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System Center 2012 SP1 Configuration Analyzer

O SC2012 CA é uma ferramenta baseada no MBCA (Microsoft Baseline Configuration Analyzer) que tem a função de verificar se um ou mais servidores estão configurados de forma segura e com os updates essenciais.

Com o SC2012 CA é possivel estender as funções do MBCA para aplicar também recomendações nas ferramentas da suite System Center 2012.

O primeiro passo é baixar o MBCA 2.0 em http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=16475 e o SCCA em http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36796

 

Executando o System Center 2012 Configuration Analyzer

Note que ao abrir o menu não terá uma opção para o SCCA, uma vez que ele é um plugin do MBCA, como pode ser visto abaixo:

28-02-2013 09-40-41

O passo seguinte é selecionar os computadores que serão validados. Porem, para validar alguns servidores remotos pode ser necessário fazer o registro de segurança com Setspn. Se você não sabe como utilizar, pode usar as instruções do próprio SCCA, como mostrado nos tópicos a frente:

28-02-2013 09-40-51

Os resultados são mostrados em duas abas, sendo possivel ver um resumo ou detalhamento dos dados analisados. No exemplo abaixo executei em um SCSM 2012 SP1 e o resultado inicial é que não há pendencias e permitindo exportar o relatório que pode ser revisado posteriormente depois de salvo com a opção “Open Report” no primeiro pront.

28-02-2013 09-42-38

28-02-2013 09-43-08

Utilizando a opção Collected Data é possivel ver os dados utilizados pelo SCCA para validar o SCSM:

28-02-2013 09-42-49

 

Servidores Remotos

Instalar o MBCA e o SCCA em um único servidor é uitl para evitar a instalação em uma farm de servidores ou mesmo para maquinas com acesso limitado. Porem, em alguns casos nao é possivel executar o SCCA remotamente tendo como resultado a mensagem abaixo:

28-02-2013 10-13-44

A função Credssp permite que o servidor onde o SCCA está instalado tenha acesso ao servidor que está sendo analisado, sendo simples de ser executado.

Atualizando System Center 2012 RTM/SP1 RC para SP1 RTM-Parte 2 (SCVMM, SCDPM, SCSM e AppController)

Com o lançamento da versão final do Service Pack 1 do System Center 2012 foi necessário fazer upgrade das versões dos produtos sem o Service Pack ou com o Service Pack 1 na versão Release Candidate (RC). Não irei abordar o Beta pois ele já estava defasado em relação aos testes em geral.

No meu caso, fiz as atualizações a partir das duas versões de todos os produtos e este será um resumo em duas partes, sendo o primeiro com o System Center Configuration Manager 2012, System Center Operations Manager 2012 e Orchestrator (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Atualizando-System-Center-2012-RTMSP1-RC-para-SP1-RTM-Parte-1-(SCCM-e-SCOM-Orchestrator).aspx).

Este segundo post abordarei o System Center Virtual Machine Manager, System Center Data Protection Manager, System Center Service Manager e System Center AppController.

  A partir do RTM A partir do SP1 RC Agentes
Data Protection Manager Upgrade sem intervenções Upgrade sem intervenções Exige upgrade, desabilita os jobs até que seja atualizado
Virtual Machine Manager Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Atualiza os agentes automaticamente
Service Manager Permite o upgrade, desde que esteja com o Cumulative Update 2 instalado Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database

--

AppController Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database Recomendado que o VMM 2012 seja atualizado para o SP1

 

Data Protection Manager (DPM)

Dos 4 produtos que migrei nesta onda o DPM é o unico que permite a migração de forma automática. Basta colocar o instalador e o upgrade ocorrerá sem problemas:

07-01-2013 18-19-38

Porem, é importante que após a migração do servidor seja realizado o upgrade dos agentes, o que pode exigir que o servidor seja reiniciado:

07-01-2013 18-20-55

Importante: O Windows Server 2012 possui um hotfix para evitar que o CSV fique offline durante operações de backup disponivel em http://support.microsoft.com/kb/2799728

