)

Upgrade SC (12)

Com isso a instalação tanto do System Center Orchestrator quanto do Virtual Machine Manager finaliza com os mesmos dados existentes.

Em muitos casos, o Orchestrator e o Virtual Machine Manager para no meio da instalação com um erro genérico de banco de dados, com a mensagem: “DBSetup.exe fails with unknown error 0x800A0E7A”

Se isso acontecer no seu caso, baixe e instale o SQL Server 2012 Native Client – QFE disponivel em https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=50402

Upgrade do Windows Server 2019 com Serviços de System Center

Em alguns dos servidores, antes de fazer o upgrade do Windows realizei o upgrade do System Center.

Isso porque o System Center 2019 é compativel com o Windows Server 2012 R2, mas o contrário não. Isso quer dizer que é mais confiavel primeiro o upgrade dos serviços e depois do Sistema Operacional que tambem é compativel.

Upgrade SC (11)

Conclusão

O upgrade dos servidores System Center são estáveis, mas lembre-se de sempre ter um backup das bases de dados se ocorrer um problema nessas fases.

Tambem é importante lembrar das regras de ordem, em geral os Management Servers antes das outras funções.

Upgrade e Update do Windows Server 2016

Ontem a noite (12/10/2016) a Microsoft disponibilizou as midias do Windows Server 2016 Standard e Enterprise para os assinantes MSDN e clientes de volume pelo VLSC.

Essa nova versão traz diversas novidades, como Storage distribuido (similar ao VMWare VSAM), novas features para o sistema operacional.

Na página https://www.microsoft.com/pt-br/server-cloud/products/windows-server-2016/default.aspx#MenuItem3 é possivel ver todas as funcionalidades novas e tambem documentação.

Importante notar que diferente do Windows 2012 R2, o Windows 2016 volta a ter diferenças de recursos entre a versão Standard e Datacenter!!!

Update Pós Instalação

É importante que junto com a midia de instalação tambem baixe o Cumulative Update 1:

https://support.microsoft.com/en-us/kb/3194798

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É isso mesmo, a midia final ficou disponivel junto com o primeiro Cumulative Update. O motivo é que a disponibilização das mídias Technical Preview geraram dados para novas correções, e estas foram incluidas no CU1.

Upgrade De Versões 2012 R2 e Technical Preview

É possivel fazer o upgrade a partir das versões 2012 R2 normalmente, em qualquer tipo de instalação.

Para quem já havia instalado algum TP é possivel fazer o upgrade direto, porem apenas para a versão com Desktop Experience instalado.

Outros casos podem ser consultados em https://technet.microsoft.com/windows-server-docs/get-started/supported-upgrade-paths

No exemplo abaixo, o resultado de upgrade de um servidor em Cluster Hyper-V que possui Storage Spaces com RAID, discos SSD e diversas VMs em execução:

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Problemas no Upgrade

Assim como nas versões anteriores, caso ocorra um erro durante o upgrade é possivel reverter ao estado anterior sem problemas.

Porem, diferente de um sistemas operacional cliente (Windows 10) essa reversão não é possivel após o upgrade estar finalizado.

Posted: out 14 2016, 03:13 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Hardware | Windows | windows 2016

Upgrade do Windows 2008 R2 (com SQL Server and AD) para Windows 2012

Já realizei diversas migrações de Windows 2008 R2 para Windows 2012 no modelo de migração, onde ele gera o diretório C:\Windows.old com os dados anteriores e reconfiguro o servidor, também chamado de upgrade side-by-side.

Importante: Não deixe de verificar se os aplicativos instalados no Windows 2008 R2 estão atualizados e são compativeis com o Windows 2012. Por exemplo, o Exchange 2010 e System Center 2012 ainda não estão suportados.

Hoje resolvi fazer alguns testes de upgrade in-place (atualização) do Windows 2008 R2 para o Windows 2012, direto com a maquina no ar. E o detalhe que a maquina que migrei é um Domain Controller com as FSMOs ativas, SQL Server 2008 R2 com Reporting Services para suportar todo o meu laboratório de System Center 2012.