 

Virtual Machine Manager (VMM)

A migração do VMM não é permitida, exigindo que seja desinstalada a versão anterior:

07-01-2013 21-05-49

Porem, a solução de manter o mesmo banco de dados (Retain Database) resolve o problema permitindo que a estrutura anteriormente seja  configurada seja aproveitada. Para isso escolha a opção apropriada quando for detectado pelo instalador que já existe um database no SQL Server:

07-01-2013 21-07-42

Na tela posterior será possivel confirmar o banco de dados e permitir o upgrade:

07-01-2013 21-11-51

Por fim, indique que deseja utilizar o mesmo Library existente:

07-01-2013 21-12-13

Assim o ambiente fica operacional e no console será mostrado um warning nos hosts indicando que existe uma nova versão de agente, porem não impossibilita o gerenciamento.

 

Service Manager (SCSM)

O Service Manager pode ser atualizado desde que esteja o Cumulative Update 2 na versão RTM. Se for a versão SP1 Beta/RC o upgrade não é possivel.

Ao iniciar o instalador será possivel escolher a opção de upgrade que ocorre sem muitos problemas, como acontece com o DPM no tópico acima.

Quando temos um servidor com o SP1 beta ou RC a mensagem será de erro como abaixo:

07-01-2013 21-42-03

 

AppController

O AppController não permite upgrade, mas permite a reutilização da base de dados na reinstalação do produto.

O processo é desinstalar a versão existente e reinstalar a nova. Note que não é possivel mudar o banco, as informações aparecem desabilitadas pois o instalador detecta que já havia a configuração anteriormente:

07-01-2013 23-00-01

Atualizando System Center 2012 RTM/SP1 RC para SP1 RTM-Parte 1 (SCCM e SCOM, Orchestrator)

Com o lançamento da versão final do Service Pack 1 do System Center 2012 foi necessário fazer upgrade das versões dos produtos sem o Service Pack ou com o Service Pack 1 na versão Release Candidate (RC). Não irei abordar o Beta pois ele já estava defasado em relação aos testes em geral.

No meu caso, fiz as atualizações a partir das duas versões de todos os produtos e este será um resumo em duas partes, sendo este primeiro com o System Center Configuration Manager 2012, System Center Operations Manager 2012 e Orchestrator.

Segue uma tabela básica com o resultado e depois passo ao detalhamento:

  A partir do RTM A partir do SP1 RC Agentes
Configuration Manager Upgrade após desinstalar o WAIK e instalar o Windows ADK Upgrade sem intervenções Não exige o upgrade, mas relaciona os agentes no relatório das versões
Operations Manager Upgrade sem intervenções Upgrade sem intervenções Não exige o upgrade, apenas apresenta a versão correspondente em “Agent Managed”
Orchestrator Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database. Não permite upgrade, mas permite selecionar o mesmo database. Integration Packs com as novas funcionalidades do SP1 precisam ser instalados

 

System Center Configuration Manager (SCCM)

Tanto a migração do RTM como do SP1 RC foram transparentes e simples, porem é importante lembrar que o SCCM 2012 ainda utilizava o Windows AIK. O SCCM 2012 SP1 já foi atualizado para utilizar o Windows ADK que era beta na ocasião do lançamento do SCCM 2012. Porem, o processo é simplesmente desinstalar o WAIK e instalar o Windows ADK.

Em ambientes com hierarquia “Parent-Child” (onde são independentes mas fazem troca de dados) pode-se iniciar a atualização em qualquer um dos sites com o risco de ser recusado o upload de dados no Parent em versões diferentes. Por outro lado, em hierarquias “Primary-Secundary” (apenas o primário tem banco de dados) o upgrade deve ser feito de cima para baixo, ou seja, primeiro atualizamos o primário para o banco de dados ser atualizado e depois os secundários, que não irão funcionar corretamente até serem atualizados. Lembrando que neste caso a atualização pode ser feita pelo próprio console do SCCM.