O resultado foi positivo, o AD subiu como esperado, o SQL Server 2008 R2 (que estava atualizado) e o SRSS funcionaram perfeitamente como mostra o print abaixo:

Migrado

E quando algo dá errado?

Isso me aconteceu, no meio da migração o HD externo que utilizo para as VMs perdeu conexão. A instalação já estava no terceiro boot quando é realizada a migração das configurações e ao reiniciar a VM tive acesso a este menu:

Boot

Escolhi a opção Windows Setup Rollback e o resultado foi excepcional. O Windows 2008 R2 retornou com todas as features funcionando, como se nada tivesse acontecido e mostrou a mensagem abaixo:

Retorno

Notem que o SQL e o restante das aplicações continuaram funcionando após o rollback, demonstrando a maturidade do processo de upgrade in-place disponivel no Windows 2012.

Conclusão

Obviamente faça backup (imagem) da maquina antes de fazer o upgrade, mas coloque o upgrade de servidores com Windows 2008 R2 SP1 para Windows 2102 como uma possibilidade segura e vantajosa!

Posted: out 02 2012, 17:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Migração do Windows XP–Vale a pena esperar o Windows 8?

Uma discussão que tenho frequentemente com clientes e com outros profissionais de TI é quando iniciar a migração corporativa do Windows XP SP3. No MVP Summit que terminou a semana passada o grupo de Windows IT-Pro discutiu muito este assunto.

Alguns fatores e questões sempre surgem e são importantes de ser destacados para devagarmos nesse assunto:

  1. O Windows XP Service Pack 3 termina o suporte em 8 de Abril de 2014
  2. Alguns questionam que vale a pena esperar o lançamento do Windows 8, atualmente em Consumer Preview equivalente ao Beta
  3. Outros questionam que ainda há muito tempo, são 2 anos até o final do suporte
  4. Por fim, os mais inocentes acreditam que é uma tarefa simples e irão fazer no devido tempo

Vamos conversar sobre cada um destes pontos e tirar uma conclusão?

Término do suporte ao Windows XP em 8/4/2014

Apesar do suporte oficial terminar daqui a 2 anos não quer dizer que tudo será atualizado. Novas versões de produtos não terão suporte em breve, por exemplo, uma nova versão de Office ou algum aplicativo como um novo navegador.

O maior impacto já é sentido atualmente na questão dos drivers, máquinas novas não possuem mais drivers para Windows XP por parte dos fabricantes de componentes. Não me refiro apenas aos fabricantes de computadores, mas também aos fabricantes de drivers para placas de video, impressoras e outros. Como exemplo, um recente lançamento de impressoras wireless só são suportadas no Windows 7 e o mesmo vale para as placas de video e jogos recentes baseados em 3D.

Conclusão: A garantia de que a Microsoft ainda irá dar suporte ao XP não quer dizer que não tenhamos outros itens que já estejam sendo descartados o desenvolvimento de aplicações e, principalmente, drivers.

Esperar o Windows 8

Vamos supor que o lançamento do Windows 8 seja em Janeiro de 2013, destacando que é uma suposição.

Veja o exemplo de projeto iniciando em Janeiro de 2013 e o prazo que teriamos para mgrar 1000 maquinas levando em conta fazer 10 maquinas por dia, que é um numero razoavel levando em conta o trabalho de migração dos perfis e aplicações:

Timeline Migração 1000 maquinas-2013

Sendo assim terminariamos a migração em Julho, mas coloque alguns fatores importantes que precisam ser levados em conta:

  • Mesmo que o Windows 8 fosse lançado hoje, ele demoraria algumas semanas para ficar disponivel a venda e contratos sendo fechados
  • O trabalho de migração será muito mais complicado pois logo após o lançamento poucos fabricantes de software já avaliaram os sistemas, o que não ocorre com grandes como Adobe mas acontecerá com certeza com os menores
  • Estamos supondo fazer 10 maquinas por dia, o que fazemos com o Windows 7 hoje facilmente, mas com o Windows 8 podemos não conseguir a mesma taxa de migração
  • A migração do Windows 7 é amplamente documentada e conhecida, portanto fácil de se obter suporte. Por exemplo, o portal de migração do Springboard é completo e com versão em portugês http://technet.microsoft.com/en-us/windows/dd641427
  • A nova interface irá exigir adaptação da parte do usuário e a migração pode ser um fiasco, já o Windows 7 é consolidado e conhecido dos usuários
  • O marco do “Service Pack 1” pode não ser uma realidade tecnicamente, afinal um fabricante não faz um SO cheio de problemas para depois corrigir, porem as empresas pensam assim e não adianta querer discutir

Conclusão: Os recursos que o Windows 7 possui são muito similares aos do Windows 8 e a migração futura pode ser feita por contrato SA (Software Assurance) com migração muito mais transparente no futuro do WIndows 7 para o Windows 8, ou quem sabe até lá já o Windows “9”  ;)

Ainda temos 2 anos pela frente

No diagrama acima simulamos a situação caso a migração fosse realizada iniciando em Janeiro de 2013, o que nos daria cerca de 8 meses de folga.

Porem existem problemas muito sérios na migração que é relativo a compatibilidade de aplicações que não se dão bem com o UAC (User Account Control).

Nos trabalhos que faço de estudo de migração, chamados de Assessments, me deparo com problemas muito sérios com aplicações que só executam em modo administrador e a complexidade para resolver isso é um fator importante, levando em conta que um dos objetivos das empresas é acabar com o administrador local.

Outro problema muito comum são ActiveX não assinados utilizados em muitas aplicações da época do saudoso ActiveX Document qu ese criava com o Visual Basic 6 ou mesmo com aplicações Click Once do .NET, já que no Windows 7 não é possivel executar componentes ActiveX não assinados sem ter que deixá-lo mais inseguro do que o XP.

Pensando nisso e olhando novamente o projeto acima, será que um mês será o suficiente para resolver os problemas de compatibilidade?   Cuidado, em muitos casos a unica solução é redesenhar o software !!!!

Não precisamos nem dizer que o hardware também é importante, pois saimos de um requisito de 512 MB do Windows XP para o de 1 GB no Windows 7, levando em conta um desenpenho apenas aceitável. Nenhuma empresa aceitará atualizar o parque de maquinas em apenas poucos meses.

Conclusão: Não temos como saber quanto tempo ainda teremos depois que iniciar a fase de testes, o cronograma pode ser fácil na migração, mas a fase inicial de compatibilidade e atualização de hardware pode ser o maior problema.

Migrar é fácil, faço quando chegar a hora

No inicio da minha carreira profissional, a 22 anos (estou ficando velho hehehe), era otimista. Sempre dizia “isso é fácil” ou outras frases assim, mas a verdade é que nos ultimos anos não posso mais falar assim. Os parques de maquinas cresceram muito da época em que eu gerenciava rede com 100-500 computadores com programas em Clipper e Visual FoxPro.

A diversidade de aplicações e a web tornaram nossos ambientes muito complexos e o numero de estações que uma empresa possui é 3 vezes maior que a 10 anos atrás.

Como profissionais de TI a nossa função é fazer o ambiente funcionar sem dor (no pain) e para isso não temos espaço para otimismo inconsequente e, infelizmente muitas vezes irresponsável.

Conclusão: Comece cedo para não ter que correr depois e ver o prazo escoando pelas mãos.

Recomendação Final

Depois desta discussão que tal iniciar rapidamente o processo?

Segue o mesmo projeto apresentado anteriormente iniciando hoje:

Timeline Migração 1000 maquinas

Terminariamos a migração 1 ano e meio antes do prazo, já com visibilidade do Windows 8 lançado (espero) e com tempo suficiente para lidar com algum desvio ou dificuldade. E assim que lançar o Service Pack 1 para o Windows 8 você poderá começar o processo de atualização sem trauma.

A previsão do mercado é que no meio do ano que vem haverá um movimento desesperado de migração, principalmente em paises como o Brasil que deixa tudo para a última hora. Evite cair na migração nesta época, pois o custo poderá dobrar.

Alguma coisa a acrescentar?  Deixe seu comentário.

Posted: mar 07 2012, 18:16 by msincic | Comentários (1) RSS comment feed |
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Filed under: Windows 8
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