Importante: Um erro no timestamp do certificado usado no agente do SCCM 2012 SP1 gera um erro “Couldn't verify 'C:\WINDOWS\ccmsetup\MicrosoftPolicyPlatformSetup.msi' authenticode signature. Return code 0x800b0101”. Baixe o hotfix em http://support.microsoft.com/kb/2801987

Ao abrir o setup já é possivel ver a opção de Upgrade disponivel, sem qualquer intervenção, como mostram os dois prints a seguir.

07-01-2013 12-06-15

07-01-2013 12-36-18

Os sites e configurações continuam ativas sem problemas, incluindo os agentes:

07-01-2013 14-45-31

 

System Center Operations Manager (SCOM)

Foi a migração mais simples de todas, não foi necessário qualquer atualização de componentes, nem a partir do RTM.

Em ambientes com instalação em multiplos servidores, a ordem básica se mantem como a do upgrade de versões anteriores. Iniciamos a migração pelo servidor que contem o Operational Database antes dos Management Servers e Gateway Servers.

O wizard de instalação detectou com facilidade os componentes instalados e listou o que estava sendo atualizado:

07-01-2013 15-29-13

Ao realizar a atualização foram alteradas as estruturas do banco de dados, motivo pelo qual o wizard recomenda o backup das bases antes do processo de upgrade.

07-01-2013 16-19-38

Ao final, o console abriu com todos os agentes saudáveis e o SCOM atualizado. Lembrando que o agente mostra a versão anterior mas não exige o upgrade:

07-01-2013 16-37-05

 

System Center Orchestrator (SCO)

Na ordem em que eu inicie as migrações, o Orchestrator foi o primeiro a não permitir o upgrade direto das versões anteriores. Tanto a partir do RTM quanto do SP1 RC a mensagem abaixo foi o resultado:

07-01-2013 22-41-24

Neste caso o processo consiste em desinstalar o Orchestrator e reinstalar o produto, porem utilizando a opção “Retain database” na seleção do banco de dados a ser utilizado.

07-01-2013 22-46-43

Após isso, todos os Runbooks estavam disponiveis e funcionaram corretamente, assim como os Integration Packs que continuaram disponiveis no Runbook Designer.

Porem, é importante que para tirar proveito das novas funcionalidades do SP1 é necessário baixar os Integration Packs novos (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Novos-Integration-Packs-para-Orchestrator-2012-SP1-e-Toolkit.aspx) e fazer o deploy a partir do Orchestrator Deployment Manager, que passa a mostrar a versão 7 (RTM) e as versões 7.1 (SP1):

07-01-2013 23-13-20

É importante que após a instalação dos novos Integration Packs os Runbooks continuaram funcionando normalmente, como o exemplo abaixo:

image

Posted: jan 15 2013, 11:16 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novos Integration Packs e Toolkit para Orchestrator 2012 SP1

Junto com outras novidades, como os agentes para Linux, Unix e Mac para o SCCM 2012 SP1 (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Monitorando-Macintosh-(Mac)-e-LinuxUnixSolaris-com-o-System-Center-Configuration-Manager-2012-SP1-(SCCM).aspx) no dia 03 de janeiro foram liberados os OIPs para os produtos System Center 2012 SP1 e outros.

Agora é possivel baixar todos os Integration Packs para System Center 2012 SP1 em um unico link: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=34611

Neste link é possivel baixar em um unico pacote:

  • System Center 2012 SP1 - Virtual Machine Manager
  • System Center 2012 SP1 - Operations Manager
  • System Center 2012 SP1- Data Protection Manager
  • System Center 2012 SP1- Service Manager
  • System Center 2012 SP1- Configuration Manager
  • System Center 2012 SP1 - Orchestrator Integration Pack for REST
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Exchange User
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Exchange Admin
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for FTP
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Active Directory
  • System Center 2012 Service Pack 1 Integration Pack for Windows Azure

Os Integration Packs para System Center já abordei em outros tópicos e na palestra na PUC em dezembro http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Webcast-Integrando-Solucoes-com-System-Center-2012-e-Orchestrator.aspx e http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Gravacao-da-Palestra-Gerenciando-Private-Cloud-com-System-Center-2012-no-MVP-IT-ShowCast-na-PUC.aspx

No mesmo link está disponivel o Toolkit que é composto por uma série de aplicativos que funcionam como wizards para criar novas tarefas nos Integration Packs, sendo o Orchestrator SDK a sua ferramenta mais importante qeu se integra ao Visual Studio para permitir criar não só atividades em IPs existentes, mas também criar novos Integration Packs.

Adicionalmente foi liberado o Integration Pack para VMWare VCenter, o que é essencial em ambientes com virtualização em multiplos hypervisors: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=34604

Posted: jan 07 2013, 16:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Monitorando Macintosh (Mac) e Linux/Unix/Solaris com o System Center Configuration Manager 2012 SP1 (SCCM)

No dia 3 de janeiro agora foi liberado o download muito esperado para o SCCM 2012 SP1, que são os agentes para Macs e Unix/Linux. Como a liberação ocorreu no periodo em que muitos estavam de férias ou folga, estamos divulgando hoje.

Para baixar os agentes clique neste link http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36212

Agentes para Mac

Compativel com o Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) e o Mac OS X 10.7 (Lion).

As funcionalidades disponiveis para os Macs são:

  1. Inventário de Hardware – Assim como agentes para Windows permitindo criar coleções e relatórios. Porem, note que não inclui o inventário de software
  2. Compliance Manager (DCM) – Verifica as regras corporativas para um Mac, permitindo fazer remediação por meio dos arquivos Mac OS X preference (.plist)
  3. Instalação de Software – Permite instalar softwares nos formatos Apple Disk Image (.DMG), Meta Package File (.MPKG), Mac OS X Installer Package (.PKG) e Mac OS X Application (.APP)
  4. Atualização de Sistema Operacional (Updates) – Permite por meio do Compliance (settings manager) e instalação de software

O restante das funcionalidades não é suportada. Maiores detalhes em http://technet.microsoft.com/en-us/library/f8a17911-efbc-45a0-a937-8cbcac2fcc15#BKMK_Mac

A instalação do agente pode ser realizada seguindo este documento http://technet.microsoft.com/en-us/library/jj591553.aspx

Agentes para Linux/Unix/Solaris

Compatível com RHEL Version 6 (x86 & x64), RHEL Version 5 (x86 & x64), RHEL Version 4 (x86 & x64), Solaris Version 10 (x86 & SPARC), Solaris Version 9 (SPARC), SLES Version 11 (x86 & x64), SLES Version 10 SP1 (x86 & x64) e SLES Version 9 (x86)

As funcionalidades disponiveis para os Linux/Unix são:

  1. Inventário de Software e Hardware – Assim como agentes para Windows permitindo criar coleções e relatórios
  2. Monitoração e Relatórios – Permite a monitoração ativa da atividade do SCCM e a criação de relatórios

O restante das funcionalidades não é suportada. Maiores detalhes em http://technet.microsoft.com/en-us/library/f8a17911-efbc-45a0-a937-8cbcac2fcc15#BKMK_LinixUNIX

A instalação do agente pode ser realizada seguindo este documento http://technet.microsoft.com/en-us/library/jj573939.aspx

Posted: jan 07 2013, 14:22 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'vmm 2012 sp1'
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Administrando Windows Azure com o System Center AppController

Um dos produtos da suite System Center pouco conhecidos é o AppController. Sua função é tornar o uso de ambientes Private Cloud reais, por proporcionar um portal de auto-atendimento simples com uma interface web.

É importante ressaltar que o AppController não é apenas uma atualização do Virtual Machine Manager Self-Portal, pois ele tem as funcionalidades novas do VMM 2012 SP1 como controle de cotas, instânciamento de serviços e integração com o Windows Azure, que será tratado neste post.

Configurando a conta Windows Azure no AppController

O primeiro passo é integrar no AppController a conta do Azure e para isso é necessário primeiro cadastrar um certificado digital no portal do Azure, opção Settings –> Management Certificates onde poderá fazer o upload do certificado:

image

Este certificado é utilizado para autenticar o acesso e pode ser emitido por qualquer IIS na opção Certificates –> Self-Signed e depois fazer a exportações e upload no Azure.

O passo seguinte é cadastrar esta conta do Azure e o certificado no AppController:

Imagem1

Realizados estes passos já será possivel ver a conta no AppController:

Imagem2

Ao clicar na conta do Azure, terá uma lista das VMs criadas no ambiente, com o nome de cada VM, a localização geográfica do Datacenter selecionado e as instâncias criadas:

image

No menu Virtual Machines podemos ver a lista de VMs disponiveis, onde tanto VMs locais (Private Cloud) como as VMs no Azure podem ser administradas de forma integrada:

image

Note que na tela acima temos na parte de baixo dois paineis, o esquerda mostra os dados básicos da VM e na direita o serviço que serviu de origem para esta instância, uma vez que as VMs no Azure podem ser criadas por se fazer o upload de um VHD pronto. No exemplo acima, ao clicar no design vemos detalhes e podemos alterar os dados:

Azure2

Criando VMs no Azure com o AppController

A criação de maquinas virtuais pelo AppController é muito simples e permite um nivel de customização maior que pelo próprio Windows Azure Portal.

A primeira forma de fazer isso e também a mais simples, é no menu Virtual Machines usar o Add:

Azure3

Uma segunda forma é por utilizar a lista de contas ou selecionando na Library a imagem que será utilizada para instanciar a nova maquina virtual, com a opção Deploy:

Imagem4

Imagem8

Será aberta a janela de design para definição dos componentes da VM, como mostrado abaixo:

Imagem5

Note que os links permitem selecionar os itens como a imagem de máquina virtual desejada, a rede e a localização geográfica do Datacenter desejado:

image

image

Conclusão

Utilize o System Center AppController para administrar de forma integrada seus ambiente de Private Cloud e Public Cloud em um único console de forma simples, baseada em serviços e funcional.

Conceitos de Storage para IT Pro 3 – Virtualização e Tierização

No primeiro artigo desta série Conceitos de Storage para IT Pros–Tipos de RAID e IOPS abordamos alguns conceitos importantes e básicos para profissionais de TI sobre os tipos de RAID disponiveis e utilizados hoje em storages e também como calcular IOPS (operaçoes de leitura e escrita) para cada tipo de disco e aplicações.

No segundo artigo http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Conceitos-de-Storage-para-IT-Pro-2-e28093-Controladoras-e-Modelos.aspx abordamos os tipos de controladoras e tecnologias de storage mais comuns hoje existentes no mercado.

Neste terceiro artigo veremos o que são conceitos de tierização e virtualização de storages.

Virtualização

A virtualização de storage conceitualmente é diferente da virtualização de computadores.

Na virtualização de storages o conceito é utilizarmos um produto que faça a conexão com vários tipos e modelos de storage. Por exemplo, o System Center Virtual Machine Manager 2012 é capaz de ser a interface entre os diferentes storages e as máquinas virtuais. Mais detalhes sobre isso podem ser vistos no post http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Gerenciamento-de-Storage-com-o-System-Center-Virtual-Machine-2012.aspx

VMM2012

O mesmo recurso pode ser alcançado com o SMB 3.0 do Windows Server 2012, onde podemos apontar todas as LUNs disponíveis em um File Server e por meio do SMB 3.0 mapear as VMs entre os diferentes storages.

Tierização

Este recurso está presente em alguns storages de mercado e pode ser simulado pelo VMM. Significa ter a possibilidade de termos diversos storages com performances diferentes e ter a capacidade de mover uma VM de um storage mais lento para outro mais rápido de forma transparente a operação.

Isso pode ser simulado pelo VMM e pelo Hyper-V 3.0 com o recurso Storage Migration, onde podemos mover as VMs com Live Storage Migration permitindo que a operação não seja interrompida quando movemos entre os diferentes modelos de storage disponíveis.

Porem, alguns modelos storage como, por exemplo Compellent e Equallogic, podem conter “gavetas” de discos de diferentes tipos e mover os dados entre as gavetas conforme a performance necessária da aplicação ou maquina virtual. Neste caso o software do storage faz isso automaticamente conforme a carga que cada VM ou aplicação impõe ao storage.

Fonte: http://www.dellstorage.com/storage-tiering-archiving/storage-tiering.aspx

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Posted: jun 21 2013, 10:38 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Utilizando o MBCA para Analisar Serviços e Servidores

A Microsoft disponibiliza diversas ferramentas de análise da implementação de um produto. Alguns são nativos e outros opcionais:

Produto Disponibilidade Download e Instalação
Microsoft Baseline Configuration Analyser (MBCA) Extensivel, forma a base para análise de diversos produtos como SQL Server 2012, System Center 2012, Dynamics e outros

MBCA - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=16475
SQL 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=29302
Dynamics AX 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28749
SC 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36796
Prereq RSAT W8 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28972

Microsoft Baseline Security Analyser Ferramenta que analise a segurança do Windows, até o Windows 2008 R2.
Foi descontinuada após o Windows Server 2012
http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=7558
Best Practices Analyser São ferramentas nativas do Windows 2008 R2 e Windows 2012 Podem ser instalados pelo Server Manager http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd759260.aspx
Failover Cluster Validation Nativo da feature Failover Cluster Executado pelo MMC do Failover Cluster

Vários artigos abordam o uso do BPA e do validador do Cluster são nativos e o MBSA foi descontinuado para o Windows Server 2012, então neste artigo trataremos apenas do MBCA e seu uso exemplo com o System Center 2012.

Instalação do MBCA e Pacotes

A instalação deste produto é muito simples, bastando executar o instalador.

Após instalar o MBCA passamos a instalar as ferramentas, ou pacotes de análise, permitindo que ao abrir o MBCA vejamos uma lista dos pacotes de análise disponiveis:

08-04-2013 10-20-45

Executando o System Center 2012 Configuration Analyzer

Note que ao abrir o menu não terá uma opção para o SCCA, uma vez que ele é um plugin do MBCA, como pode ser visto abaixo:

28-02-2013-09-40-41_thumb3

O passo seguinte é selecionar os computadores que serão validados. Porem, para validar alguns servidores remotos pode ser necessário fazer o registro de segurança com Setspn. Se você não sabe como utilizar, pode usar as instruções do próprio SCCA, como mostrado nos tópicos a frente:

28-02-2013-09-40-51_thumb3

Os resultados são mostrados em duas abas, sendo possivel ver um resumo ou detalhamento dos dados analisados. No exemplo abaixo executei em um SCSM 2012 SP1 e o resultado inicial é que não há pendencias e permitindo exportar o relatório que pode ser revisado posteriormente depois de salvo com a opção “Open Report” no primeiro pront.

28-02-2013-09-42-38_thumb3

28-02-2013-09-43-08_thumb1

Utilizando a opção Collected Data é possivel ver os dados utilizados pelo SCCA para validar o SCSM:

28-02-2013-09-42-49_thumb2

Servidores Remotos

Instalar o MBCA e o SCCA em um único servidor é útil para evitar a instalação em uma farm de servidores ou mesmo para maquinas com acesso limitado. Porem, em alguns casos nao é possivel executar o SCCA remotamente tendo como resultado a mensagem abaixo:

28-02-2013-10-13-44_thumb1

A função Credssp permite que o servidor onde o SCCA está instalado tenha acesso ao servidor que está sendo analisado, sendo simples de ser executado e necessário para análises remotas.

 

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Virtualização de Aplicações de Servidores com o Server App-V do VMM 2012

Neste artigo irei abordar a criação dos pacotes de aplicações virtualizadas. Este recurso é essencial para automatizar a criação de serviços como abordado no artigo anterior disponível em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-VMM-2012-para-criar-camadas-de-servicos-com-o-Windows-2012-na-nuvem-privada.aspx

Entendendo Aplicações Virtualizadas

O recurso da virtualização de aplicações nada mais é do que um processo onde é capturada toda a atividade durante a instalação de um software seja chaves de registro, arquivos, configurações e atalhos.

O diagrama abaixo nos dá uma visão de como o processo funciona e irei abordar cada parte da criação do pacote neste artigo.

image

Instalando o Server Application Virtualization Sequencer

O Server App-V faz parte do VMM 2012 e pode ser encontrado na mídia de instalação no diretório D:\SAV\amd64 com o nome de SeqSetup.exe:

image

Após executar o instalador será gerado um atalho no menu iniciar para chamar o Server Application Virtulization Sequencer, que chamamos de Server App-V ou apenas SAV, e ao executá-lo terá acesso as suas funções principais que consistem em criar ou editar pacotes:

image

Virtualizando um Aplicação

Ao escolher a opção de criar um novo pacote será conduzido por um wizard muito simples, mas que exige certos cuidados.

O primeiro passo é escolher o executável que será utilizado para instalar a aplicação:

image

Na sequencia indique o nome que será dado ao pacote e o diretório onde ele será gerado:

image

O wizard irá executar o instalador indicado, com um aviso muito importante: O diretório definido para a aplicação tem que ser o mesmo criado no passo anterior no disco Q:

image

Importante: Se escolher um diretório diferente do indicado no primeiro passo (criação do pacote) os arquivos da aplicação não estarão no pacote, comprometendo a execução.

Ao terminar a instalação da aplicação é importante que você não a execute até que termine o wizard, clicando em Finished:

image

Neste momento o SAV irá procurar as alterações em arquivos e registro que a aplicação tenha realizado, podendo ser um processo rápido (2 minutos) ou lento (até 1 hora) dependendo do que será coletado e o tamanho do disco:

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Agora sim é o momento de executar a aplicação e fazer customizações, uma vez que o SAV já inventariou alterações feitas pelo instalador:

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No meu exemplo, configurei o tema da aplicação e o fechei. Automaticamente o wizard detectou o fechamento da aplicação e indica que foram capturada as informações:

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Assim, o pacote está criado e o wizard mostra a mensagem de sucesso:

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Ao clicar em Close será aberto automaticamente o editor de pacotes, que também pode ser executado no menu inicial do SAV, para que você valide o que será instalado. Nesse passo é importante olhar com cuidado o que foi coletado para evitar conflitos entre diferentes versões de sistemas operacionais ou outros aplicativos.

Ao terminar a edição, salve o pacote. Neste caso não é só criado o pacote mas também os arquivos de projeto do SAV no diretório indicado:

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Editando Pacotes

A edição de pacotes é realizada no final de um sequenciamento ou pelo menu inicial do SAV que está no tópico anterior e consiste em abrir o arquivo SPRJ criado.

Como comentado acima, é importante lembrar de verificar em detalhes o pacote e evitar que cause problemas ao ser instalado em um servidor, uma vez que o editar permite alterar, deletar e incluir novos itens:

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Criando um Perfil de Aplicação

Para aplicar um pacote em um Service Template ou VM Template podemos criar um perfil incluindo uma ou várias aplicações. Para criar o perfil de aplicações utilize o menu corresponde em Library do VMM

Indique quais sistemas operacionais são suportados pela aplicação e inclua o pacote criado dentro de Applications:

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Importante: Para a aplicação aparecer na lista acima, o diretório criado pelo sequenciador precisa ser copiado no Library do VMM 2012:

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Incluindo uma Aplicação Virtualizada em um Template

Como já comentado a aplicação pode ser incluída em um Service Template como também comentado no artigo sobre os modelos de serviço.

Para isso clique na área Add Application do template e selecione o perfil ou mesmo a aplicação diretamente:

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Pronto!!!! A aplicação está vinculada a VM que será instanciada pelo Service Template:

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Utilizando o VMM 2012 para criar camadas de serviços com o Windows 2012 na nuvem privada

Neste artigo irei abordar o recurso de templates de serviço no System Center Virtual Machine Manager 2012, e antes de mostrar como funciona é importante contrastar e relacionar com os templates de Virtual Machine, disponível desde a primeira versão do VMM.

Entendendo Service Templates

O recurso de templates do VMM desde as primeiras versões permite criarmos uma maquina virtual como modelo para utilizarmos no momento de criação de outras VMs. Para isso é criado uma VM, executado o SysPrep e copiado o VHD para a Library.

O recurso de Service Template utiliza os templates de VMs, mas é um recurso mais sofisticado onde podemos juntar aplicações virtualizadas, banco de dados SQL Server, definição da rede e storage automaticamente.

Um exemplo simples de implementação deste recurso é criar máquinas virtuais com determinadas aplicações pré-instaladas, por exemplo, servidores de antivírus. Para isso é possível virtualizar a aplicação que será instalada nas VMs com o Server App-V e incluir o pacote no serviço.

Nota: No próximo artigo irei abordar o Server App-V.

Um exemplo mais complexo é a implementação de um serviço de três camadas onde temos um servidor IIS acessando dados do SQL Server. Podemos criar um dois templates de VMs, um com o SQL Server virtualizado e outra máquina virtual com o IIS configurado, além da aplicação virtualizada dos componentes da camada de negócios.

Em ambos os casos, para fazer a criação das VMs basta clicar no Service Template e gerar a Instancia onde todas as VMs serão automaticamente criadas, configuradas e disponibilizadas.

Criando Service Templates

Para criar os templates utilizamos o menu próprio em Fabric do VMM 2012. Ao solicitar criar um novo template é possível escolher alguns modelos padronizados, como modelo em camadas com múltiplos servidores, um único servidor ou em branco.

Um exemplo de criação dos modelos de serviço pode ser visto abaixo, onde utilizei a opção Two-Tier onde são definidas duas VMs e uma rede lógica:

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Neste exemplo temos duas VMs que serão configuradas, uma com IIS e a outra com SQL Server com uma placa de rede em cada uma, conectada a rede local criada anteriormente no Fabric à Virtual Networks, fornecendo assim o IP, MAC Address e até NLB se for necessário para o serviço.

Para cada VM fazemos a configuração das suas funções separadamente, após definir qual o template de VM será usada em cada uma das camadas (tiers).

O primeiro conjunto de propriedades irão definir os dados do hardware da VM, lembrando que o padrão será a definição já criada no template da VM:

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A seguir configuramos os papeis (roles) do Windows que serão habilitados na VM, o que é uma automação do que teríamos que fazer no Server Manager logo após instalar uma VM:

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Assim como as roles, identificamos as features (recursos) que esta VM irá ter:

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Ainda nas configurações do sistema operacional da VM podemos indicar os dados de ativação, nome, usuário e senha, etc. No que no exemplo abaixo o nome do computador está com asterisco “*” pois o nome da VM é indicado no momento em que instanciamos o serviço, já que a cada criação do conjunto as VMs precisarão ter um nome específico:

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Na sequencia podemos indicar serviço e aplicações que serão instaladas na VM baseados nos profiles que iremos abordar no tópico a frente. Este item é interessante para já instalar o pacote da aplicação do cliente quando esta já estiver disponível, como por exemplo, um sistema de comércio eletrônico ou outro:

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O ultimo passo é definir a cota, ou “preço” de cada VM, que será importante ao se criar usuários que utilizarão os serviços a partir do System Center AppController, uma vez que definimos o “crédito” de cada um dos usuários.

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Instanciando um Serviço

Para criar o conjunto de VMs para o serviço, basta clicar sobre ele e usar a opção “Publish” definindo em qual nuvem será criado o conjunto das VMs:

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Logo após será aberta a tela de configuração dos dados específicos das instâncias (locais onde ficaram asteriscos “*”), como o exemplo abaixo retirado do System Center App Controller:

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